DOU 29/03/2023 - Diário Oficial da União - Brasil

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101
Nº 61, quarta-feira, 29 de março de 2023
ISSN 1677-7042
Seção 1
1. Processo TC-026.300/2022-2 (ATOS DE ADMISSÃO)
1.1. Interessada: Stefane de Souza Nascimento (CPF 134.787.047-40).
1.2. Unidade: Ministério da Saúde.
1.3. Relator: Ministro Jhonatan de Jesus.
1.4. Representante do Ministério Público: Procurador Rodrigo Medeiros de
Lima.
1.5. Unidade Técnica: Unidade de Auditoria Especializada em Pessoal
(AudPessoal).
1.6. Representação legal: não há.
1.7. Determinações/Recomendações/Orientações: não há.
ACÓRDÃO Nº 2054/2023 - TCU - 1ª Câmara
Os ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em sessão de 1ª
Câmara, ACORDAM, por unanimidade, de acordo com os pareceres emitidos nos autos e
com fundamento no art. 260, § 5º, do Regimento Interno, em considerar prejudicados, por
perda de objeto, os atos de admissão de pessoal dos interessados a seguir relacionados.
1. Processo TC-026.307/2022-7 (ATOS DE ADMISSÃO)
1.1. Interessados: Andre Luiz Sousa de Carvalho (CPF 095.561.127-07); Marcia
Rodrigues dos Santos (CPF 090.986.137-48); Maria de Fatima Ludolf Cacais (CPF
016.472.727-26) e Nathalia dos Santos Coutinho (CPF 155.217.657-60).
1.2. Unidade: Ministério da Saúde.
1.3. Relator: Ministro Jhonatan de Jesus.
1.4. Representante do Ministério Público: Procurador Rodrigo Medeiros de
Lima.
1.5. Unidade Técnica: Unidade de Auditoria Especializada em Pessoal
(AudPessoal).
1.6. Representação legal: não há.
1.7. Determinações/Recomendações/Orientações: não há.
ACÓRDÃO Nº 2055/2023 - TCU - 1ª Câmara
Os ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em sessão de 1ª
Câmara, ACORDAM, por unanimidade, de acordo com os pareceres emitidos nos autos e
com fundamento no art. 260, § 5º, do Regimento Interno, em considerar prejudicados, por
perda de objeto, os atos de admissão de pessoal dos interessados a seguir relacionados.
1. Processo TC-026.497/2022-0 (ATOS DE ADMISSÃO)
1.1. Interessados: Aline Marques da Silva (CPF 989.326.160-00); Ana Paula
Gomes do Nascimento (CPF 293.973.238-81); Flaica Wippel Pinheiro (CPF 003.632.129-06);
Mariana Berteli da Silva Pereira (CPF
091.672.909-57); Olmaro Paulo Mass (CPF
814.051.629-53) e Rodrigo Luiz de Oliveira Pinto (CPF 994.398.407-49).
1.2. Unidade: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa
Catarina.
1.3. Relator: Ministro Jhonatan de Jesus.
1.4. Representante do Ministério Público: Procurador Rodrigo Medeiros de
Lima.
1.5. Unidade Técnica: Unidade de Auditoria Especializada em Pessoal
(AudPessoal).
1.6. Representação legal: não há.
1.7. Determinações/Recomendações/Orientações: não há.
ACÓRDÃO Nº 2056/2023 - TCU - 1ª Câmara
Os ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em sessão de 1ª
Câmara, ACORDAM, por unanimidade, de acordo com os pareceres emitidos nos autos e
com fundamento nos arts. 71, inciso III, da Constituição Federal, 39, inciso I, da Lei
8.443/1992, e 260, §§ 1º e 2º, do Regimento Interno, em considerar legais, para fins de
registro, os atos de admissão de pessoal dos interessados relacionados abaixo.
1. Processo TC-026.837/2022-6 (ATOS DE ADMISSÃO)
1.1. Interessados: Antonio Carlos dos Santos (CPF 496.352.715-49); Carlos
Augusto Teles Matos (CPF 418.565.703-04); Fabio Luiz Ouriques (CPF 568.719.379-00);
Heleno Francisco de Menezes Junior (CPF 885.053.671-20); Josias Ferreira Cardoso (CPF
491.787.415-72); Max Medeiros Bernardo (CPF 738.596.997-68); Pedro Antonio da Silva
(CPF 493.758.904-06) e Valdir Borba de Araujo (CPF 711.824.624-72).
1.2. Unidade: Instituto Nacional do Seguro Social.
1.3. Relator: Ministro Jhonatan de Jesus.
1.4. Representante do Ministério Público: Procurador Rodrigo Medeiros de
Lima.
1.5. Unidade Técnica: Unidade de Auditoria Especializada em Pessoal
(AudPessoal).
1.6. Representação legal: não há.
1.7. Determinações/Recomendações/Orientações: não há.
ACÓRDÃO Nº 2057/2023 - TCU - 1ª Câmara
Trata-se de ato de admissão emitido pela Caixa Econômica Federal em favor de
Leonel de Oliveira Santos (CPF 038.847.011-93).
Considerando que a admissão em exame ocorreu após o prazo constitucional
de validade dos concursos públicos regidos pelos Editais 001/2014-NM e 001/2014-NS, por
força de decisão judicial proferida na Ação Civil Pública 0000059-10.2016.5.10.0006 (6ª
Vara do Trabalho de Brasília), que postergou a validade dos concursos até o trânsito em
julgado da decisão, ainda não ocorrido;
considerando que a validade desses certames (16/6/2016) foi estendida por
tempo indeterminado, fato que contraria as disposições do art. 37, inciso III, da
Constituição Federal, segundo o qual a validade de concursos públicos pode ser de até no
máximo quatro anos;
considerando que, em casos semelhantes, o TCU deliberou pela ilegalidade dos
atos de admissão, ante a inobservância do prazo de validade do concurso, sem prejuízo de
a relação contratual ser mantida enquanto estiver amparada por decisão judicial, a
exemplo dos Acórdãos 3.492/2021, 4.830/2021 e 8.137/2021, da Primeira Câmara, dos
Acórdãos 5.014/2021, 5.048/2021 e 9.274/2021, da Segunda Câmara, e do Acórdão
1.106/2020, do Plenário, entre outros;
considerando que em vários processos já foi determinado à Caixa Econômica
Federal 
que 
acompanhe 
os 
desdobramentos 
da 
Ação 
Civil 
Pública 
0000059-
10.2016.5.10.0006 e adote as medidas pertinentes no caso de desconstituição da sentença,
providência que deve ser implementada em todas as situações em que a nomeação foi
assegurada por decisão judicial precária;
considerando que, segundo o entendimento firmado a partir do Acórdão
1.414/2021-TCU-Plenário, cabe a apreciação de ato sujeito a registro mediante relação, na
forma do art. 143, inciso II, do Regimento Interno do TCU, nas hipóteses em que a
ilegalidade do ato decorra exclusivamente de questão jurídica de solução já pacificada na
jurisprudência desta Corte de Contas;
considerando, finalmente, que os pareceres da AudPessoal (peças 5-6) e do
Ministério Público junto ao TCU (peça 7) foram convergentes quanto à ilegalidade do
ato;
os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em sessão de 1ª Câmara
ACORDAM, por unanimidade, com fundamento no art. 71, inciso III, da Constituição
Federal c/c os arts. 1º, inciso V, e 39, inciso I, da Lei 8.443/1992 e com os arts. 143, inciso
II, parte final, e 260, § 1º, do Regimento Interno do TCU, em:
a) considerar ilegal o ato de admissão emitido em favor de Leonel de Oliveira
Santos e negar-lhe o respectivo registro;
b) fazer a determinação especificada no item 1.7.
1. Processo TC-028.025/2022-9 (ATOS DE ADMISSÃO)
1.1. Interessado: Leonel de Oliveira Santos (CPF 038.847.011-93).
1.2. Unidade: Caixa Econômica Federal.
1.3. Relator: Ministro Jhonatan de Jesus.
1.4. Representante do Ministério Público: Procurador Júlio Marcelo de
Oliveira.
1.5. Unidade Técnica: Unidade de Auditoria Especializada em Pessoal
(AudPessoal).
1.6. Representação legal: não há.
1.7. Determinação:
1.7.1. Determinar à Caixa Econômica Federal que dê conhecimento desta
deliberação ao interessado, no prazo de 15 dias, e comprove ao TCU a notificação, nos 15
dias subsequentes.
ACÓRDÃO Nº 2058/2023 - TCU - 1ª Câmara
Trata-se de ato de admissão emitido pela Caixa Econômica Federal em favor de
Matheus Maia Brito (CPF 064.419.825-79).
Considerando que a admissão em exame ocorreu após o prazo constitucional
de validade dos concursos públicos regidos pelos Editais 001/2014-NM e 001/2014-NS, por
força de decisão judicial proferida na Ação Civil Pública 0000059-10.2016.5.10.0006 (6ª
Vara do Trabalho de Brasília), que postergou a validade dos concursos até o trânsito em
julgado da decisão, ainda não ocorrido;
considerando que a validade desses certames (16/6/2016) foi estendida por
tempo indeterminado, fato que contraria as disposições do art. 37, inciso III, da
Constituição Federal, segundo o qual a validade de concursos públicos pode ser de até no
máximo quatro anos;
considerando que, em casos semelhantes, o TCU deliberou pela ilegalidade dos
atos de admissão, ante a inobservância do prazo de validade do concurso, sem prejuízo de
a relação contratual ser mantida enquanto estiver amparada por decisão judicial, a
exemplo dos Acórdãos 3.492/2021, 4.830/2021 e 8.137/2021, da Primeira Câmara, dos
Acórdãos 5.014/2021, 5.048/2021 e 9.274/2021, da Segunda Câmara, e do Acórdão
1.106/2020, do Plenário, entre outros;
considerando que em vários processos já foi determinado à Caixa Econômica
Federal que acompanhe os desdobramentos da Ação Civil Pública 0000059-
10.2016.5.10.0006 e adote as medidas pertinentes no caso de desconstituição da
sentença, providência que deve ser implementada em todas as situações em que a
nomeação foi assegurada por decisão judicial precária;
considerando que, segundo o entendimento firmado a partir do Acórdão
1.414/2021-TCU-Plenário, cabe a apreciação de ato sujeito a registro mediante relação,
na forma do art. 143, inciso II, do Regimento Interno do TCU, nas hipóteses em que
a ilegalidade do ato decorra exclusivamente de questão jurídica de solução já
pacificada na jurisprudência desta Corte de Contas;
considerando, finalmente, que os pareceres da AudPessoal (peça 5-6) e do
Ministério Público junto ao TCU (peça 7) foram convergentes quanto à ilegalidade do
ato;
os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em sessão de 1ª
Câmara ACORDAM, por unanimidade, com fundamento no art. 71, inciso III, da
Constituição Federal c/c os arts. 1º, inciso V, e 39, inciso I, da Lei 8.443/1992 e com
os arts. 143, inciso II, parte final, e 260, § 1º, do Regimento Interno do TCU, em:
a) considerar ilegal o ato de admissão emitido em favor de Matheus Maia
Brito e negar-lhe o respectivo registro;
b) fazer a determinação especificada no subitem 1.7.
1. Processo TC-030.842/2022-0 (ATOS DE ADMISSÃO)
1.1. Interessado: Matheus Maia Brito (CPF 064.419.825-79).
1.2. Unidade: Caixa Econômica Federal.
1.3. Relator: Ministro Jhonatan de Jesus.
1.4. Representante do Ministério Público: Procurador Júlio Marcelo de
Oliveira.
1.5. Unidade Técnica: Unidade de Auditoria Especializada em Pessoal
(AudPessoal).
1.6. Representação legal: não há.
1.7. Determinação:
1.7.1. Determinar à Caixa Econômica Federal que dê conhecimento desta
deliberação ao interessado, no prazo de 15 dias, e comprove ao TCU a notificação, nos
15 dias subsequentes.
ACÓRDÃO Nº 2059/2023 - TCU - 1ª Câmara
Trata-se de ato de admissão emitido pela Caixa Econômica Federal em favor
de Ariadne Barros Barkokebas (CPF 054.034.974-71).
Considerando 
que 
a 
admissão 
em
exame 
ocorreu 
após 
o 
prazo
constitucional de validade dos concursos públicos regidos pelos Editais 001/2014-NM e
001/2014-NS, por força de decisão judicial proferida na Ação Civil Pública 0000059-
10.2016.5.10.0006 (6ª Vara do Trabalho de Brasília), que postergou a validade dos
concursos até o trânsito em julgado da decisão, ainda não ocorrido;
considerando que a validade desses certames (16/6/2016) foi estendida por
tempo indeterminado, fato que contraria as disposições do art. 37, inciso III, da
Constituição Federal, segundo o qual a validade de concursos públicos pode ser de até
no máximo quatro anos;
considerando que, em casos semelhantes, o TCU deliberou pela ilegalidade
dos atos de admissão, ante a inobservância do prazo de validade do concurso, sem
prejuízo de a relação contratual ser mantida enquanto estiver amparada por decisão
judicial, a exemplo dos Acórdãos 3.492/2021, 4.830/2021 e 8.137/2021, da Primeira
Câmara, dos Acórdãos 5.014/2021, 5.048/2021 e 9.274/2021, da Segunda Câmara, e do
Acórdão 1.106/2020, do Plenário, entre outros;
considerando que em vários processos já foi determinado à Caixa Econômica
Federal que acompanhe os desdobramentos da Ação Civil Pública 0000059-
10.2016.5.10.0006 e adote as medidas pertinentes no caso de desconstituição da
sentença, providência que deve ser implementada em todas as situações em que a
nomeação foi assegurada por decisão judicial precária;
considerando que, segundo o entendimento firmado a partir do Acórdão
1.414/2021-TCU-Plenário, cabe a apreciação de ato sujeito a registro mediante relação,
na forma do art. 143, inciso II, do Regimento Interno do TCU, nas hipóteses em que
a ilegalidade do ato decorra exclusivamente de questão jurídica de solução já
pacificada na jurisprudência desta Corte de Contas;
considerando, finalmente, que os pareceres da AudPessoal (peças 5-6) e do
Ministério Público junto ao TCU (peça 8) foram convergentes quanto à ilegalidade do
ato;
os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em sessão de 1ª
Câmara ACORDAM, por unanimidade, com fundamento no art. 71, inciso III, da
Constituição Federal c/c os arts. 1º, inciso V, e 39, inciso I, da Lei 8.443/1992 e com
os arts. 143, inciso II, parte final, e 260, § 1º, do Regimento Interno do TCU, em:
a) considerar ilegal o ato de admissão emitido em favor de Ariadne Barros
Barkokebas e negar-lhe o respectivo registro;
b) fazer a determinação especificada no subitem 1.7.
1. Processo TC-030.848/2022-9 (ATOS DE ADMISSÃO)
1.1. Interessada: Ariadne Barros Barkokebas (CPF 054.034.974-71).
1.2. Unidade: Caixa Econômica Federal.
1.3. Relator: Ministro Jhonatan de Jesus.
1.4. Representante do Ministério Público: Procurador Júlio Marcelo de
Oliveira.
1.5. Unidade Técnica: Unidade de Auditoria Especializada em Pessoal
(AudPessoal).
1.6. Representação legal: não há.
1.7. Determinação:
1.7.1. Determinar à Caixa Econômica Federal que dê conhecimento desta
deliberação à interessada, no prazo de 15 dias, e comprove ao TCU a notificação, nos
15 dias subsequentes.

                            

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