DOU 15/12/2022 - Diário Oficial da União - Brasil
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Nº 235, quinta-feira, 15 de dezembro de 2022
ISSN 1677-7042
Seção 1
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Para efeito dessa metodologia, foram consideradas de curto prazo, entregas a serem
realizadas até 2022. As previstas até 2026 seriam de médio prazo, e as posteriores seriam de
longo prazo.
O Plano Nossa Amazônia inclui ações transversais que, por seu impacto, devem ser
iniciadas imediatamente, independentemente de suas entregas finais serem para curto,
médio ou longo prazos.
Verificou-se, também, se as ações propostas eram suficientes para assegurar as
entregas nos prazos estabelecidos. Como a operacionalização plena dos objetivos será
efetivada em passos futuros, não se tratou de esgotar as ações exigidas diante da expectativa
de entrega de cada objetivo, mas sim, assegurar o entendimento dos grandes marcos
necessários à sua consecução.
Na sequência realizou-se uma devolutiva aos representantes dos órgãos e ministérios
que participaram da primeira etapa, com a finalidade de identificar oportunidades de
atualização e possibilitar o correto direcionamento das avaliações. Foi realizada sob a forma
de discussão dirigida.
1.5.
Aprovação no âmbito do CNAL e publicidade
A aprovação deste documento e seus anexos, se insere na competência do Conselho
para articular ações visando à implementação das políticas públicas relacionadas à Amazônia
Legal, de forma a atender a situações que exijam providências especiais ou de caráter
emergencial.
A Secretaria Executiva, por meio da Assessoria de Comunicação da Vice-Presidência da
República, coordenará a comunicação das ações e dos resultados inerentes ao CNAL. Essa
coordenação, de que trata o item acima, dar-se-á por meio da articulação e interação com os
demais meios de comunicação dos órgãos componentes do CNAL. A implementação exigirá a
articulação nos diferentes ministérios, organizações, agentes públicos e privados e outros
atores da sociedade envolvidos, para a devida atenção às prioridades da Região.
1.6.
Articulação e Integração
A articulação e a integração consideram a importância da mobilização de diversas
representações da sociedade e de entes públicos para o alcance de objetivos comuns em
prol da preservação, da proteção, do desenvolvimento sustentável e da integração da
Amazônia Legal.
Desta forma, a estratégia aqui estabelecida fortalece a expectativa de alinhamento
entre as diversas temáticas relacionadas, os interesses dos potenciais patrocinadores, as
necessidades dos cidadãos, dos municípios, dos estados e da própria União, e os interesses de
Estado, consubstanciados no Planejamento Estratégico.
O registro das etapas realizadas assegura transparência ao esforço empreendido pelos
integrantes do CNAL na construção de soluções efetivas aos grandes problemas que afetam a
região e a todos os que nela vivem, de maneira a possibilitar o caminho efetivo ao cenário
desejado para e por todos os brasileiros:
Proteger e preservar a Amazônia é desenvolver o Brasil!
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