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Diário Oficial da União · 18/08/2026 · pág. 56

DOU 18/08/2026 - Diario Oficial da Uniao - Brasil

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TEXTO OFICIAL · ÍNTEGRA

Seção 1

Nº 155, terça-feira, 18 de agosto de 2026

ISSN 1677-7042

Demonstrativo de Resultado no Mercado In
[CONFIDENCIAL] / [REST
terno por Unidad
RITO]
e (R$/t)
.
.P1
.P2 .P3 .P4 .P5 P1-P5
.A. Receita Líquida-Mercado Interno
.100,0
.101,1 .153,6 .150,2 .99,8 [ R ES T . ]
.Variação
. -
.1,1% .52,0% .(2,2%) .(33,6%) (0,2%)
.B. Custo do Produto Vendido-CPV
.-100,0
.-77,9 .-71,8 .-87,9 .-104,1 [ CO N F. ]
.Variação
. -
.22,1% .7,8% .(22,5%) .(18,3%) (4,1%)
.C. Resultado Bruto {A-B}
.100,0
.410,4 .1244,0 .980,7 .43,2 [ CO N F. ]
.Variação
. -
.310,4% .203,1% .(21,2%) .(95,6%) (31,4%)
.D. Despesas Operacionais
.-100,0
.-52,1 .-54,2 .-69,4 .-79,9 [ CO N F. ]
.Variação
. -
.47,9% .(4,1%) .(27,9%) .(15,2%) + 20,1%
.D1. Despesas Gerais e Administrativas
.-100,0
.-57,5 .-74,0 .-102,5 .-83,5 [ CO N F. ]
.D2. Despesas com Vendas
. -
. - . - . - . - -
.D3. Resultado Financeiro (RF)
.-100,0
.-243,1 .613,2 .382,8 .267,6 [ CO N F. ]
.D4. Outras Despesas (Receitas) Operacionais (OD)
.-100,0
.-12,4 .-80,9 .-29,8 .-113,3 [ CO N F. ]
.E. Resultado Operacional {C-D}
.100,0
.208,0 .571,9 .465,9 .63,9 [ CO N F. ]
.Variação
. -
.108,0% .175,0% .(18,5%) .(86,3%) (36,1%)
.F. Resultado Operacional (exceto RF)
{C-D1-D2-D4}
.100,0
.207,4 .593,2 .481,1 .69,9 [ CO N F. ]
.Variação
. -
.107,4% .186,1% .(18,9%) .(85,5%) (30,1%)
.G. Resultado Operacional (exceto RF e OD)
{C-D1-D2}
.100,0
.239,7 .678,3 .556,1 .62,7 [ CO N F. ]
.Variação
. -
.139,7% .182,9% .(18,0%) .(88,7%) (37,3%)
Elaboração: DECOM

Fonte: RFB e Indústria Doméstica

  1. Observou-se que o indicador de CPV unitário aumentou 22,1% de P1 para P2 e 7,8% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve decréscimo de 22,5% entre P3 e P4, e considerando o intervalo entre P4 e P5, nova redução de 18,3%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de CPV unitário revelou variação negativa de 4,1% em P5, comparativamente a P1.

  2. Com relação à variação de resultado bruto unitário ao longo do período em análise, houve aumento de 310,4% entre P1 e P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar nova ampliação de 203,1%. De P3 para P4 houve diminuição de 21,2%, e entre P4 e P5, o indicador sofreu queda de 95,6%. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de resultado bruto unitário apresentou contração de 31,4%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).

  3. Avaliando a variação de resultado operacional unitário no período analisado, entre P1 e P2 verifica-se aumento de 108,0%. É possível verificar ainda uma elevação de 175,0% entre P2 e P3, enquanto de P3 para P4 houve redução de 18,5%, e entre P4 e P5, o indicador revelou retração de 86,3%. Analisando-se todo o período, o resultado operacional unitário apresentou retração da ordem de 36,1%, considerado P5 em relação a P1.

  4. Observou-se que o indicador de resultado operacional unitário, excetuado o resultado financeiro, sofreu incremento da ordem de 107,4% de P1 para P2, e registrou nova variação positiva, de 186,1%, de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de 18,9% entre P3 e P4, e considerando o intervalo entre P4 e P5, houve diminuição de 85,5%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de resultado operacional unitário, excetuado o resultado financeiro, revelou variação negativa de 30,1% em P5, comparativamente a P1.

  5. Com relação à variação de resultado operacional unitário, excluídos o resultado financeiro e outras despesas, ao longo do período em análise, houve aumento de 139,7% entre P1 e P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar nova ampliação de 182,9%. De P3 para P4 houve diminuição de 18,0%, e entre P4 e P5, o indicador sofreu queda de 88,7%. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de resultado operacional unitário, excluídos o resultado financeiro e outras despesas, apresentou contração de 37,3%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).

6.1.2.3. Do fluxo de caixa e do retorno sobre investimentos

  1. Com relação aos próximos indicadores a serem analisados, cumpre salientar que se referem às atividades totais da indústria doméstica, e não somente às operações relacionadas às fibras de vidro objeto da investigação. [CONFIDENCIAL].
Do Fluxo de Caixa, Retorno sobre Investim
[CONFIDENCIAL]
entos e Capacidade
/ [RESTRITO]
de Captar Recurs
os
. .P1 .P2 .P3 .P4 .P5 P1-P5
.Fluxo de
Caixa
.A. Fluxo de Caixa .-100,0 .-1572,2 .2381,4 .-2588,2 .-3788,1 [ CO N F. ]
.Variação .- .(1.472,2%) .251,5% .(208,7%) .(46,4%) (3.688,1%)
.Retorno sobre Investimento
.B. Lucro Líquido .-100,0 .495,9 .1047,3 .484,0 .205,7 [ CO N F. ]
.Variação .- .595,9% .111,2% .(53,8%) .(57,5%) + 305,7%
.C. Ativo Total .100,0 .91,0 .81,8 .76,2 .70,0 [ CO N F. ]
.Variação .- .(9,0%) .(10,2%) .(6,7%) .(8,1%) (30,0%)
.D. Retorno sobre Investimento Total (ROI) .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] [ CO N F. ]
.Variação .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] [ CO N F. ]
Elaboração: DECOM

Fonte: Indústria Doméstica Obs.: ROI = Lucro Líquido / Ativo Total; ILC = Ativo Circulante / Passivo Circulante;

ILG = (Ativo Circulante + Ativo Realizável Longo Prazo)/(Passivo Circulante + Passivo Não Circulante)

  1. Observou-se que o indicador de caixa líquido total gerado nas atividades da indústria doméstica sofreu decréscimo da ordem de 1.472,2% de P1 para P2, e aumentou 251,5% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de 208,7% entre P3 e P4, e considerando o intervalo entre P4 e P5, houve queda de 46,4%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de caixa líquido total gerado nas atividades da indústria doméstica revelou variação negativa de 3.688,1% em P5, comparativamente a P1.

  2. Observou-se que o indicador de taxa de retorno sobre investimentos da indústria doméstica cresceu [CONFIDENCIAL]p.p. de P1 para P2 e aumentou [CONFIDENCIAL] p.p. de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de [CONFIDENCIAL]p.p. entre P3 e P4 e de [CONFIDENCIAL]p.p. entre P4 e P5. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de taxa de retorno sobre investimentos da indústria doméstica revelou variação positiva de [CONFIDENCIAL] p.p. em P5, comparativamente a P1.

  3. A respeito de captação de recursos e índice de liquidez, a Brazil GR informou que, ao longo do período sob análise, realizou investimentos em melhorias do processo produtivo e na aquisição de equipamentos, e que [CONFIDENCIAL].

6.1.2.4. Do crescimento da indústria doméstica

  1. As vendas internas da indústria doméstica registraram queda de 12,9% de P1 a P5, em consequência das retrações observadas nos seguintes períodos: de P2 para P3 (1,4%) e de P3 para P4 (36,0%). 575. Já o mercado brasileiro registrou queda apenas de P3 para P4, equivalente a 31,6%. Ao se considerar todo o período, houve acréscimo de 3,9%, em P5 em comparação a P1. 576. A participação da indústria doméstica no mercado brasileiro apresentou aumento apenas em P2. As retrações nos períodos subsequentes resultaram em diminuição de [RESTRITO] p.p. em P5 em comparação a P1.

  2. Diante da evolução dos indicadores apresentados acima, conclui-se que a indústria doméstica teve uma retração durante o período de análise de dano, tanto em termos absolutos quanto em relação ao mercado brasileiro.

6.1.3. Dos fatores que afetam os preços domésticos

6.1.3.1. Dos custos e da relação custo/preço

  1. A tabela a seguir apresenta o custo de produção unitário e a relação entre custo e preço associados à fabricação do produto similar pela indústria doméstica, ao longo do período de análise.
Dos Custos e da Relação Custo/Preço
[CONFIDENCIAL] / [RESTRITO]
. .P1 .P2
.P3
.P4 .P5 P1-P5
Custos de Produção (em R$/t)
.Custo de Produção (em R$/t)
{A + B}
.100,0 .80,8
.78,6
.93,0 .104,5 [ CO N F. ]
.Variação .- .(19,2%)
.(2,8%)
.18,3% .12,5% + 4,5%
.A. Custos Variáveis .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] [ CO N F. ]
.A1. Matéria-Prima .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] [ CO N F. ]
.A2. Outros Insumos .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] [ CO N F. ]
.A3. Utilidades .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] [ CO N F. ]
.A4. Outros Custos Variáveis .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] [ CO N F. ]
.B. Custos Fixos .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] [ CO N F. ]
.B1. Mão de obra .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] [ CO N F. ]
.B2. Depreciação .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] [ CO N F. ]
.B3. Outros custos fixos .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] [ CO N F. ]

Custo Unitá


rio (em R$/toneladas) e Relação Custo/Preço (


%)


.C. Custo de Produção Unitário .100,0 .80,8
.78,6
.93,0 .104,5 [ CO N F. ]
.Variação .- .(19,2%)
.(2,8%)
.18,3% .12,5% + 4,5%
.D. Preço no Mercado Interno .100,0 .101,1
.153,6
.150,2 .99,8 [ R ES T . ]
.Variação .- .1,1%
.52,0%
.(2,2%) .(33,6%) (0,2%)
.E. Relação Custo / Preço {C/D} .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] [ CO N F. ]
.Variação .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] [ CO N F. ]
Elaboração: DECOM
Fonte: Indústria Doméstica

56

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