DOU 28/03/2024 - Diário Oficial da União - Brasil
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186
Nº 61, quinta-feira, 28 de março de 2024
ISSN 1677-7069
Seção 3
… continuação
TTSCD Sociedade de Crédito Direto S.A.
continua …
em Ações da Companhia. Durante o período de carência do Programa
de Sócios, os participantes não farão jus ao recebimento de dividendos,
nem Juros sobre Capital Próprio, relativos às Ações Restritas. (iii) Bônus
discricionário em ações restritas: ainda neste plano será permitido, dentro
do limite de diluição das ações previsto, o Conselho poderá, com o objetivo
de atratividade e retenção de determinados indivíduos-chave da Compa-
nhia e/ou subsidiárias da Companhia, a seu exclusivo critério, utilizar
eventual saldo remanescente de Ações Restritas no âmbito. deste plano
para concessões adicionais aos beneficiários. A partir de 2022, passou a
vigorar um novo plano de ações restritas, concedendo aos beneficiários
quatro tipos de programa: (i) Programa ILP Destaques; (ii) Programa ILP
Master; (iii) Programa ILP Performance. Para os três programas listados
acima, os elegíveis terão direito de receber as ações restritas ao final do
período de carência e durante o período de carência, os participantes não
farão jus ao recebimento de dividendos, nem Juros sobre Capital Próprio,
relativos às Ações Restritas. A definição de cada programa está disponível
no site de RI da TOTVS: (https://ri.totvs.com/esg/estatuto-politicas-e-
-regimento/). (iv) Bônus discricionário em ações restritas: ainda neste
plano será permitido, dentro do limite de diluição das ações previsto, o
Conselho poderá utilizar eventual saldo remanescente de Ações Restritas
no âmbito deste plano para concessões adicionais aos beneficiários com o
objetivo de atratividade e retenção de determinados indivíduos-chave da
Companhia e/ ou subsidiárias da Companhia, a seu exclusivo critério. O
valor justo das ações restritas é o valor de mercado na data da concessão
de cada plano. Os principais eventos relacionados aos planos vigentes, as
variáveis utilizadas nos cálculos e os resultados são:
Premissa de valor justo
Expectativa de:
Data
Planos
Quantidade
de ações
restritas
Valor
justo das
ações
Divi-
dendos
Prazo de
maturidade
07/05/2021 Regular
1.999.900
29,39
1,31%
3 anos
07/05/2021 Sócios
1.257.680
29,39
1,31%
3 anos
29/04/2022 Destaques
637.338
31,67
1,23%
3 anos
29/04/2022 Master
399.283
30,90
1,23%
5 anos
29/04/2022 Performance
1.776.226
31,67
1,23%
3 anos
05/05/2023 Conselho
20.180
26,84
1,10%
3 anos
05/05/2023 Destaques
1.350.716
26,84
1,10%
3 anos
05/05/2023 Master
467.455
26,21
1,13%
5 anos
05/05/2023 Performance
2.363.319
26,84
1,10%
3 anos
O efeito acumulado no resultado do exercício findo em 31 de dezembro
de 2023 é R$ 496 (R$ 0 em 2022), registrado em Despesas de Pessoal. 12.
Patrimônio Líquido – a. Capital social: O Capital Social da Companhia
é representado por 17.839.260 de ações ordinárias (em 31 de dezembro de
2022 – 3.000.000), em sua totalidade nominativas e sem valor nominal,
no valor total de R$ 18.000 (em 31 de dezembro de 2022 – R$ 3.000)
totalmente subscrito e integralizado. b. Resultado por ação: O cálculo
do resultado por ação básico foi baseado no prejuízo/lucro atribuível aos
titulares de ações ordinárias, e na quantidade média de ações ordinárias
em circulação, calculado como a seguir:
Média ponderada do número de ações
ordinárias
2023
2022
Ações ordinárias em 1º de janeiro
3.000.000
Ações ordinárias em 30 de junho
3.000.000
Ações ordinárias em 31 de outubro¹
8.065.905
Ações ordinárias em 31 de dezembro²
17.839.260
3.000.000
Média do número de ações ordinárias
13.608.066
3.000.000
Prejuízo do período
(506)
(39)
Prejuízo por ação
0,00005
(0,00001)
¹ Em 21 de agosto de 2023 foi deliberado em Assembleia Geral Extra-
ordinária o aumento de capital da Companhia em R$5.000, passando de
R$ 3.000 para R$ 8.000, mediante a emissão de 5.065.905 (cinco milhões,
sessenta e cinco mil, novecentas e cinco) ações ordinárias, todas nomina-
tivas e sem valor nominal, correspondente a R$ 0,986990393 por ação. A
alteração foi homologada pelo Banco Central do Brasil em 19 de outubro
de 2023. ² Em 08 de dezembro de 2023 foi deliberado em Assembleia
Geral Extraordinária o aumento de capital da Companhia em R$10.000,
passando de R$ 8.000 para R$ 18.000, mediante a emissão de 9.773.355
(nove milhões, setecentos e setenta e três mil, trezentos e cinquenta e cinco)
ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal, correspondente
a R$ 1,0231900918 por ação. A alteração foi homologada pelo Banco
Central do Brasil em 19 de dezembro de 2023. c. Reserva de lucros: É
constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício,
até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social,
acrescido das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não
mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para
aumento de capital ou para compensar prejuízos. O saldo remanescente
de lucros acumulados ao final de cada exercício, após a constituição de
todas as reservas obrigatórias e da distribuição do dividendo mínimo
obrigatório, deverá ser integralmente destinado a reserva estatutária.
d. Dividendos a pagar: Conforme previsto no Estatuto Social, estão
assegurados aos acionistas dividendos mínimos de 25% do lucro líquido
de cada exercício, ajustados de acordo com a legislação. 13. Imposto de
renda e contribuição social – a. Conciliação da despesa de Imposto
de Renda e Contribuição Social
2º semestre
2023
Prejuízo antes da tributação
(1.086) (915)
Imposto de renda e contribuição social à taxa
combinada de 40%
434
366
Ajustes para demonstração de taxa efetiva
Prejuízo fiscal
–
6
Crédito tributário sobre provisões não constituído em 2022
–
10
Incentivos Lei Rouanet
4
4
Ajuste do adicional IRPJ (10%)
11
23
Despesa de imposto de renda e contribuição social
449
409
Imposto de renda e contribuição social correntes
(280) (329)
Imposto de renda e contribuição social diferidos
729
738
Taxa efetiva
41,4% 44,9%
b. Conciliação da despesa de Imposto de Renda e Contribuição Social:
Os valores de imposto de renda e contribuição social diferidos são prove-
nientes de prejuízos acumulados e de diferenças temporárias ocasionadas
principalmente por provisões temporariamente indedutíveis. O imposto
de renda e a contribuição social diferidos são registrados para refletir os
efeitos fiscais futuros atribuíveis às diferenças temporárias entre base fiscal
de ativos e passivos e o respectivo valor contábil. Os valores apresentados
são revisados mensalmente. A Companhia adota procedimentos de reco-
nhecer créditos tributários de Imposto de Renda (IR) e Contribuição Social
(CS) sobre as diferenças temporárias, prejuízo fiscal e base negativa da
contribuição social, com base nas alíquotas vigentes de 25% para imposto
de renda e para contribuição social 15%. Em 31 de dezembro não existem
créditos tributários não reconhecidos.
2023
2022
Natureza e origem dos créditos tributários
Provisão para perdas esperadas associadas ao risco de
crédito
534
–
Provisão para publicação das demonstrações financeiras
5
–
Provisão de incentivo a longo prazo
199
–
Total
738
–
Expectativa de realização: A realização esperada do crédito tributário
é baseada na projeção de resultados tributáveis aprovados pela Adminis-
tração em um período inferior a 5 anos.
14. Despesas Administrativas
2º semestre
2023
2022
Despesas de Pessoal
(943)
(996)
–
Despesas Tributárias
(223)
(252)
(3)
Despesa de Proc. de Dados
(91)
(154)
(11)
Despesa de Serv. Especializados
(131)
(139)
–
Outras Despesas Administrativas
(28)
(57)
(25)
Total
(1.416)
(1.598)
(39)
15. Transações com partes relacionadas – As transações com partes
relacionadas (diretas e indiretas) são efetuadas de acordo com a Resolução
nº 4.818/20 do CMN. Essas transações são realizadas em condições e
taxas compatíveis com as médias praticadas com terceiros, vigentes nas
datas das operações. As principais transações estão assim representadas:
a) Transações intercompany
2023
Ativo (passivo)
Coligadas
Controladora
Disponibilidades¹
–
1.704
Devedores diversos – país²
585
–
Liquidações pendentes³
1.838
–
Provisão de incentivo a longo prazo 5
–
496
Receita (despesa)
Lucro/(prejuízo) na cessão de crédito 4
1.122
–
Outras receitas/(despesas) intercompany 5
–
(420)
2º semestre
Coligadas
Controladora
Receita (despesa)
Lucro/(prejuízo) na cessão de crédito 4
786
–
Outras receitas/(despesas) intercompany 5
(420)
–
¹ Refere-se ao valor em conta corrente que a TTSCD possui no Itaú Uni-
banco. ² Referem-se aos valores recebidos pela Supplier Administradora
de Cartões S.A. pelos contratos financiados pela TTSCD. Os valores são
repassados em até um dia útil. ³ Referem-se aos pagamentos recebidos
pelos clientes oriundos de operações que já foram cedidas ao FIDC Sup-
plier, os quais são repassados no prazo máximo de um dia útil. 4 Refere-se
ao resultado das cessões de crédito realizadas junto ao Cartão de Compra
Supplier Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC Supplier).
As condições de negociação obedecem a taxa mínima de cessão prevista
no regulamento do fundo, sendo a taxa revisada a cada 45 dias, conforme
reuniões do COPOM e alterações na taxa SELIC. 5 Referem-se à provisão
dos valores dos planos de remuneração de longo prazo dos colaboradores,
que serão revertidos em ações da TOTVS S.A. Os valores serão pagos na
data de realização do plano. Em 31 de dezembro de 2022 a Companhia
não realizou transações com partes relacionadas. b) Remuneração do
Pessoal-Chave da Administração: A remuneração atribuída à Diretoria
da TTSCD no período corresponde a:
2º semestre
2023
Honorários
(188)
(188)
Total
(188)
(188)
Não houve pagamento de remuneração do Pessoal Chave da Administração
em 2022. 16. Gerenciamento de Riscos – A TTSCD considera o geren-
ciamento de riscos fundamental para o processo de tomada de decisão,
proporcionando maior confiabilidade e otimização da relação risco versus
retorno. O gerenciamento de riscos é efetuado de forma estruturada e
contínua, abrangendo a avaliação e o controle dos riscos de crédito, de
mercado, de liquidez e operacional incorridos na TTSCD. As diretrizes e
regras do gerenciamento de riscos encontram-se formalizadas e divulgadas
em políticas e procedimentos internos. a. Gestão de Capital: A TTSCD
possui uma estrutura de gerenciamento de capital cujo objetivo é monitorar o
capital mantido por ela de modo a assegurar que o Patrimônio Líquido esteja
devidamente enquadrado nos critérios estabelecidos pela Resolução CMN
5.050, que prevê o limite mínimo de capital social integralizado e de patri-
mônio líquido de R$1.000.000,00 (um milhão de reais). b. Gestão de Risco
Operacional: A TTSCD define risco operacional como a possibilidade de
ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de pro-
cessos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos. Para a gestão do
risco operacional, a Companhia estabeleceu a estrutura de gerenciamento de
risco operacional que deve identificar, avaliar, monitorar, controlar e mitigar
os riscos associados ao negócio, bem como identificar e monitorar o risco
operacional decorrente de serviços terceirizados relevantes para o funcio-
namento regular da empresa. c. Gestão de Risco de Mercado: A estrutura
e as estratégias para gerenciamento de risco de mercado da Companhia são
definidas através de políticas específicas abrangendo os seguintes tópicos:
i) limites; ii) mensuração de riscos; iii) modelos; iv) avaliação de riscos nas
carteiras e v) novas transações, atividades e operações complexas. O risco
de taxa de juros é o risco de que o valor justo dos fluxos de caixa futuros
de um instrumento financeiro flutue devido a variações nas taxas de juros
de mercado. A exposição da Companhia ao risco de mudanças das taxas
de juros de mercado refere-se principalmente à instrumentos financeiros
(incluindo empréstimos) e títulos a receber (devido as cessões de carteira),
sendo monitorado continuamente apesar do risco não ser significativo.
d. Gestão de Risco de Crédito: É o risco de perdas associadas ao não
cumprimento pela contraparte de suas obrigações de pagamento perante a
Companhia. No contexto operacional da TTSCD, o risco de crédito cor-
responde, principalmente, à possibilidade de inadimplência dos clientes.
A Companhia mitiga o risco de crédito por meio de cessões diárias junto
ao FIDC, com transferência substancial dos riscos e benefícios de todas as
operações de crédito, permanecendo na carteira apenas as operações cuja
cessão não atende aos critérios de estabelecidos no regulamento do fundo.
Tal volume é consideravelmente baixo considerando o total de implantações
de financiamento de atraso na Companhia. Adicionalmente, a provisão para
perdas esperadas associadas ao risco de crédito é constituída em montante
julgado suficiente para cobrir possíveis perdas. São observadas as diretrizes
estabelecidas pela Resolução CMN nº 2.682/99. e. Gestão de Risco de
Liquidez: O risco de liquidez é o risco em que a Companhia irá encontrar
dificuldades em cumprir com as obrigações associadas com seus passivos
financeiros que são liquidados com pagamentos à vista ou com outro ativo
financeiro. A abordagem da Companhia na administração de liquidez é a
de garantir, o máximo possível, que sempre tenha liquidez suficiente para
cumprir com suas obrigações, sobre condições normais e de estresse, sem
causar perdas ou risco de prejudicar a reputação do grupo. A seguir elenca-
mos as operações da Companhia suscetíveis ao risco de liquidez:
Ativos
2023
2022
Caixa e equivalentes de caixa
14.494
2.956
Total
14.494
2.956
17. Outras Informações – a. Operações com derivativos: Até 31 de
dezembro de 2023 e 2022 a TTSCD não realizou operações com deri-
vativos. b. Resultado não recorrente: A classificação de resultados
recorrentes e não recorrentes na TTSCD está atrelada a previsibilidade
e frequência dos eventos, considerando as atividades regulares desem-
penhadas pela Companhia. Não há resultados não recorrentes a serem
informados em 31 de dezembro de 2023 e 2022. c. Adoção Resolução
CNN 4.966/21: O cronograma para implementação da resolução CMN
4.966/21 terá as seguintes fases: Fase 1: Avaliação de impactos da imple-
mentação da norma; Fase 2: Análise dos conceitos e critérios contábeis,
desenvolvimento da metodologia, análise da governança e de outros
impactos no negócio; Fase 3: Homologação dos processos sistêmicos;
Fase 4: Implantação em produção. 18. Eventos subsequentes – A Com-
panhia não identificou eventos subsequentes até a data da aprovação destas
demonstrações financeiras.
Relatório do Auditor Independente sobre as Demonstrações Financeiras
Aos acionistas e aos administradores da
TTSCD Sociedade de Crédito Direto S.A. – São Paulo-SP
Opinião: Examinamos as demonstrações financeiras da TTSCD Socie-
dade de Crédito Direto S.A. (“Companhia”), que compreendem o balanço
patrimonial em 31 de dezembro de 2023 e as respectivas demonstrações
do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido
e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, bem
como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das
principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações finan-
ceiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos
relevantes, a posição patrimonial e financeira da TTSCD Sociedade de
Crédito Direto S.A. em 31 de dezembro de 2023, o desempenho de suas
operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos
nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil,
aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do
Brasil (BACEN). Base para opinião: Nossa auditoria foi conduzida de
acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas
responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na
seção a seguir, intitulada “Responsabilidades do auditor pela auditoria das
demonstrações financeiras”. Somos independentes em relação à Compa-
nhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código
de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas
pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais
responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a
evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar
nossa opinião. Outras informações que acompanham as demonstrações
Diretoria
Mario da Silva Rodrigues
Leandro Rodrigues Hosizawa
Contadora
Évelin Rodrigues Pereira – CRC 1SP 234.196/O-5
… continuação
TTSCD Sociedade de Crédito Direto S.A.
financeiras e o relatório do auditor: A administração da Companhia é
responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório
da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não
abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma
de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a audi-
toria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o
Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está,
de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou
com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta
estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado,
concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração,
somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este
respeito. Responsabilidade da administração pelas demonstrações
financeiras: A administração é responsável pela elaboração e adequada
apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas con-
tábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar
pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou
como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras
livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude
ou erro. Na elaboração das demonstrações financeiras, a administração
é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar
operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a
sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração
das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda
liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma
alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Responsa-
bilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras:
Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações
financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante,
independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de
auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de
segurança, mas, não, uma garantia de que a auditoria realizada de acordo
com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam
as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser
decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando,
individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma
perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com
base nas referidas demonstrações financeiras. Como parte da auditoria
realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria,
exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao
longo da auditoria. Além disso: - Identificamos e avaliamos os riscos de
distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente
se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos
de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de
auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco
de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que
o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os
controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas
intencionais. - Obtemos entendimento dos controles internos relevantes
para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados
às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre
a eficácia dos controles internos da Companhia. - Avaliamos a adequação
das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas con-
tábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. - Concluímos
sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de conti-
nuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se
existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam
levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade
operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante,
devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respecti-
vas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em
nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões
estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de
nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a
Companhia a não mais se manter em continuidade operacional. - Ava-
liamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações
financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras
representam as correspondentes transações e os eventos de maneira com-
patível com o objetivo de apresentação adequada. Comunicamo-nos com
a administração a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época
dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de
auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos
que eventualmente tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.
São Paulo, 22 de março de 2024
KPMG Auditores Independentes Ltda.
2SP - 027.685/O-0 ‘F’
Vitor David Bezerra Colavitti
Contador CRC 1SP 329.743/O-6
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