DOU 20/04/2022 - Diário Oficial da União - Brasil 6

                            Nº 75-C, quarta-feira, 20 de abril de 2022
ISSN 1677-7042
Seção 1 - Edição Extra
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390. Observou-se que houve redução no volume de vendas de EBMEG
destinado ao mercado interno em todos os períodos da série analisada, exceto entre
P1 e P2, quando registrou elevação de 19,7%. Ao se analisar o período de investigação
(P1 a P5), verificou-se retração de 30,1% ([RESTRITO]) no volume de vendas destinado
ao mercado doméstico.
391. No caso do volume de vendas de EBMEG destinado ao mercado
externo, foram observadas quedas consecutivas ao longo do período de análise de
dano,
acumulando
variação negativa
de
81,4%
([RESTRITO])
entre
P1 e
P5.
A
participação
dessas
vendas
nas vendas
totais,
contudo,
representou
patamares
[RESTRITO] das vendas totais ao longo do período de análise de dano.
392. As variações nos volumes de vendas totais da indústria doméstica
refletem principalmente o comportamento verificado nas vendas internas, dada a
menor relevância de exportações no período em análise. Nesse sentido, observou-se
retração de 33,8% ([RESTRITO]) no volume de vendas totais da indústria doméstica
entre P1 e P5.
393. Quanto à participação das vendas da indústria doméstica no mercado
brasileiro de EBMEG, observou-se elevação de [RESTRITO]p.p. entre P1 e P2, seguida
de sucessivas reduções. De P1 a P5 verificou-se retração de [RESTRITO]p.p. na
participação da indústria doméstica no mercado brasileiro, tendo alcançado [RESTRITO]
em P5, contra [RESTRITO] em P1. Já em relação à participação no consumo nacional
aparente, 
as 
tendências
observadas 
foram 
similares, 
registrando
redução 
de
[RESTRITO]p.p. de P1 a P5.
7.1.1.2. Dos indicadores de produção, capacidade e estoque
394. A indústria doméstica informou que a planta produtiva de éteres
butílicos opera continuamente, sendo sua capacidade instalada nominal calculada por
meio da multiplicação de 8.760 horas (horas totais em um ano) pelo volume obtido em
uma hora de produção, considerando-se a operação a 100% de capacidade. Já a
capacidade instalada efetiva foi calculada considerando as [CONFIDENCIAL].
Dos Indicadores de Produção, Capacidade Instalada e Estoque (em t)
[ R ES T R I T O ]
P1
P2
P3
P4
P5
Volumes de Produção
A. Volume de Produção -
Produto Similar
100
112,51
92,04
85,31
61,56
B. Volume de Produção -
Outros Produtos
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
C. 
Industrialização
p/
Terceiros -
Tolling
-
-
-
-
-
Capacidade Instalada
D. 
Capacidade 
Instalada
Ef e t i v a
100
98,7
93,88
94,84
93,96
E. Grau de Ocupação
{(A+B)/D}
100
114,1
99,34
90,05
66,17
Estoques
F. Estoques
100
70,97
78,57
114,21
60,87
G. Relação entre Estoque e
Volume de Produção
{E/A}
100
62,79
86,05
133,72
98,84
Elaboração: SDCOM
Fonte: RFB e Indústria Doméstica
395. O volume de produção do produto similar da indústria doméstica, após
expansão inicial entre P1 e P2, apresentou quedas consecutivas entre P2 e P5. Constatou-
se que, de P1 para P5, o volume de produção apresentou redução de 38,4%.
396. Observou-se que a capacidade instalada efetiva revelou variação negativa
de 6,0% em P5, comparativamente a P1. Do mesmo modo o grau de ocupação da
capacidade instalada, no mesmo período, decresceu [RESTRITO]p.p.
397. O volume do estoque final de EBMEG diminuiu 29,0% entre P1 e P2, sendo
seguido de elevações entre P2 e P3 (10,7%) e entre P3 e P4 (45,4%). Entre P4 e P5, foi
registrada nova redução, de 46,7%. Considerando-se os extremos da série (P1 a P5), o
volume do estoque final da indústria doméstica retraiu 39,1%.
398. Como decorrência, a relação estoque final/produção apresentou evolução
similar à do volume de estoque. Considerando-se os extremos da série, a relação estoque
final/produção diminuiu [RESTRITO]p.p.
7.1.1.3. Dos indicadores de emprego, produtividade e massa salarial
Do Emprego, da Produtividade e da Massa Salarial
[ CO N F I D E N C I A L ]
P1
P2
P3
P4
P5
Emprego
A. Qtde de Empregados - Total
[ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ]
A1. Qtde de Empregados - Produção
[ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ]
A2. Qtde de Empregados - Adm. e Vendas
[ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ]
Produtividade (em t)
B. Produtividade por Empregado
Volume de Produção (produto similar) / {A1}
[ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ]
Massa Salarial (em Mil Reais)
C. Massa Salarial - Total
[ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ]
C1. Massa Salarial - Produção
[ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ]
C2. Massa Salarial - Adm. e Vendas
[ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ]
Elaboração: SDCOM
Fonte: RFB e Indústria Doméstica
399. Observou-se que o número de empregados que atuam em linha de
produção diminuiu 28,0% em P5, comparativamente a P1 ([CONFIDENCIAL]). Com relação
à variação do número de empregados que atuam em administração e vendas ao longo do
período em análise, não houve alterações, considerado o mesmo período. Por sua vez, o
número total de empregados diminuiu 23,9% ([CONFIDENCIAL]).
400. A produtividade por empregado ligado à produção revelou variação
negativa de 14,5% considerando-se todo o período de investigação, de P1 para P5.
401. A massa salarial dos empregados ligados à linha de produção, ao
considerar-se todo o período de investigação de dano, de P1 para P5, caiu 38,4%,
enquanto a massa salarial dos empregados das áreas de administração e vendas se reduziu
em 52,8%. Diante disso, a massa salarial total, de P1 a P5, caiu 41,3%.
7.1.2. Dos indicadores financeiros da indústria doméstica
7.1.2.1. Da receita líquida e dos preços médios ponderados
402. Inicialmente, cumpre elucidar que a receita líquida da indústria doméstica
se refere às vendas líquidas de EBMEG de produção própria, já deduzidos os abatimentos,
descontos, tributos e devoluções, bem como as despesas de frete interno.
Da Receita Líquida e dos Preços Médios Ponderados
[CONFIDENCIAL] / [em número índice]
P1
P2
P3
P4
P5
Receita Líquida (em Mil Reais)
A. Receita Líquida Total
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
A1. Receita Líquida
Mercado Interno
100
99,99
96,12
84,17
67,04
Participação
{A1/A}
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
A2. Receita Líquida
Mercado Externo
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
Participação
{A2/A}
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
Preços Médios Ponderados (em Reais/t)
B. Preço no Mercado Interno
{A1/Vendas no Mercado Interno}
100
83,66
98,97
98,83
95,91
C. Preço no Mercado Externo
{A2/Vendas no Mercado Externo}
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
Elaboração: SDCOM
Fonte: RFB e Indústria Doméstica
403. A respeito da variação da receita líquida referente às vendas de EBMEG no
mercado interno, foram verificadas sucessivas retrações ao longo do período de análise de
indícios de dano, pressionada, entre P1 e P2, pela queda no preço de venda no mercado
interno (16,3%) e, nos demais períodos, especialmente pela redução dos volumes vendidos
no mercado doméstico. Ao se considerar todo o período de investigação, a receita líquida
obtida com as vendas de EBMEG no mercado interno diminuiu 33,0%.
404. Por sua vez, a receita líquida obtida com as vendas de EBMEG ao mercado
externo caiu 84,0% entre P1 e P5, também resultado da retração dos preços praticados nas
exportações da indústria doméstica e nos volumes exportados. Ao se considerarem os
extremos do período de análise, a receita líquida total obtida com as vendas de EBMEG
diminuiu 36,0%.
405. A respeito dos preços médios ponderados de venda, ressalte-se,
inicialmente, que os preços médios de venda no mercado interno apresentados se referem
exclusivamente às vendas de fabricação própria e que foram obtidos pela razão entre as
receitas líquidas e as quantidades vendidas.
406. O preço médio de EBMEG vendido no mercado interno, após redução de
16,3% entre P1 e P2, registrou crescimento de 18,3% entre P2 e P3, retornando quase ao
mesmo patamar de P1. Nos demais períodos, observaram-se retrações de 0,1% e 3,0%,
respectivamente. Assim, de P1 para P5, o preço médio de venda de EBMEG da indústria
doméstica no mercado interno diminuiu 4,1%.
407. Já o preço médio do produto vendido ao mercado externo decresceu
13,9% considerando os extremos da série.
7.1.2.2. Dos resultados e das margens
Demonstrativo de Resultado no Mercado Interno e Margens de Rentabilidade
[CONFIDENCIAL]/ [RESTRITO]
P1
P2
P3
P4
P5
Demonstrativo de Resultado (em Mil Reais)
A. Receita Líquida
Mercado Interno
100
99,99
96,12
84,17
67,04
B. Custo do Produto Vendido - CPV
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
C. Resultado Bruto
{A-B}
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
D. Despesas Operacionais
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
D1. Despesas Gerais e
Administrativas
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
D2. Despesas com Vendas
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
D3. Resultado Financeiro (RF)
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
D4. Outras Despesas (Receitas)
Operacionais (OD)
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
E. Resultado Operacional
{C-D}
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
F. Resultado Operacional
(exceto RF)
{C-D1-D2-D4}
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
G. Resultado Operacional
(exceto RF e OD)
{C-D1-D2}
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
Margens de Rentabilidade (%)
H. Margem Bruta
{C/A}
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
I. Margem Operacional
{E/A}
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
J. Margem Operacional
(exceto RF)
{ F/ A }
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
K. Margem Operacional
(exceto RF e OD)
{G/A}
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
Elaboração: SDCOM
Fonte: RFB e Indústria Doméstica
408. A respeito da demonstração de resultados e das margens de lucro
associadas, obtidas com a venda de EBMEG de fabricação própria no mercado interno,
registre-se que o CPV apresentou um aumento de 18,1% de P1 para P2, seguido de
sucessivas quedas nos demais períodos. Considerando-se todo o período analisado houve
uma queda de 29,5%.
409. O resultado bruto com a venda de EBMEG no mercado interno apresentou
queda de 46,9% de P1 a P5 e a margem bruta da indústria doméstica apresentou retração
de [CONFIDENCIAL] p.p. considerando-se os extremos da série.
410. O resultado operacional da indústria doméstica se reduziu em 106,7% ao
se considerar todo o período de investigação, [CONFIDENCIAL]. A margem operacional
apresentou comportamento semelhante ao resultado operacional: considerando-se todo o
período
de investigação
de
dano, a
margem operacional
obtida
em P5
piorou
[CONFIDENCIAL]p.p. em relação a P1.
411. No tocante ao resultado operacional excluindo-se os resultados financeiros
foi observada queda de 19,9% entre P1 e P5, enquanto a margem operacional exceto o
resultado financeiro apresentou elevação de [CONFIDENCIAL]p.p. ao se considerar os
extremos da série.
412. Em relação ao resultado operacional excluindo-se as receitas financeiras e
outras despesas foi observada queda de 46,9% entre P1 e P5, enquanto a margem
operacional exceto o resultado financeiro e outras despesas apresentou decréscimo de
[CONFIDENCIAL]p.p. ao se considerar os extremos da série.
Demonstrativo de Resultado no Mercado Interno por Unidade (R$/t)
[CONFIDENCIAL] / [RESTRITO]
P1
P2
P3
P4
P5
A. Receita Líquida
Mercado Interno
100
83,66
98,97
98,83
95,91
B. Custo do Produto Vendido -
CPV
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]

                            

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