DOU 16/09/2022 - Diário Oficial da União - Brasil

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51
Nº 177, sexta-feira, 16 de setembro de 2022
ISSN 1677-7042
Seção 1
Importações Totais (em kg)
[ R ES T R I T O ]
P1
P2
P3
P4
P5
P1 - P5
Índia
-
100,0
-
2,9
152,7
[ R ES T . ]
Bangladesh
-
-
-
-
-
-
Total
(sob análise)
-
100,0
-
2,9
152,7
[ R ES T . ]
Variação
-
-
(100,0%)
-
5.246,5%
-
China
100,0
61,4
104,5
18,2
47,7
[ R ES T . ]
Reino Unido
-
100,0
75,0
-
-
-
Hong Kong
-
100,0
-
-
-
-
Vietnã
-
100,0
-
-
-
-
Outras(*)
-
-
-
-
-
-
Total
(exceto 
sob
análise)
100,0
65,9
104,5
18,2
47,7
[ R ES T . ]
Variação
-
(34,1%)
58,6%
(82,6%)
162,5%
(52,3%)
Total Geral
100,0
8.102,3
104,5
247,7
12.320,5
[ R ES T . ]
Variação
-
8.002,3%
(98,7%)
137,0%
4.873,4%
+ 12.220,5%
Elaboração: SDCOM
Fonte: RFB
240. Observou-se que o indicador de volume das importações brasileiras das
origens investigadas cessou de P2 para P3 e retornou de P3 para P4. No período
subsequente, houve aumento de 5.246,5% entre P4 e P5.
241. Com relação à variação de volume das importações brasileiras do
produto das demais origens ao longo do período em análise, houve redução de 34,1%
entre P1 e P2, enquanto de P2 para P3 foi registrado aumento de 58,6%. De P3 para
P4, houve redução de 82,6%, e entre P4 e P5, o indicador cresceu 162,5%. Ao se
considerar toda a série analisada, o indicador de volume das importações brasileiras do
produto das demais origens apresentou redução de 52,3%, considerado P5 em relação
ao início do período avaliado (P1).
242. Avaliando a variação de importações brasileiras totais no período
analisado, entre P1 e P2 verifica-se aumento de 8.002,3%. É possível verificar ainda
uma queda de 98,7% entre P2 e P3, enquanto de P3 para P4 houve crescimento de
137,0%, e entre P4 e P5, o indicador mostrou ampliação de 4.873,4%. Analisando-se
todo o período, as importações brasileiras totais apresentaram expansão de 12.220,5%,
considerado P5 em relação a P1.
Valor das Importações Totais (em CIF USD x1.000)
[ R ES T R I T O ]
P1
P2
P3
P4
P5
P1 - P5
Índia
-
100,0
-
13,3
86,3
[ R ES T . ]
Bangladesh
-
-
-
-
-
-
Total
(sob análise)
-
100,0
-
13,3
86,3
[ R ES T . ]
Variação
-
-
(100,0%)
-
550,2%
-
China
100,0
319,3
212,3
31,7
49,8
[ R ES T . ]
Reino Unido
-
100,0
56,4
-
-
-
Hong Kong
-
100,0
-
-
-
-
Vietnã
-
100,0
-
-
-
-
Outras(*)
-
-
-
-
-
-
Total
(exceto 
sob
análise)
100,0
343,4
214,8
31,7
49,8
[ R ES T . ]
Variação
-
243,4%
(37,5%)
(85,2%)
56,9%
(50,2%)
Total Geral
100,0
7.344,9
214,8
961,2
6.092,8
[ R ES T . ]
Variação
-
7.244,9%
(97,1%)
347,5%
533,9%
+ 5.992,8%
Elaboração: SDCOM
Fonte: RFB
243. Observou-se que o indicador de valor CIF das importações brasileiras
da origem investigada cessou de P2 para P3 e retornou de P3 para P4. No período
subsequente houve aumento de 550,2% entre P4 e P5.
244. Com relação à variação do valor CIF das importações brasileiras do
produto das demais origens ao longo do período em análise, houve aumento de
243,4% entre P1 e P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar retração de 37,5%.
De P3 para P4, houve redução de 85,2%, e entre P4 e P5, o indicador sofreu elevação
de 56,9%. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de valor CIF das
importações brasileiras do produto das demais origens apresentou retração de 50,2%,
considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
245. Avaliando a variação do valor CIF das importações brasileiras totais no
período analisado, entre P1 e P2, verifica-se aumento de 7.244,9%. É possível verificar
ainda uma redução de 97,1% entre P2 e P3, enquanto de P3 para P4 houve
crescimento de 347,5%, e entre P4 e P5, o indicador mostrou ampliação de 533,9%.
Analisando-se todo o período (P1 a P5), o valor CIF das importações brasileiras totais
apresentou expansão de 5.992,8%.
Preço das Importações Totais (em CIF USD / kg)
[ R ES T R I T O ]
P1
P2
P3
P4
P5
P1 - P5
Índia
-
100,0
-
464,8
56,5
[ R ES T . ]
Bangladesh
-
-
-
-
-
-
Total
(sob análise)
-
100,0
-
464,8
56,5
[ R ES T . ]
Variação
-
-
(100,0%)
-
(87,8%)
-
China
100,0
520,5
203,1
174,5
104,3
+ 0,12
Reino Unido
-
100,0
75,2
-
-
-
Hong Kong
-
100,0
-
-
-
-
Vietnã
-
100,0
-
-
-
-
Outras(*)
-
-
-
-
-
-
Total
(exceto 
sob
análise)
100,0
550,2
189,4
187,7
100,0
[ R ES T . ] )
Variação
-
421,1%
(60,6%)
(15,1%)
(40,2%)
+ 4,3%
Total Geral
100,0
521,1
205,4
174,5
104,3
[ R ES T . ] )
Variação
-
(9,3%)
126,5%
88,9%
(87,3%)
(50,5%)
Elaboração: SDCOM
Fonte: RFB
246. Observou-se que não houve volume importado das origens investigadas
em P1 e em P3. Assim, quando se compara o preço médio (CIF US$/kg) das importações
brasileiras das origens investigadas de P4 a P5, notou-se redução de 87,8%.
247. Com relação à variação de preço médio (CIF US$/t) das importações
brasileiras das demais origens ao longo do período em análise, houve aumento de 421,1%
de P1 a P2, enquanto de P2 a P3 é possível detectar retração de 60,6%. De P3 a P4, houve
diminuição de 15,1%, e de P4 a P5, o indicador sofreu redução de 40,2%. Ao se considerar
toda a série analisada, o indicador de preço médio (CIF US$/kg) das importações brasileiras
das demais origens apresentou aumento de 4,3%, considerado P5 em relação ao início do
período avaliado (P1).
248. Avaliando a variação do preço médio das importações brasileiras totais no
período analisado, de P1 a P2, verifica-se redução de 9,3%. É possível verificar ainda
elevação de 126,5% de P2 a P3 e de 88,9% de P3 a P4. Houve redução de 87,3% de P4 a
P5. Analisando-se todo o período, o preço médio das importações brasileiras totais
apresentou contração de 50,5%, considerado P5 em relação a P1.
6.2 Do mercado brasileiro, do consumo nacional aparente (CNA) e da evolução
das importações
249. Para dimensionar
o mercado brasileiro de sacos
de juta foram
consideradas as quantidades vendidas, de fabricação própria, no mercado interno pela
indústria doméstica, líquidas de devoluções e reportadas pelo peticionário, atualizadas
após verificação in loco, bem como as quantidades importadas apuradas com base nos
dados de importação fornecidos pela RFB, apresentadas no item anterior. Sobre o outro
produtor nacional, o peticionário estimou que a empresa tenha produzido e vendido um
volume de [RESTRITO] kg de P1 a P3, [RESTRITO] kg em P4 e [RESTRITO] kg em P5. A
Subsecretaria solicitou dados à referida empresa por meio do envio de notificações de
início da revisão. Entretanto, não houve resposta desta parte.
250. Tendo em conta que não houve consumo cativo, não foi realizada análise
do consumo nacional aparente (CNA), posto que seria idêntico ao mercado brasileiro.
Do Mercado Brasileiro, e da Evolução das Importações (em kg)
[ R ES T R I T O ]
P1
P2
P3
P4
P5
P1 - P5
Mercado Brasileiro
Mercado 
Brasileiro
{A+B+C}
100,0
90,6
95,1
138,3
146,3
[ R ES T . ]
Variação
-
(9,4%)
5,0%
45,4%
5,8%
+ 46,3%
A.
Vendas Internas
-
Indústria Doméstica
100,0
85,5
92,8
134,2
143,6
[ R ES T . ]
Variação
-
(14,5%)
8,6%
44,6%
6,9%
+ 43,6%
B.
Vendas Internas
-
Outras Empresas
100,0
100,0
100,0
100,0
100,0
[ R ES T . ]
Variação
-
-
-
47,0%
2,1%
+ 50,0%
C. Importações Totais
100,0
8.102,3
104,5
247,7
12.320,5
[ R ES T . ]
C1. 
Importações 
-
Origens sob Análise
-
100,0
-
100,0
5.346,5
[ R ES T . ]
Variação
-
-
(100,0%)
-
5.246,5%
-
C2. 
Importações 
-
Outras Origens
100,0
65,9
104,5
18,2
47,7
[ R ES T . ]
Variação
-
(34,1%)
58,6%
(82,6%)
162,5%
(52,3%)
Participação no Mercado Brasileiro
Participação das Vendas
Internas 
da 
Indústria
Doméstica {A/(A+B+C)}
100,0
94,4
97,6
97,1
98,1
[ R ES T . ]
Participação das Vendas
Internas 
de 
Outras
Empresas {B/(A+B+C)}
100,00
110,3
95,2
101,2
96,5
[ R ES T . ]
Participação 
das
Importações 
Totais
{C/(A+B+C)}
-
100,0
-
-
100,0
[ R ES T . ]
Participação 
das
Importações - Origens
sob 
Análise
{C1/(A+B+C)}
-
100,0
-
100,0
5.053,4
[ R ES T . ]
Participação 
das
Importações 
- 
Outras
Origens {C2/(A+B+C)}
100,0
72,8
109,9
13,1
32,6
-
Variação
[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
Representatividade das Importações de Origens sob Análise
Participação 
no
Mercado 
Brasileiro
{C1/(A+B+C)}
-
100,0
-
100,0
5.053,4
-
Variação
[ R ES T . ] .
[ R ES T . ] .
[ R ES T . ] .
[ R ES T . ] .
[ R ES T . ] .
[ R ES T . ] .
Participação 
nas
Importações 
Totais
{C1/C}
-
100,0
-
93,4
100,4
-
Variação
[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
F. Volume de Produção
Nacional {F1+F2}
100,0
84,1
88,9
126,9
136,2
[ R ES T . ]
Variação
-
(15,9%)
5,7%
42,7%
7,6%
+ 36,5%
F1. Volume de Produção
- Indústria Doméstica
100,0
77,8
84,4
118,8
130,7
[ R ES T . ]
Variação
-
(22,2%)
8,6%
40,7%
10,4%
+ 31,1%
F2. Volume de Produção
- Outras Empresas
100,0
100,0
100,0
147,0
102,1
[ R ES T . ]
Variação
-
-
-
47,0%
2,1%
+ 50,0%
Relação com o Volume
de Produção Nacional
{C1/F}
-
100,0
-
-
100,0
-
Variação
[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
Elaboração: SDCOM
Fonte: RFB e Indústria Doméstica
251. Observou-se que o indicador de mercado brasileiro de sacos de juta
diminuiu 9,4% de P1 para P2 e aumentou 5,0% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes,
houve aumento de 45,4 % entre P3 e P4, e considerando o intervalo entre P4 e P5, houve
crescimento de 5,8%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de mercado
brasileiro de tubos de aço revelou variação positiva de 46,3% em P5, comparativamente a
P1.
252. Observou-se que as importações objeto do direito cessaram de P2 para P3
e retornaram de P3 para P4. No período subsequente, houve aumento de 5.246,5% entre
P4 e P5. Não houve importações em P1. Quando se compara P2 a P5, houve crescimento
de 52,71%. Ressalte-se, porém, que os volumes importados foram sempre pouco
significativos.
253. Observou-se que o indicador de participação das importações das origens
objeto do direito no mercado brasileiro aumentou [RESTRITO] p.p. de P1 para P2 e reduziu
a [RESTRITO] p.p. de P2 para P3, já que não houve importações em P3, e também de P3
para P4, pois o volume importado foi residual. No período subsequente, houve
crescimento de [RESTRITO] p.p. de P4 a P5. Ao se considerar todo o período de análise, o
indicador de participação da origem objeto do direito no mercado brasileiro aumentou
[RESTRITO] p.p. em P5, comparativamente a P1.
254. Com relação à variação de participação das importações das demais
origens no mercado brasileiro ao longo do período em análise, houve redução de
[RESTRITO] p.p. entre P1 e P2. De P2 para P3 é possível detectar aumento de [RESTRITO]
p.p., enquanto de P3 para P4 houve retração de [RESTRITO] p.p., e de P4 para P5, revelou-

                            

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