DOU 06/09/2023 - Diário Oficial da União - Brasil
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Nº 171, quarta-feira, 6 de setembro de 2023
ISSN 1677-7042
Seção 1
1.7.2.1. o efeito suspensivo proveniente da interposição de eventual recurso
não a exime da devolução dos valores recebidos indevidamente após a respectiva
notificação, caso o recurso não seja provido;
1.7.2.2. uma vez implementadas as condições para recebimento de "quintos" e
"opção" até 18/1/1995, deverá a interessada optar por apenas uma das vantagens; e
1.7.3. no prazo de 30 (trinta) dias, contados da ciência desta decisão, envie a
este Tribunal documentos comprobatórios de que a interessada está ciente da presente
deliberação.
ACÓRDÃO Nº 10198/2023 - TCU - 1ª Câmara
Os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em sessão da Primeira
Câmara, ACORDAM, com fundamento no art. 143, V, "e", do RITCU, de acordo com os
pareceres emitidos nos autos, em deferir o pleito de prorrogação de prazo solicitada pelo
Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região/RJ, dilatando por 30 (trinta) dias o prazo para
cumprimento do Acórdão 6.244/2023-TCU-1ª Câmara, a contar do dia útil seguinte à
juntada do pedido, em 25/7/2023, comunicando esta decisão ao requerente.
1. Processo TC-028.102/2022-3 (APOSENTADORIA)
1.1. Interessada: Luci Henrique de Oliveira de Andrade Pinto (268.127.387-00).
1.2. Órgão/Entidade: Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região/RJ.
1.3. Relator: Ministro Jhonatan de Jesus.
1.4. Representante do Ministério Público: Procurador Rodrigo Medeiros de
Lima.
1.5.
Unidade Técnica:
Unidade de
Auditoria
Especializada em
Pessoal
(AudPessoal).
1.6. Representação legal: não há.
1.7. Determinações/Recomendações/Orientações: não há.
ACÓRDÃO Nº 10199/2023 - TCU - 1ª Câmara
Os ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em sessão de 1ª
Câmara, ACORDAM, por unanimidade, de acordo com os pareceres emitidos nos autos e
com fundamento nos arts. 71, inciso III, da Constituição Federal, 39, inciso I, da Lei
8.443/1992, e 260, §§ 1º e 2º, do Regimento Interno, em considerar legal, para fins de
registro, o ato de admissão de pessoal de Joao Alberto de Melo Silveira.
1. Processo TC-019.894/2023-6 (ATOS DE ADMISSÃO)
1.1. Interessado: Joao Alberto de Melo Silveira (803.595.315-04).
1.2. Órgão/Entidade: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de
Pernambuco.
1.3. Relator: Ministro Jhonatan de Jesus.
1.4. Representante do Ministério Público: Procurador Júlio Marcelo de
Oliveira.
1.5.
Unidade Técnica:
Unidade de
Auditoria
Especializada em
Pessoal
(AudPessoal).
1.6. Representação legal: não há.
1.7. Determinações/Recomendações/Orientações: não há.
ACÓRDÃO Nº 10200/2023 - TCU - 1ª Câmara
Trata-se de ato de admissão de Rodrigo Leandro Vicenti (CPF 037.609.419-23)
no cargo de Técnico Bancário da Caixa Econômica Federal.
Considerando que a validade de concursos públicos pode ser de até no
máximo quatro anos, nos termos do art. 37, inciso III, da Constituição Federal;
considerando que a admissão em exame ocorreu em 16/12/2019, após o
prazo constitucional de validade dos concursos públicos regidos pelos Editais 001/2014-
NM e 001/2014-NS, por força de decisão judicial proferida na Ação Civil Pública 0000059-
10.2016.5.10.0006, que postergou a validade do certame de 16/6/2016 até o trânsito em
julgado da decisão;
considerando que a Ação Civil Pública se encerrou por força de acordo
homologado pelo Tribunal Superior do Trabalho,
com trânsito em julgado em
26/5/2023;
considerando que a ilegalidade do ato, ante a inobservância do prazo de
validade do concurso, não impede seu registro, em caráter excepcional, já que a
admissão está amparada por decisão judicial definitiva, nos termos do art. 7°, inciso II,
da Resolução-TCU 353/2023;
considerando que, segundo o entendimento firmado a partir do Acórdão
1.414/2021-TCU-Plenário, cabe a apreciação de ato sujeito a registro mediante relação,
na forma do art. 143, inciso II, do Regimento Interno do TCU, nas hipóteses em que a
ilegalidade do ato decorra exclusivamente de questão jurídica de solução já pacificada na
jurisprudência desta Corte de Contas;
considerando, finalmente, que os pareceres da AudPessoal (peças 5-6) e do
Ministério Público junto ao TCU (peça 7) foram convergentes quanto à ilegalidade e ao
registro do ato,
ACORDAM os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em sessão
de 1ª Câmara, por unanimidade, com fundamento no art. 71, inciso III, da Constituição
Federal c/c os arts. 1º, inciso V, e 39, inciso I, da Lei 8.443/1992 e com os arts. 143,
inciso II, parte final, e 260, § 1º, do Regimento Interno do TCU, em:
a) considerar ilegal o ato de admissão de Rodrigo Leandro Vicenti e, excepcionalmente,
ordenar seu registro, com base no art. 7º, inciso II, da Resolução-TCU 353/2023;
b) fazer a determinação especificada no subitem 1.7.
1. Processo TC-022.269/2023-1 (ATOS DE ADMISSÃO)
1.1. Interessado: Rodrigo Leandro Vicenti (CPF 037.609.419-23).
1.2. Entidade: Caixa Econômica Federal.
1.3. Relator: Ministro Jhonatan de Jesus.
1.4. Representante do Ministério Público: Procurador Júlio Marcelo de
Oliveira.
1.5.
Unidade Técnica:
Unidade de
Auditoria
Especializada em
Pessoal
(AudPessoal).
1.6. Representação legal: não há.
1.7. Determinações:
1.7.1. Determinar à Caixa Econômica Federal que dê conhecimento desta
deliberação ao interessado, no prazo de 15 dias, e comprove ao TCU a notificação, nos
15 dias subsequentes.
ACÓRDÃO Nº 10201/2023 - TCU - 1ª Câmara
Trata-se de ato de admissão de Josué Campos da Silva (CPF 036.561.261-86)
no cargo de Técnico Bancário da Caixa Econômica Federal.
Considerando que a validade de concursos públicos pode ser de até no
máximo quatro anos, nos termos do art. 37, inciso III, da Constituição Federal;
considerando que a admissão em exame ocorreu em 9/12/2019, após o prazo
constitucional de validade dos concursos públicos regidos pelos Editais 001/2014-NM e
001/2014-NS, por força de decisão judicial proferida na Ação Civil Pública 0000059-
10.2016.5.10.0006, que postergou a validade do certame de 16/6/2016 até o trânsito em
julgado da decisão;
considerando que a Ação Civil Pública se encerrou por força de acordo
homologado pelo Tribunal Superior do Trabalho,
com trânsito em julgado em
26/5/2023;
considerando que a ilegalidade do ato, ante a inobservância do prazo de
validade do concurso, não impede seu registro, em caráter excepcional, já que a
admissão está amparada por decisão judicial transitada em julgado, nos termos do art.
7°, inciso II, da Resolução-TCU 353/2023;
considerando que, segundo o entendimento firmado a partir do Acórdão
1.414/2021-TCU-Plenário, cabe a apreciação de ato sujeito a registro mediante relação,
na forma do art. 143, inciso II, do Regimento Interno do TCU, nas hipóteses em que a
ilegalidade do ato decorra exclusivamente de questão jurídica de solução já pacificada na
jurisprudência desta Corte de Contas;
considerando, finalmente, que os pareceres da AudPessoal (peças 5-6) e do
Ministério Público junto ao TCU (peça 7) foram convergentes quanto à ilegalidade e ao
registro do ato,
ACORDAM os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em sessão
de 1ª Câmara, por unanimidade, com fundamento no art. 71, inciso III, da Constituição
Federal c/c os arts. 1º, inciso V, e 39, inciso I, da Lei 8.443/1992 e com os arts. 143,
inciso II, parte final, e 260, § 1º, do Regimento Interno do TCU, em:
a) considerar ilegal o ato de admissão de Josué Campos da Silva e,
excepcionalmente, ordenar seu registro, com base no art. 7º, inciso II, da Resolução-TCU
353/2023;
b) fazer a determinação especificada no subitem 1.7.
1. Processo TC-022.310/2023-1 (ATOS DE ADMISSÃO)
1.1. Interessado: Josué Campos da Silva (CPF 036.561.261-86).
1.2. Entidade: Caixa Econômica Federal.
1.3. Relator: Ministro Jhonatan de Jesus.
1.4. Representante do Ministério Público: Procuradora-Geral Cristina Machado
da Costa e Silva.
1.5.
Unidade Técnica:
Unidade de
Auditoria
Especializada em
Pessoal
(AudPessoal).
1.6. Representação legal: não há.
1.7. Determinações:
1.7.1. Determinar à Caixa Econômica Federal que dê conhecimento desta
deliberação ao interessado, no prazo de 15 dias, e comprove ao TCU a notificação, nos
15 dias subsequentes.
ACÓRDÃO Nº 10202/2023 - TCU - 1ª Câmara
Trata-se de ato de admissão de Tiago Severnini Ataide (CPF 112.254.117-18)
no cargo de Técnico Bancário da Caixa Econômica Federal.
Considerando que a validade de concursos públicos pode ser de até no
máximo quatro anos, nos termos do art. 37, inciso III, da Constituição Federal;
considerando que a admissão em exame ocorreu em 13/12/2019, após o
prazo constitucional de validade dos concursos públicos regidos pelos Editais 001/2014-
NM e 001/2014-NS, por força de decisão judicial proferida na Ação Civil Pública 0000059-
10.2016.5.10.0006, que postergou a validade do certame de 16/6/2016 até o trânsito em
julgado da decisão;
considerando que a Ação Civil Pública se encerrou por força de acordo
homologado pelo Tribunal Superior do Trabalho, com trânsito em julgado em 26/5/2023;
considerando que a ilegalidade do ato, ante a inobservância do prazo de
validade do concurso, não impede seu registro, em caráter excepcional, já que a
admissão está amparada por decisão judicial transitada em julgado, nos termos do art.
7°, inciso II, da Resolução-TCU 353/2023;
considerando que, segundo o entendimento firmado a partir do Acórdão
1.414/2021-TCU-Plenário, cabe a apreciação de ato sujeito a registro mediante relação,
na forma do art. 143, inciso II, do Regimento Interno do TCU, nas hipóteses em que a
ilegalidade do ato decorra exclusivamente de questão jurídica de solução já pacificada na
jurisprudência desta Corte de Contas;
considerando, finalmente, que os pareceres da AudPessoal (peças 5-6) e do
Ministério Público junto ao TCU (peça 7) foram convergentes quanto à ilegalidade e ao
registro do ato,
ACORDAM os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em sessão
de 1ª Câmara, por unanimidade, com fundamento no art. 71, inciso III, da Constituição
Federal c/c os arts. 1º, inciso V, e 39, inciso I, da Lei 8.443/1992 e com os arts. 143,
inciso II, parte final, e 260, § 1º, do Regimento Interno do TCU, em:
a) considerar ilegal o ato de admissão de Tiago Severnini Ataide e, excepcionalmente,
ordenar seu registro, com base no art. 7º, inciso II, da Resolução-TCU 353/2023;
b) fazer a determinação especificada no subitem 1.7.
1. Processo TC-031.814/2023-9 (ATOS DE ADMISSÃO)
1.1. Interessado: Tiago Severnini Ataide (CPF 112.254.117-18).
1.2. Entidade: Caixa Econômica Federal.
1.3. Relator: Ministro Jhonatan de Jesus.
1.4. Representante do Ministério Público: Procuradora-Geral Cristina Machado
da Costa e Silva.
1.5.
Unidade Técnica:
Unidade de
Auditoria
Especializada em
Pessoal
(AudPessoal).
1.6. Representação legal: não há.
1.7. Determinações:
1.7.1. Determinar à Caixa Econômica Federal que dê conhecimento desta
deliberação ao interessado, no prazo de 15 dias, e comprove ao TCU a notificação, nos
15 dias subsequentes.
ACÓRDÃO Nº 10203/2023 - TCU - 1ª Câmara
Trata-se de ato de admissão de Rodrigo Marinho de Oliveira (CPF
018.482.613-65) no cargo de Técnico Bancário da Caixa Econômica Federal.
Considerando que a validade de concursos públicos pode ser de até no
máximo quatro anos, nos termos do art. 37, inciso III, da Constituição Federal;
considerando que a admissão em exame ocorreu em 13/12/2019, após o
prazo constitucional de validade dos concursos públicos regidos pelos Editais 001/2014-
NM e 001/2014-NS, por força de decisão judicial proferida na Ação Civil Pública 0000059-
10.2016.5.10.0006, que postergou a validade do certame de 16/6/2016 até o trânsito em
julgado da decisão;
considerando que a Ação Civil Pública se encerrou por força de acordo
homologado pelo Tribunal Superior do Trabalho,
com trânsito em julgado em
26/5/2023;
considerando que a ilegalidade do ato, ante a inobservância do prazo de
validade do concurso, não impede seu registro, em caráter excepcional, já que a
admissão está amparada por decisão judicial transitada em julgado, nos termos do art.
7°, inciso II, da Resolução-TCU 353/2023;
considerando que, segundo o entendimento firmado a partir do Acórdão
1.414/2021-TCU-Plenário, cabe a apreciação de ato sujeito a registro mediante relação,
na forma do art. 143, inciso II, do Regimento Interno do TCU, nas hipóteses em que a
ilegalidade do ato decorra exclusivamente de questão jurídica de solução já pacificada na
jurisprudência desta Corte de Contas;
considerando, finalmente, que os pareceres da AudPessoal (peças 5-6) e do
Ministério Público junto ao TCU (peça 7) foram convergentes quanto à ilegalidade e ao
registro do ato,
ACORDAM os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em sessão
de 1ª Câmara, por unanimidade, com fundamento no art. 71, inciso III, da Constituição
Federal c/c os arts. 1º, inciso V, e 39, inciso I, da Lei 8.443/1992 e com os arts. 143,
inciso II, parte final, e 260, § 1º, do Regimento Interno do TCU, em:
a) considerar ilegal o ato de admissão de Rodrigo Marinho de Oliveira e,
excepcionalmente, ordenar seu registro, com base no art. 7º, inciso II, da Resolução-TCU
353/2023;
b) fazer a determinação especificada no subitem 1.7.
1. Processo TC-031.851/2023-1 (ATOS DE ADMISSÃO)
1.1. Interessado: Rodrigo Marinho de Oliveira (CPF 018.482.613-65).
1.2. Entidade: Caixa Econômica Federal.
1.3. Relator: Ministro Jhonatan de Jesus.
1.4. Representante do Ministério Público: Procuradora-Geral Cristina Machado
da Costa e Silva.
1.5.
Unidade Técnica:
Unidade de
Auditoria
Especializada em
Pessoal
(AudPessoal).
1.6. Representação legal: não há.
1.7. Determinações:
1.7.1. Determinar à Caixa Econômica Federal que dê conhecimento desta
deliberação ao interessado, no prazo de 15 dias, e comprove ao TCU a notificação, nos
15 dias subsequentes.
ACÓRDÃO Nº 10204/2023 - TCU - 1ª Câmara
VISTO e relacionado este processo de ato de pensão civil instituída em
benefício de Regina Vera Melchior Sebastiao, emitido pelo Tribunal Regional Federal da
3ª Região e submetido a este Tribunal para fins de registro;
considerando que
a análise
empreendida pela
Unidade de
Auditoria
Especializada em Pessoal (AudPessoal) detectou o pagamento irregular da vantagem
"opção" em desacordo com a jurisprudência deste Tribunal e do STF.
considerando que a vantagem "opção" deve observar o previsto no art. 40,
caput e § 2º, da Constituição Federal, com redação dada pela Emenda Constitucional
20/1998, conforme jurisprudência do STF (Mandados de Segurança 37.657/DF e
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