DOU 01/07/2024 - Diário Oficial da União - Brasil
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121
Nº 124, segunda-feira, 1 de julho de 2024
ISSN 1677-7042
Seção 1
.Variação
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
253. Observou-se que houve decréscimo no volume de vendas totais de
cordoalhas para pneus entre P1 e P5 (28,4%), apresentando redução entre P1 e P2, de
17,7%, entre P3 e P4, de 7,9%, assim como entre P4 e P5, de 21,8%. O único período
em que houve aumento das vendas totais foi em P3 relativamente a P2, equivalente a
20,9%.
254. Pode-se verificar que as vendas destinadas ao mercado externo
alcançaram [RESTRITO] toneladas em P5, representando diminuição de 7,5% em
comparação a P4. Ressalte-se que as vendas externas apresentaram queda em todos os
períodos de análise, acumulando redução de 38,0% considerando-se os extremos da
série analisada.
255. Já as vendas destinadas ao mercado interno, à exceção de P2 para P3,
quando houve aumento de 23,4%, experimentaram retração em todos os demais
períodos: de 17,3% de P1 para P2, de 8,2% de P3 para P4 e de 22,7% de P4 para P5.
Na comparação entre P1 e P5 houve queda de 27,6% no volume total de vendas no
mercado interno.
256. Percebe-se que o mercado brasileiro experimentou retração de 8,6%
entre P1 e P5. No primeiro período de análise, de P1 para P2, verificou-se queda 17,8%,
seguida de consecutivos incrementos: 30,0% e 3,7% de P2 para P3 e de P3 para P4,
respectivamente. No último período, de P4 para P5, houve diminuição de 17,5%.
257. Quanto à representatividade das vendas de cordoalhas para pneus da
indústria doméstica no mercado interno, verificou-se que a participação aumentou
somente de P1 para P2 ([RESTRITO] p.p.). Decresceu [RESTRITO] p.p ente P2 e P3,
[RESTRITO] p.p. entre P3 e P4 e [RESTRITO] p.p. de P4 a P5. Considerando-se o intervalo
de P1 a P5 verificou-se retração de [RESTRITO] p.p.
6.1.1.2. Dos indicadores de produção, capacidade e estoque
258. A indústria doméstica informou que a capacidade instalada nominal
depende da velocidade da torção dos cabos de aço em metros por minuto, do número
de máquinas empenhadas e da densidade do material produzido.
259. Para calcular a capacidade instalada nominal, a BMB considerou a
seguinte fórmula: {[(1.440 minutos por dia * velocidade de cada máquina * quantidade
de máquinas empenhadas) * densidade do produto] * 365 dias} / 1.000.
260. Assim, a capacidade instalada nominal sofreu alterações ao longo do
período analisado em função de mudança no mix de produtos fabricados pela empresa
e de variação no número de máquinas empenhadas.
261. Já no cálculo da capacidade instalada efetiva, a BMB considerou a
capacidade nominal menos as perdas inerentes ao processo produtivo, setups,
manutenção e outros.
262. Na petição, a indústria
doméstica forneceu dados referentes à
produção, à capacidade instalada e ao estoque de cordoalhas para pneus ao longo do
período em análise, conforme quadro a seguir:
Dos Indicadores de Produção, Capacidade Instalada e Estoque (em t)
[CONFIDENCIAL] / [RESTRITO]
.
.P1
.P2
.P3
.P4
.P5
P1 - P5
Volumes de Produção
.A. Volume de Produção
- Produto Similar
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
.Variação
. -
.(18,5%)
.21,8%
.(4,2%) .(24,6%)
(28,3%)
Capacidade Instalada
.D. Capacidade Instalada
Ef e t i v a
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
.Variação
. -
.0,3%
.(5,2%)
.3,5%
.1,2%
(0,5%)
.E.
Grau de
Ocupação
{(A)/D}
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
.Variação
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
Estoques
.F. Estoques
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
.Variação
.-
.(32,5%)
.(24,7%) .208,2%
.(6,0%)
+ 47,2%
.G.
Relação
entre
Estoque
e Volume
de
Produção {E/A}
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
.Variação
.- .(0,6
p.p.)
.(1,0
p.p.)
.3,7
p.p.
.1,3
p.p.
+ 3,4 p.p.
263. O volume de produção do produto similar da indústria doméstica
aumentou somente de P2 para P3 (21,8%). Nos demais períodos, o volume produzido
de cordoalhas para pneus decresceu: 18,5% de P1 a P2, 4,2% de P3 a P4 e 24,6% de
P4 a P5. Essas variações culminaram em decréscimo no volume de produção de 28,3%
de P1 para P5.
264. Observou-se que
a capacidade instalada efetiva
revelou variação
negativa de 0,5% em P5, comparativamente a P1. No mesmo período, o grau de
ocupação da capacidade instalada decresceu [RESTRITO] p.p.
265.
O
volume
de
estoque
de
cordoalhas
para
pneus
decresceu
sucessivamente de P1 para P2 (32,5%) e de P2 para P3 (24,7%), quando atingiu o
menor volume. De P3 para P4 os estoques registram o único aumento da série de
análise (208,2%), culminando no maior volume registrado. De P4 para P5, os estoques
diminuíram (6,0%), mas ainda conseguiram superar o volume registrado em P1,
causando aumento acumulado de 47,2% considerando os extremos da série.
266.
Como
decorrência
das
variações
apresentadas,
a
relação
estoque/produção diminuiu de P1 para P2 e de P2 para P3 e aumentou nos demais
períodos, acumulando crescimento de [RESTRITO] p.p. considerando-se os extremos da
série.
6.1.1.3. Dos indicadores de emprego, produtividade e massa salarial
267. A tabela a seguir apresenta os valores e variações relativos ao emprego,
à produtividade e à massa salarial ao longo do período em análise:
Do Emprego, da Produtividade e da Massa Salarial
[CONFIDENCIAL] / [RESTRITO]
.
.P1
.P2
.P3
.P4
.P5
P1 - P5
Emprego
.A.
Qtde de
Empregados
-
Total
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
.Variação
. -
.(0,8%)
.11,8%
.1,0% .(25,9%)
(17,0%)
.A1. Qtde de Empregados -
Produção
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
.Variação
. -
.(1,9%)
.13,5%
.0,4% .(27,3%)
(18,7%)
.A2. Qtde de Empregados -
Adm. e Vendas
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
.Variação
. -
.8,7%
.(1,5%)
.5,9% .(14,0%)
(2,4%)
Produtividade (em t)
.B.
Produtividade
por
Empregado
-
Volume
de
Produção (produto similar) /
{A1}
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
.Variação
. - .(16,9%)
.7,3%
.(4,6%)
.3,7%
(11,9%)
Massa Salarial (em Mil Reais)
.C. Massa Salarial - Total
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.Variação
. -
.(6,0%) .(18,7%)
.(4,1%)
.(7,6%)
(32,4%)
.C1.
Massa
Salarial
-
Produção
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.Variação
. -
.(7,7%) .(16,5%)
.(3,5%)
.(8,5%)
(31,9%)
.C2. Massa Salarial - Adm. e
Vendas
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.Variação
. -
.(1,1%) .(25,0%)
.(5,8%)
.(5,0%)
(33,7%)
268. O número de empregados que atuam em linha de produção diminuiu
18,7% em P5, comparativamente a P1 (o equivalente a [RESTRITO] postos de trabalho).
Com relação ao número de empregados que atuam em administração e vendas, no
mesmo período houve queda de 2,4% (o equivalente a [RESTRITO] postos de trabalho.
Assim, o
número total de empregados
decresceu 17,0% ([RESTRITO]
postos de
trabalho).
269. A produtividade por empregado ligado à produção revelou variação
negativa de 11,9% considerando-se todo o período de investigação, de P1 para P5.
270. Já a massa salarial dos empregados ligados à linha de produção, ao se
considerar todo o período de investigação de indícios de dano, de P1 para P5, caiu
31,9%, enquanto a massa salarial dos empregados das áreas de administração e vendas
se reduziu em 33,7%. Com isso, a massa salarial total, de P1 a P5, caiu 32,4%.
6.1.2. Dos indicadores financeiros da indústria doméstica
6.1.2.1. Da receita líquida e dos preços médios ponderados
271. Inicialmente, cumpre esclarecer que a receita líquida da indústria
doméstica se refere às vendas líquidas de cordoalhas para pneus de produção própria,
deduzidos abatimentos, descontos, tributos, devoluções e despesas de frete interno.
Da Receita Líquida e dos Preços Médios Ponderados
[CONFIDENCIAL] / [RESTRITO]
.
.P1
.P2
.P3
.P4
.P5
P1 - P5
Receita Líquida (em Mil Reais)
.A. Receita Líquida Total
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.Variação
. - .(16,7%)
.8,7%
.2,2% .(23,2%)
(29,0%)
.A1. Receita Líquida - Mercado
Interno
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
.Variação
. - .(16,2%)
.10,5%
.1,9% .(23,9%)
(28,2%)
.Participação {A1/A}
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.A2. Receita Líquida - Mercado
Externo
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.Variação
. - .(22,8%) .(18,1%)
.7,3% .(11,3%)
(39,9%)
.Participação {A2/A}
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
Preços Médios Ponderados (em Reais/t)
.B. Preço no Mercado Interno
{A1/Vendas
no
Mercado
Interno}
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
.Variação
. -
.1,4% .(10,5%)
.11,0%
.(1,5%)
(0,8%)
.C. Preço no Mercado Externo
{A2/Vendas
no
Mercado
Externo}
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.Variação
. -
.(1,0%)
.(8,3%)
.11,4%
.(4,2%)
(3,0%)
272. Quanto à receita líquida de vendas de cordoalhas para pneus no
mercado interno, observou-se queda de 16,2% P1 para P2, aumento de 10,5% e de
1,9% de P2 para P3 e de P3 para P4, respectivamente, e nova retração de P4 para P5,
dessa vez de 23,9%. Ao se considerar os extremos do período de investigação (P1 a P5),
a receita líquida obtida com as vendas do produto similar doméstico no mercado
interno diminuiu 28,2%.
273. A receita líquida no mercado externo diminuiu 39,9% em P5 em
comparação com P1.
274. Assim, considerando a relevância proporcional das vendas no mercado
interno em relação às vendas totais, a receita líquida total teve redução de [ R ES T R I T O ] %
de P1 para P5.
275. Os preços médios de venda se referem exclusivamente às vendas de
fabricação
própria e
foram
obtidos
pela razão
entre
as
receitas líquidas
e
as
quantidades vendidas no mercado interno e externo, conforme o caso.
276. O preço médio de venda de cordoalhas para pneus no mercado interno
apresentou crescimento de 1,4% de P1 para P2 e de 11,0% de P3 para P4. Nos demais
períodos observou-se retração: de P2 para P3 (10,5%) e de P4 para P5 (1,5%).
Comparando-se P5 a P1, esse preço diminuiu 0,8%.
277. O preço médio de venda no mercado externo, por sua vez, se reduziu
em todos os intervalos, com exceção de P3 para P4, quando se observou majoração de
11,4%. Ao se considerar toda a série temporal, de P1 a P5, a contração no aludido
preço alcançou 3,0%.
6.1.2.2. Dos resultados e das margens
278. A tabela a seguir apresenta a demonstração de resultados e as margens
de lucro associadas, para o período de análise, obtidas com a venda do produto similar
no mercado interno.
Demonstrativo de Resultado no Mercado Interno e Margens de Rentabilidade
[CONFIDENCIAL] / [RESTRITO]
.
.P1
.P2
.P3
.P4
.P5
P1 - P5
Demonstrativo de Resultado (em Mil Reais)
.A.
Receita
Líquida
-
Mercado Interno
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
.[ R ES T . ]
[ R ES T . ]
.Variação
. - .(16,2%)
.10,5%
.1,9%
.(23,9%)
(28,2%)
.B.
Custo
do
Produto
Vendido - CPV
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.Variação
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.C. Resultado Bruto {A-B}
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.Variação
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.D. Despesas Operacionais
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.Variação
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.D1.
Despesas
Gerais
e
Administrativas
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.D2. Despesas com Vendas
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.D3.
Resultado
Financeiro
(RF)
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.D4.
Outras
Despesas
(Receitas) Operacionais (OD)
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.E.
Resultado
Operacional
{C-D}
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.Variação
. -
.7,2%
.28,9% .(53,4%) .(178,5%)
(150,6%)
.F.
Resultado
Operacional
(exceto RF)
{C-D1-D2-D4}
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.Variação
. -
.5,2%
.15,7% .(22,3%)
.(82,0%)
(82,9%)
.G.
Resultado
Operacional
(exceto RF e OD)
{C-D1-D2}
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.Variação
. -
.(3,9%)
.15,0% .(17,2%)
.(65,3%)
(68,2%)
Margens de Rentabilidade (%)
.H. Margem Bruta {C/A}
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.Variação
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.I.
Margem
Operacional
{E/A}
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.Variação
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.J.
Margem
Operacional
(exceto RF)
{ F/ A }
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.Variação
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.K.
Margem
Operacional
(exceto RF e OD)
{G/A}
.[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ] .[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
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