DOU 18/10/2023 - Diário Oficial da União - Brasil

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Nº 198, quarta-feira, 18 de outubro de 2023
ISSN 1677-7042
Seção 1
Participação no CNA
{A1/C} (número-índice)
100,0
98,9
100,1
101,1
88,1
Variação
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
1134. Observou-se que o indicador de vendas da indústria doméstica (t)
destinadas ao mercado interno cresceu 3,2% de P1 para P2 e aumentou 3,8% de P2 para
P3. Nos períodos subsequentes, houve aumento de 3,3% entre P3 e P4, e considerando o
intervalo entre P4 e P5 houve diminuição de 9,6%. Ao se considerar todo o período de
análise, o indicador de vendas da indústria doméstica (t) destinadas ao mercado interno
revelou variação positiva de 0,2% em P5, comparativamente a P1.
1135. Com relação à variação de vendas da indústria doméstica (t) destinadas
ao mercado externo ao longo do período em análise, houve aumento de 59,0% entre P1
e P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar retração de 22,1%. De P3 para P4 houve
crescimento de 1,3%, e entre P4 e P5, o indicador sofreu elevação de 40,6%. Ao se
considerar toda a série analisada, o indicador de vendas da indústria doméstica (t)
destinadas ao mercado externo apresentou expansão de 76,3%, considerado P5 em relação
ao início do período avaliado (P1). Ressalte-se ainda que a representação de vendas
externas da indústria doméstica foi de, no máximo, [RESTRITO] % do total de suas vendas
ao longo do período em análise.
1136. Observou-se que o indicador de participação das vendas da indústria
doméstica no mercado brasileiro diminuiu [RESTRITO] p.p. de P1 para P2 e permaneceu
estável de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve aumento de [RESTRITO] p.p. entre
P3 e P4 e diminuição de [RESTRITO] p.p. entre P4 e P5. Ao se considerar todo o período de
análise, o indicador de participação das vendas da indústria doméstica no mercado brasileiro
revelou variação negativa de [RESTRITO] p.p. em P5, comparativamente a P1.
1137. Com relação ao indicador de participação das vendas da indústria
doméstica no consumo nacional aparente, observou-se que este diminuiu [CONFIDENCIAL]
p.p. de P1 para P2 e aumentou de forma consecutiva em P3 ([CONFIDENCIAL] p.p.) e em
P4 ([CONFIDENCIAL] p.p.), para, em seguida, contrair mais abruptamente em P5
([CONFIDENCIAL] p.p.). Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de
participação das vendas da indústria doméstica no CNA revelou variação negativa de
[CONFIDENCIAL] p.p. em P5, comparativamente a P1.
7.1.2. Dos indicadores de produção, capacidade e estoque
1138. No que diz respeito à capacidade instalada da Cargill, conforme
observado na verificação in loco, o gargalo da produção estava [CONFIDENCIAL].
1139. A capacidade nominal anual da empresa foi calculada a partir da capacidade
instalada nominal diária do [CONFIDENCIAL] (considerando-se como matérias-primas apenas a
utilização do [CONFIDENCIAL]), multiplicada pelo número de dias de cada ano.
1140. Já o cálculo da capacidade efetiva, foi descontada da capacidade nominal,
mensalmente, [CONFIDENCIAL] no processo produtivo e as perdas resultantes de paradas
programadas na produção. O grau de [CONFIDENCIAL].
1141. No que concerne à Primient, a capacidade nominal, que correspondeu à
quantidade máxima informada no projeto de ampliação da planta, conforme verificado in
loco, tem por gargalo a capacidade de fermentação. Assim, a capacidade nominal anual de
ácido cítrico anidro foi calculada a partir do volume e desempenho de seus fermentadores
e rendimento das fases de fermentação e recuperação. Esclareceu que desde 2005, a
empresa possui [CONFIDENCIAL] operando conjuntamente.
1142. A capacidade efetiva, por sua vez, seria determinada pela capacidade de
processamento das centrifugas da área de extração, que é a principal área de purificação do
produto, considerando os maquinários em operação, número de turnos e horas normais de
operação da planta, além de paradas na produção. A tabela a seguir apresenta entre outras
informações, o volume de produção do produto similar fabricado pela indústria doméstica,
conforme informado pela peticionária e apurado no procedimento de verificação in loco.
Dos Indicadores de Produção, Capacidade Instalada e Estoque (em número-índice de t)
[CONFIDENCIAL] / [RESTRITO]
P1
P2
P3
P4
P5
P1 - P5
Volumes de Produção
A. Volume de Produção -
Produto Similar
100,0
105,3
106,7
108,4
107,9
[ R ES T . ]
Variação
-
5,3%
1,3%
1,6%
(0,5%)
+ 7,9%
B. Volume de Produção -
Outros Produtos
-
-
-
-
-
-
Variação
-
-
-
-
-
-
C. Industrialização p/
Terceiros - Tolling
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
Variação
-
(11,6%)
(21,5%)
(4,7%)
(19,0%)
(46,4%)
Capacidade Instalada
D. Capacidade Instalada
Efetiva (número-índice)
100,0
99,4
95,6
100,0
98,7
[ CO N F. ]
Variação
-
(0,6%)
(3,8%)
4,6%
(1,3%)
(1,3%)
E. Grau de Ocupação
{(A+B)/D} (número-índice)
100,0
106,0
111,6
108,5
109,4
-
Variação
[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
Estoques
F. Estoques
100,0
76,4
63,3
31,8
40,6
[ R ES T . ]
Variação
-
(23,6%)
(17,1%)
(49,7%)
27,6%
(59,4%)
G. Relação entre Estoque e
Volume de Produção
{E/A}
100,0
72,9
59,6
29,1
37,8
-
Variação
-
[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
1143. Observou-se que o indicador de grau de ocupação da capacidade
instalada cresceu [RESTRITO] p.p. de P1 para P2 e aumentou [RESTRITO] p.p. de P2 para
P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de [RESTRITO] p.p. entre P3 e P4 e
aumento de [RESTRITO] p.p. entre P4 e P5. Ao se considerar todo o período de análise, o
indicador de grau de ocupação da capacidade instalada revelou variação positiva de
[RESTRITO] p.p. em P5, comparativamente a P1.
1144. No que tange à capacidade instalada efetiva, houve decréscimos nos
períodos P2 de (0,6%) e P3 de (3,8%). Esse indicador apresentou, em seguida, crescimento
em P4 de 4,6%, voltando a decrescer na passagem do período P4 para P5 na ordem de
1,3%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de capacidade instalada
efetiva de ACSM revelou variação negativa de (1,3%) em P5, comparativamente a P1.
1145. No que diz respeito ao volume de produção do produto similar, observa-se
sequência de aumentos em P2 (5,3%), P3 (1,3%) e P4 (1,6%) com uma queda final em P5 (0,5%).
Contudo, ao se considerar todo o período de análise, o indicador de volume de produção de
ACSM ainda revelou variação positiva de 7,9% em P5, comparativamente a P1.
1146. No que toca ao indicador de volume de estoque final de ACSM, este
diminuiu 23,6% de P1 para P2, 17,1%% de P2 para P3 e 49,7% de P3 para P4. No último
período da série analisada, ou seja, P5, houve incremento no estoque final da indústria
doméstica na ordem de 27,6%. Não obstante esse crescimento em P5, considerando as
quedas observadas nos demais períodos, o estoque final de ACSM da indústria doméstica
apresentou redução de 58,4% em P5, comparativamente a P1.
1147. No que concerne ao indicador de relação estoque final/produção, houve
diminuição de [RESTRITO] p.p. de P1 para P2, de [RESTRITO] p.p. de P2 para P3 e de
[RESTRITO] p.p. de P3 para P4. Apenas se observou variação positiva nessa relação no
período P5 equivalente a [RESTRITO] p.p. Ao se considerar todo o período de análise, o
indicador de relação estoque final/produção revelou variação negativa de [RESTRITO] p.p.
em P5, comparativamente a P1.
7.1.3. Dos indicadores de emprego, produtividade e massa salarial
Do Emprego, da Produtividade e da Massa Salarial
[CONFIDENCIAL] / [RESTRITO]
P1
P2
P3
P4
P5
P1 - P5
Emprego
A. Qtde de Empregados
- Total (número-índice)
100,0
99,2
97,7
96,1
85,3
[ R ES T . ]
Variação
-
(0,8%)
(1,4%)
(1,7%)
(11,2%)
(14,7%)
A1. Qtde de
Empregados - Produção
(número-índice)
100,0
94,0
92,5
91,7
93,2
[ R ES T . ]
Variação
-
(6,0%)
(1,6%)
(0,8%)
1,6%
(6,8%)
A2. Qtde de
Empregados - Adm. e
Vendas (número-índice)
100,0
114,6
113,5
109,0
100,0
[ R ES T . ]
Variação
-
14,6%
(1,0%)
(4,0%)
(43,3%)
(38,2%)
Produtividade (em t)
B. Produtividade por
Empregado
Volume de Produção
(produto similar) / {A1}
(número-índice)
100,0
112,1
115,4
118,3
115,8
[ R ES T . ]
Variação
-
12,1%
3,0%
2,4%
(2,1%)
+ 15,8%
Massa Salarial (em Mil Reais)
C. Massa Salarial - Total
(número-]índice)
100,0
99,3
91,3
79,7
70,4
[ CO N F. ]
Variação
-
(0,7%)
(8,1%)
(12,7%)
(11,7%)
(29,6%)
C1. Massa Salarial -
Produção
100,0
91,2
80,7
71,1
59,5
[ CO N F. ]
Variação
-
(8,8%)
(11,5%)
(11,9%)
(16,3%)
(40,5%)
C2. Massa Salarial -
Adm. e Vendas
100,0
115,3
112,3
96,7
91,8
[ CO N F. ]
Variação
-
15,3%
(2,6%)
(13,9%)
(5,1%)
(8,2%)
1148. Observou-se que o indicador de número de empregados que atuam em
linha de produção diminuiu 6,0% de P1 para P2, 1,6% de P2 para P3 e 0,8% de P3 para P4.
No período subsequente, entre P4 e P5, houve crescimento de 1,6%. Ao se considerar todo
o período de análise, o indicador de número de empregados que atuam em linha de
produção revelou variação negativa de 6,8% em P5, comparativamente a P1.
1149. Com relação à variação do número de empregados que atuam em
administração e vendas ao longo do período em análise, houve aumento de 14,6% entre
P1 e P2. Nos períodos subsequentes, contudo, foram observadas seguidas retrações nesse
indicador: 1,0% de P2 para P3, 4,0% de P3 para P4 e 43,3% de P4 para P5. Ao se
considerar toda a série analisada, o indicador de número de empregados que atuam em
administração e vendas apresentou contração de 38,2%, considerado P5 em relação ao
início do período avaliado (P1).
1150. Já a quantidade total de empregados apresentou diminuição durante
todo o período analisado. Entre P1 e P2 ocorreu diminuição de 0,8%, enquanto essa queda
entre P2 e P3 atingiu 1,4%. Nos períodos seguintes, as reduções atingiram 1,7% de P3 para
P4 e 11,2% de P4 para P5. Como resultado dessas sucessivas quedas, ao se considerar todo
o período, a quantidade total de empregados apresentou contração da ordem de 14,7%,
considerado P5 em relação a P1.
1151. O indicador de massa salarial dos empregados de linha de produção
diminuiu 8,8% de P1 para P2 e 11,5% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve
redução de 11,9% entre P3 e P4 e, considerando o intervalo entre P4 e P5, houve
diminuição de 16,3%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de massa
salarial dos empregados de linha de produção revelou variação negativa de 40,5% em P5,
comparativamente a P1.
1152. No que tange à variação de massa salarial dos empregados de
administração e vendas ao longo do período em análise, houve aumento de 15,3% entre
P1 e P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar retração de 2,6%. De P3 para P4
houve diminuição de 13,9% e, entre P4 e P5, o indicador sofreu queda de 5,1%. Ao se
considerar toda a série analisada, o indicador de massa salarial dos empregados de
administração e vendas apresentou contração de 8,2%, considerado P5 em relação ao
início do período avaliado (P1).
1153. Nesse sentido, ao avaliar a variação de massa salarial do total de
empregados no período analisado, entre P1 e P2 verifica-se diminuição de 0,7%. É possível
verificar ainda uma queda de 8,1% entre P2 e P3, ao passo que de P3 para P4 houve
redução de 12,7% e, entre P4 e P5, o indicador revelou retração de 11,7%. Analisando-se
todo o período, a massa salarial do total de empregados apresentou contração da ordem
de 29,6%, considerado P5 em relação a P1.
1154. Por fim, pôde-se constatar que o indicador de produtividade por
empregado ligado à produção cresceu 12% de P1 para P2 e aumentou 3,0% de P2 para P3.
Nos períodos subsequentes, houve aumento de 2,4% entre P3 e P4 e, considerando o
intervalo entre P4 e P5 houve diminuição de 2,1%. Ao se considerar todo o período de
análise, o indicador de a produtividade por empregado ligado à produção revelou variação
positiva de 15,8% em P5, comparativamente a P1.
7.2. Dos indicadores financeiros da indústria doméstica
7.2.1. Da receita líquida e dos preços médios ponderados
1155. As receitas líquidas obtidas pela indústria doméstica referem-se às
vendas líquidas do produto similar de fabricação própria, já deduzidos os abatimentos,
descontos, tributos e devoluções, bem como as despesas com o frete interno. Incumbe
esclarecer que os indicadores apresentados já contemplam eventuais ajustes decorrentes
da verificação in loco.
Da Receita Líquida e dos Preços Médios Ponderados
[CONFIDENCIAL] / [RESTRITO]
P1
P2
P3
P4
P5
P1 - P5
Receita Líquida (em número-índice de Mil Reais)
A. Receita Líquida Total
100,0
101,4
96,3
97,3
96,0
[ R ES T . ]
Variação
-
1,4%
(5,0%)
1,0%
(1,3%)
(4,0%)
A1. Receita Líquida
Mercado Interno
100,0
95,6
94,1
93,3
90,5
[ R ES T . ]
Variação
-
(4,4%)
(1,6%)
(0,8%)
(3,0%)
(9,5%)
Participação
{A1/A}
100,0
94,2
97,7
95,9
94,2
[ R ES T . ]
A2. Receita Líquida
Mercado Externo
100,0
151,0
115,5
131,0
143,4
[ R ES T . ]
Variação
-
51,0%
(23,5%)
13,5%
9,5%
+ 43,4%
Participação
{A2/A}
100,0
150,0
120,2
135,6
150,0
[ R ES T . ]
Preços Médios Ponderados (em número-índice de Reais/t)
B. Preço no Mercado
Interno
{A1/Vendas no Mercado
Interno}
100,0
92,7
87,8
84,3
90,4
[ R ES T . ]
Variação
-
-100,0
-72,6
-54,8
98,6
-131,5
C. Preço no Mercado
Externo
{A2/Vendas no Mercado
Externo}
100,0
95,0
93,3
104,5
81,3
[ R ES T . ]
Variação
-
-100,0
-36,0
240,0
-444,0
-374,0

                            

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