DOU 18/05/2023 - Diário Oficial da União - Brasil
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Nº 94, quinta-feira, 18 de maio de 2023
ISSN 1677-7069
Seção 3
g. Medidas de Sistemas de Energia
Instrumentos de
Medidas Elétricas: Erros,
Classe de
Exatidão, Calibre,
Sensibilidade, Resolução; Princípios de Funcionamento de Instrumentos Eletromecânicos,
Simbologia de Painel. Medição de Potência Ativa e Reativa: Wattímetro Eletrodinâmico;
Medição de Potências em Circuitos Monofásicos e Trifásicos; Cossifímetros de Bobinas
Cruzadas; Medição de Fator de Potência; Identificação de Sequência de Fases Utilizando
Cossifímetro e Wattímetro. Transformadores para Instrumentos: Transformador de
Corrente (TC) e de Potencial (TP) (Erros de Ângulo e de Relação, Normas), Efeito
Combinado dos Erros Introduzidos Pelos Wattímetros, TPs e TCs na Medição de Potência
ou Energia. Medição de energia: Instrumentos de Indução o Medidor de Energia de
Indução (Equação do Torque, Ajustes). Medição de demanda: Conceitos Básicos, Estudos
dos Instrumentos Registradores, Integradores e com Retardo. Medição do Fator de
Potência: Estudo dos Principais Tipos de Medidores Monofásicos e Polifásicos (Equações
do Torque), outros métodos para determinação do fator de potência. Medição de
Resistências e Impedâncias: Técnicas de Medição de Resistências Elevadas, Médias e
Fracas; Medição de Resistências de Isolamento; Identificação de Defeitos em Cabos de
Energia; Pontes para Medição de Impedâncias.
h. Eletrônica de Potência
Chaves semicondutoras para eletrônica de potência: SCRs, Transistores, IG BT
s , GTOs, características, limitações térmicas
e elétricas. Análise térmica dos
semicondutores de potência. Tipos de retificadores polifásicos controlados. Classificação
dos retificadores. Formas de onda principais. Análise de retificadores com carga. Análise
harmônica, efeito de comutação, regulação de tensão. Circuitos de comando para
retificadores.
Controles
analógicos
e digitais,
linearização
do
controle. Inversores
polifásicos controlados. Inversores de meia onda e de onda completa. Análise da
regulação em inversores. Inversores de tensão e de corrente, controle de tensão em um
inversor,
análise harmônica.
Conversores
CC-CC.
Choppers (retalhadores) e fontes
chaveadas.
i. Subestações Industriais
Sistemas de Abastecimento de Energia Elétrica Industrial: Tipos de instalações
de abastecimento. Subestações: conceito; tipos existentes; diagrama unifilar; arranjos
típicos, escolha, vantagens e desvantagens, análise comparativa; qualidades necessárias a
uma
SE.
Dimensionamento
de
Materiais
e
Equipamentos
para
Subestações:
Transformadores. Barramentos e cabos de energia: características e dimensionamento.
Chave seccionadora primária, isoladores, buchas de passagem e muflas: generalidades,
tipos existentes, aplicações, dimensionamento e especificação. Quadros de distribuição
em média tensão: tipos, dimensionamento, especificação e instrumentos de medição.
Eletrocalhas, escadas, bandejas e leitos para cabos: utilização, vantagens e desvantagens,
dimensionamento. Padrões de Subestações de Entrada e Distribuição das Concessionárias:
Padrões em 13,8 kV e em 34,5 kV. Dimensionamento Físico de Subestações. Curto-
circuito: Correntes de curto-circuito: Tipos de curto-circuito. Valores por unidade (pu).
Impedância reduzida do sistema. Sistemas de Aterramento: Características de sistemas
não aterrados. Vantagens do sistema aterrado. Comparação entre sistemas aterrados e
não aterrados. Métodos de aterramento. Resistividade e resistência do solo: Estratificação
do solo. Resistividade
média. Resistividade aparente. Resistência
de aterramento.
Requisitos principais de um aterramento. Valores aceitáveis de resistência. Potencial de
toque.
Potencial
de
passo.
Potencial
de
transferência.
Curvas
equipotenciais-
características. Dimensionamento de malha de aterramento para subestações.
j. Acionamentos Elétricos
Esquemas básicos de acionamentos: características mecânicas, características
da carga e característica resultante motor-carga; Tipos principais de acionamentos.
Diagramas Elétricos: de blocos, unifilares, de força e de controle, de montagem e, de
interligação. Componentes elétricos básicos usados em acionamentos: chaves, relés,
sinalizadores, interruptores, contatores e disjuntores. Contatos elétricos: classificação
quanto ao material; símbolos gráficos; contatos principais e auxiliares; contatos
instantâneos e temporizados. Dispositivos Pilotos e Sensores: princípios de funcionamento
e características de atuação essenciais à especificações de pressostato, chaves-bóia,
umidostatos, interruptores fotoelétricos, termostatos, detetores termovelocimétricos e de
fumaça. Critérios de escolha do motor: aspectos técnicos e econômicos; exame das
características da carga a ser acionada e do motor para o acionamento dessas cargas.
Análise para aplicação de motores de indução: especificação de tensão, classe de
isolamento, proteção, potência, velocidade, categoria e acessórios especiais. Partida e
frenagem dos motores de corrente contínua: aspectos elétricos, dispositivos manuais e
automáticos utilizados na partida. Partida e frenagem dos motores de indução: aspectos
elétricos, dispositivos manuais e automáticos utilizados na partida. Partida e frenagem
dos motores síncronos: aspectos elétricos, dispositivos manuais e automáticos utilizados
na partida. Controle de velocidade de motores de indução: Métodos usados.
BIBLIOGRAFIA
Circuitos Elétricos
CLOSE, Charles. Circuitos lineares. 2ª edição. Livros Técnicos e Científicos S.A,
1975.
NILSSON, J W; RIEDEL, S A. Circuitos elétricos. 6ª edição. Livros Técnicos e
Científicos S.A, 2003.
Análise de Sistemas Elétricos de Potência
MONTICELLI, A. e GARCIA, A., Introdução a Sistemas de Energia Elétrica, 2ª
edição. UNICAMP, 2011.
STEVENSON JR., William; GRAINGER, J. J. Power system analysis. Mc Graw-Hill,
1994.
ROBBA, Ernesto. Introdução a sistemas elétricos de potência - componentes
simétricas. 2ª edição. Editora Edgard Blücher, 2000.
MONTICELLI, A., Fluxo de Carga em Redes de Energia Elétrica, Editora Edgard
Blücher. Ltda.
Controle e Servo-Mecanismo
OGATA, Katsuhiko. Engenharia de controle moderno. 4ª edição. Editora
Prentice Hall, 2003.
GENE, F Franklin; POWEL, David; NAEINI, Abbas Emami. Feedback control of
dynamics systems. 3ª edição. Editora Addison-Wesley, 1999.
Conversão de Energia
KOSOW, I., L., Máquinas Elétricas e Transformadores. 15ª edição. Editora
Globo.
FITZGERALD, A.E. ; UMANS, S. D. e KINGSLEY, Jr, C., Máquinas Elétricas: Com
introdução à Eletrônica de Potência. 6ª edição. Bookman.
Instalações Elétricas
COTRIM, Ademaro A.M. Instalações elétricas. 3ª edição. Makron Books,
1992.
CREDER, Hélio. Instalações elétricas. 14ª edição. Livros Técnicos e Científicos
S.A, 2000.
ABNT. NBR 5410 - Instalações elétricas de baixa tensão. ABNT, 2004.
Distribuição de Energia Elétrica
OLIVEIRA, Carlos César Barione de, KAGAN, Nelson, ROBBA, Ernesto João.
Introdução aos sistemas de distribuição de energia elétrica. Edgard Blucher, 2005.
PRODIST, Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica, ANEEL.
Medidas de Sistemas de Energia
MEDEIROS FILHO, S. Fundamentos de medidas elétricas. 2ª edição. Guanabara
Dois, 1981.
MEDEIROS FILHO, S. Medição de energia elétrica. 3ª edição. Guanabara Dois,
1983.
Eletrônica de Potência
MOHAN, N. Power electronics: converters, applications, and design. 1995.
RASHID, M. H. Power electronics: circuits, devices, and applications. 1993.
Subestações Industriais
MAMEDE FILHO, João. Instalações elétricas industriais. Livros Técnicos e
Científicos S.A, 1997.
Acionamentos Elétricos
STEPHAN, Richard Magdalena. Acionamento, comando e controle de máquinas
elétricas. 1ª Edição. Editora Ciência Moderna.
FRANCHI, Claiton Moro. Acionamentos Elétricos. 5ª edição. Editora Érica
5. ENGENHARIA DE FORTIFICAÇÃO E CONSTRUÇÃO (ENGENHARIA CIVIL)
a. Resistência dos Materiais
Noções de Tensão e Deformação; A base experimental da Resistência dos
Materiais; Lei de Hooke; Módulos de elasticidade longitudinal e transversal; Coeficiente
de Poisson; Potencial elástico; Princípio de Saint Venant; Princípio da superposição.
Principais Propriedades dos Materiais Estruturais: Modificações das Propriedades, em
virtude da
influência do
tempo e
da temperatura.
Deformação lenta.
NOÇÕES
PRELIMINARES DE ELASTICIDADE TÉCNICA: Definição do estado de tensão em um ponto.
O paralelepípedo elementar considerado nas vizinhanças de um ponto. Notações.
Convenções de sinais. Forças elásticas e de massa. Equações diferenciais de equilíbrio do
paralelepípedo elementar. Os diferentes tipos de estado de tensão ocorrentes nas
vizinhanças de um ponto. MÉTODO GERAL DA RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS: Conceituação
de peça prismática sob o ponto de vista da resistência dos materiais. Um método geral
para o estado das mesmas. PEÇAS RETAS SOB A AÇÃO DE FORÇAS AXIAIS: Verificação e
dimensionamento de peças retas sob a ação de cargas axiais. Tração e compressão.
Potencial armazenado. PEÇAS RETAS SOLICITADAS TRANSVERSALMENTE: Momento fletor
e esforço cortante. Flexão simples e flexão pura. Flexão oblíqua. Efeitos do momento
fletor. Tensões e deformações locais. Módulos de seção. Deformação geral da peça
fletida. Equação diferencial da elástica e sua integração. Os métodos de Mohr e de
Newmark para o estudo da elástica. Efeitos do esforço cortante na deformação da peça
fletida. Distinção entre corte e cisalhamento. Tensões de corte. Tensões de cisalhamento.
O potencial armazenado na peça fletida. Peças de seção composta trabalhando como
vigas. Ligações (rebites e cavilhas, parafuso, cola. PEÇAS RETAS SUBMETIDAS À TORÇÃO:
Influência da forma da seção no comportamento da peça torcida. Analogia da membrana.
Estudo das peças de seção circular: tensões, deformações, potencial armazenado. Estudo
sumário do comportamento das peças com outras formas de seção. Estudo da mola
helicoidal de pequeno passo. FLEXÃO COMPOSTA EM PEÇAS CURTAS: Os diferentes casos
de flexão composta. A flexão composta em peças curtas. Tensões. O núcleo central.
Momentos nucleares; Flexão composta no caso de materiais não resistentes à tração.
Distribuição das tensões. Flexão reta em peças de seção retangular. Outras formas de
seção. FLEXÃO COMPOSTA EM PEÇAS LONGAS: A flexão composta em peças longas.
Noções de carga crítica no caso de peças comprimidas. FLAMBAGEM EM PEÇAS
COMPRIMIDAS: Peças reta e comprimidas pelos topos. Noções de peça ideal e de peça
real ou imperfeita; estudo de peça ideal. Fórmula de Euler. Esbeltez Limite; estudo da
peça imperfeita ou real. Limite de resistência com flambagem. Fórmulas empíricas;
Conclusões: Critério para a fixação dos limites de resistência das peças comprimidas;
Solução dos problemas de verificação e dimensionamento das peças comprimidas.
CRITÉRIOS DE RESISTÊNCIA: Limitação das solicitações impostas aos materiais. Causas de
deterioração estrutural: as diferentes hipóteses de resistência; critérios para a fixação dos
coeficientes de segurança. TEOREMAS GERAIS DO TRABALHO: Teorema dos trabalhos
virtuais e suas aplicações; Teoremas de Betti, de Maxwell e suas aplicações; Teoremas de
Castigliano, de Menabrea e suas aplicações.
b. Estática e Hiperestática das Estruturas
RESOLUÇÃO DE ESTRUTURAS ISOSTÁTICAS PLANAS E ESPACIAIS. CARGAS
MÓVEIS - LINHAS DE INFLUÊNCIA EM ESTRUTURAS ISOSTÁTICAS. DEFORMAÇÃO EM
ESTRUTURAS ISOSTÁTICAS). HIPERESTÁTICA - MÉTODO DAS FORÇAS: Grau hiperestático.
Mecanismo do método das forças. Termos de carga para carregamento exterior. Termos
de carga para casos de temperatura e recalque de apoio. Diagramas finais e envoltórias
solicitantes. Resolução de treliças interna e externamente hiperestática. Resolução de
estruturas hiperestáticas
com apoio
elástico. Resolução
de grelhas
hiperestáticas.
Artifícios hiperestáticos do arranjo das cargas e das matrizes simétricas. Cálculo das
deformações
em
estruturas
hiperestáticas.
Teorema
da
resolução
aplicada
a
carregamentos exteriores, variação de temperatura e recalque de apoio. Verificação de
diagramas. HIPERESTÁTICA - MÉTODO DAS DEFORMAÇÕES: Deslocabilidades lineares e
angulares. Deslocamento ortogonal recíproco. Método das deformações para estruturas
indeslocáveis externamente. Grandezas básicas. Casos de carregamentos exteriores, de
variação de temperatura e de recalques de apoio. Estruturas com apoios elásticos.
Método das deformações para estruturas com deslocabilidades lineares. Traçado de
Williot.
Estruturas
simétricas
com
carregamentos
simétricos
e
antissimétricos.
HIPERESTÁTICA - PROCESSO DE CROSS: Conceitos fundamentais de coeficientes de rigidez,
de transmissão e de distribuição. Resolução de estruturas hiperestáticas sem
deslocabilidades externas. Resolução de estruturas hiperestáticas com deslocabilidades
externas.
c. Materiais de Construção
MATERIAIS
BETUMINOSOS: conceitos
fundamentais.
Noções, obtenção
e
diferenciação. Asfaltos: cimento asfáltico, asfaltos diluídos, asfaltos emulsionados, asfaltos
modificados e asfaltos oxidados. Emprego na construção. AGREGADOS: Definição. Noções
de Granulometria. Série de Peneiras. Classificação. Emprego. Características tecnológicas:
Forma; massa específica; umidade superficial; coeficiente de umidade; coeficiente de
vazios; inchamento, especificações e ensaios. Características tecnológicas: granulometria
ótima; mistura de agregados; resistência mecânica; durabilidade; resistência ao desgaste;
impurezas; aderência. Especificações e ensaios. AGLOMERANTES MINERAIS: Características
Gerais. Classificação. Aglomerantes simples. Grupo calcário argiloso: cal aérea; cal
hidráulica; cimento natural; especificações. Cimento Portland: noções de fabricação;
composição potencial; especificações; tipos e ensaios. Gesso e cimento aluminoso.
Especificações e
propriedades. Aglomerantes compostos: cimentos
pozolânicos e
metalúrgicos. Especificações
e propriedades. TECNOLOGIA
DA ARGAMASSA
E DO
CONCRETO: Importância do estudo. Definição do concreto hidráulico e de argamassa.
Componentes; indicação das proporções dos componentes. Requisitos gerais de um
concreto: qualidades dos componentes e proporção na mistura. Fator água/cimento.
Dosagem.
Métodos.
Execução.
Prática.
Preparo
e
cuidados;
trabalhabilidade;
amassamento; betoneiras e centrais de concreto; transporte e lançamento; tremonhas,
bombas e calhas; adensamento e vibradores. Idade do concreto. Verificação da
resistência. Módulo de elasticidade. Ensaios. Resistência característica da dosagem, desvio
padrão. Coeficientes de variação. Padrão das qualidades das obras. Controle de
resistência. Durabilidade do concreto. Permeabilidade do concreto. Deformações do
concreto, imediatas e lentas. Retração e expansão. Efeitos da variação de temperatura.
Aditivos ao concreto: plastificantes; aceleradores de pega; retardadores de pega;
incorporadores de ar, expansores, corantes e impermeabilizantes. Concretos diversos:
refratários, leves, de proteção contra radiações nucleares. Argamassas: classificação;
rendimento; emprego; traços.
d. Estruturas de Concreto
FUNDAMENTOS DO CONCRETO ARMADO: Constituição do concreto armado;
Propriedades do concreto; Propriedades dos aços empregados no concreto armado;
propriedades do Concreto armado. DIMENSIONAMENTO E VERIFICAÇÃO DE TENSÕES:
Cálculo de lajes. Processo usuais de cálculo. Prescrições da norma. Dimensionamento.
Flexão reta simples. Vigas de seção retangular e seção T. Dimensionamento na ruptura.
Armadura dupla. Vigas super armadas. Dimensionamento à flexão no regime elástico.
Armadura simples e dupla. Lajes nervuradas. Processos de cálculo. Dimensionamento.
Cisalhamento no estado limite última vigas de seção variável. PROJETO DE UMA
ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO: Elementos de um projeto estrutural. Constituição de
uma estrutura. Estudo de plantas de forma. Desenvolvimento de um edifício residencial:
cálculo e desenho de lajes e vigas. DIMENSIONAMENTO E VERIFICAÇÃO DE TENSÕES EM
PEÇAS DE CONCRETO ARMADO: Compressão axial: pilares simples e cintados. Flambagem.
Flexão simples oblíqua na ruptura. Processo geral. Flexão composta na ruptura. Seção
retangular e seção T. Seção circular. Seção qualquer. Flexão composta oblíqua. Torção.
Dimensionamento de peças sujeitas à torção. PROJETO DE UMA ESTRUTURA DE
CONCRETO
ARMADO:
ESCADAS.
Sistemas
estruturais.
Processos
de
cálculo.
Dimensionamento de escadas usuais. CAIXAS D`ÁGUA: Tipos de caixas. Processos de
cálculo. Dimensionamento de cortinas do subsolo dos edifícios residenciais. Lajes,
cogumelos. Processos de cálculo. Dimensionamento. Desenvolvimento de um edifício
residencial. Cálculo e desenho de pilares, escadas e caixas d'água. Cálculo e desenho de
fundações. ESTRUTURAS DE CONCRETO PROTENDIDO. Princípios básicos. Elementos
construtivos e suas definições. Classificação do protendido. Campo de aplicação. Normas.
Comparação entre o concreto armado e o concreto protendido. Processos de protensão.
Bancas de protensão. Cabos múltiplos e cabos concentrados. Principais processos
utilizados. MATERIAIS EMPREGADOS NO CONCRETO PROTENDIDO: Concreto: Resistência à
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