DOU 01/11/2024 - Diário Oficial da União - Brasil
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Nº 212, sexta-feira, 1 de novembro de 2024
ISSN 1677-7042
Seção 1
Métricas
TR-AU-410a.1. Economia média de combustível de frota de passageiros ponderada pelas vendas, por região
1 A entidade deverá divulgar a economia média de combustível de sua frota de veículos leves e de passageiros, ponderada pela pegada de veículos vendidos, por região
geográfica.
1.1 A economia média de combustível deverá ser calculada por ano modelo, conforme exigido para fins regulatórios.
1.2 Na ausência de orientação regulatória sobre o cálculo da média da frota, a entidade deverá calcular o desempenho com base na economia de combustível dos veículos
vendidos durante o período de relatório, ponderado pelo volume de vendas.
1.3 O cálculo deverá ser feito com base na média da frota, independentemente de os regulamentos serem baseados no peso do veículo.
2 A entidade deverá divulgar a porcentagem por região geográfica.
2.1 Regiões geográficas são definidas como as regiões para as quais a entidade conduz relatórios financeiros por segmento e que estão sujeitas a normas de economia de
combustível de frota, consumo de combustível ou emissões.
3 A divulgação poderá ser fornecida em várias unidades para cada região geográfica, que podem incluir:
3.1 Gramas de dióxido de carbono por quilômetro (gCO2/km) para (1) automóveis de passageiros e (2) veículos comerciais leves vendidos na União Europeia
3.2 Litros de gasolina por quilômetro (L/km) para veículos de passageiros vendidos no Japão
3.3 Milhas por galão (mpg) para (1) automóveis de passageiros nacionais, (2) automóveis de passageiros importados e (3) caminhões leves vendidos nos EUA e sujeitos às normas
da Corporate Average Fuel Economy (CAFE), sendo que essas categorias de veículos são definidas em US 49 CFR Parte 523
3.4 Quilômetros por litro (km/L) para veículos de passageiros vendidos na Nova Zelândia
4 O escopo da divulgação deverá incluir todos os veículos sujeitos às normas nacionais para veículos de passageiros em termos de economia de combustível de frota, consumo
de combustível ou emissões.
5 A entidade poderá divulgar o desempenho da frota para outros segmentos de veículos, tais como:
5.1 Veículos de carga no Japão
5.2 Veículos pesados nos EUA
5.3 Veículos comerciais leves na UE
TR-AU-410a.2. Número de (1) veículos de emissão zero (ZEV), (2) veículos híbridos e (3) veículos híbridos plug-in vendidos
1 A entidade deverá divulgar o número de veículos vendidos durante o período de relatório classificados como: (1) veículos de emissão zero (ZEV), (2) veículos híbridos e (3)
veículos elétricos híbridos plug-in.
1.1 ZEV são veículos movidos apenas por um motor elétrico alimentado por baterias de tecnologia avançada ou células de combustível de hidrogênio, sem emissões de escape
durante toda a sua vida útil, em todos os modos e condições operacionais possíveis.
1.2 Veículos híbridos (veículos elétricos híbridos ou HEVs) são veículos que podem extrair energia de propulsão de duas fontes de energia armazenada no veículo: (a) um
combustível consumível e (b) um dispositivo de armazenamento de energia, como bateria, capacitor ou volante.
1.3 Veículos eléctricos híbridos plug-in são veículos que oferecem condução eléctrica com um motor eléctrico alimentado por uma grande bateria que é carregada por meio da
ligação a uma fonte de eletricidade.
2 O escopo da divulgação inclui todos os veículos vendidos globalmente que são elegíveis para serem classificados de acordo com a orientação acima.
TR-AU-410a.3. Discussão da estratégia para gerenciar a economia de combustível de frota e riscos e oportunidades de emissões
1 A entidade deverá discutir sua estratégia para melhorar a economia de combustível e reduzir as emissões na fase de uso de sua frota.
1.1 As emissões na fase de uso incluem gases de efeito estufa e poluentes atmosféricos, como dióxido de carbono, óxidos de nitrogênio, compostos orgânicos voláteis e material
particulado.
2 Os aspectos relevantes da estratégia incluem melhorias em veículos e tecnologias existentes, a introdução de novas tecnologias, esforços de pesquisa e desenvolvimento em
tecnologias avançadas e parcerias com pares, instituições acadêmicas ou clientes.
3 As tecnologias relevantes podem incluir aquelas relacionadas ao projeto e engenharia de materiais, grupos motopropulsores avançados, combustíveis renováveis,
armazenamento de energia e baterias, design aerodinâmico, sistema de injeção de combustível, filtros de partículas e produtos e combustíveis que de outra forma resultem na redução de
emissões.
3.1 As tecnologias de grupos motopropulsores avançados incluem veículos e componentes de veículos elétricos, híbridos, híbridos plug-in, de combustível duplo e com emissões
nulas (por exemplo, célula de combustível).
3.2 Tecnologias de energia e combustíveis renováveis são aquelas que funcionam em fontes capazes de serem reabastecidas em um curto espaço de tempo por meio de ciclos
ecológicos, inclusive biomassa (incluindo etanol, biocombustíveis de primeira geração e biocombustíveis avançados).
3.3 Os produtos que resultam em emissões reduzidas incluem qualquer veículo ou tecnologia que consiga uma redução significativa no consumo de combustível.
3.4 Os combustíveis que resultam em emissões reduzidas incluem biodiesel, etanol, gás natural, propano e hidrogênio.
3.5 Os motores de combustão interna incluem aqueles equipados com tecnologia (por exemplo, redução catalítica seletiva) para reduzir as emissões de óxido de nitrogênio.
3.6 Os filtros de partículas (por exemplo, filtro de fluxo de parede ou filtro de fluxo parcial) incluem aqueles que reduzem emissões (incluindo monóxido de carbono,
hidrocarbonetos e material particulado).
3.6.1 Se relevante, a entidade deverá discutir as tecnologias que está priorizando para melhorar a economia de combustível e reduzir as emissões de seus veículos, tais como
o tipo específico de sistemas de combustível que está desenvolvendo (por exemplo, híbrido, elétrico ou célula de combustível).
4 A entidade deverá discutir os fatores que influenciam a economia de combustível e os esforços em matéria de emissões, tais como o atendimento à demanda dos clientes ou
o cumprimento dos requisitos regulatórios dos mercados em que opera ou nos quais planeja operar.
4.1 Os programas e iniciativas relevantes podem incluir:
4.1.1 California Low-Emission Vehicle Program - LEV III
4.1.2 Norma de emissões China VI
4.1.3 Normas para veículos leves Euro 6
4.1.4 Lei do Ar Limpo dos EUA
4.1.5 Normas da Corporate Average Fuel Economy (CAFE) dos EUA
5 A entidade deverá discutir se está cumprindo as obrigações regulatórias de economia de combustível e de fase de uso, se tais regulamentos existentes exigem melhorias futuras,
progresso no cumprimento de tais regulamentos e estratégias para manter a conformidade com os regulamentos emergentes.
6 O escopo da divulgação inclui todos os veículos sujeitos a normas nacionais e locais sobre veículos.
7 A entidade poderá discutir as referências utilizadas para medir melhorias na economia de combustível e nas reduções de emissões, incluindo metas para melhorias na economia
de combustível e reduções de emissões.
Volume 64 - Aluguel e Arrendamento de Carros
Descrição do Setor
As entidades deste setor alugam ou arrendam veículos de passageiros a clientes. Os consumidores normalmente alugam veículos por períodos inferiores a um mês, enquanto os
arrendamentos podem durar um ano ou mais. O setor inclui modelos de negócios de compartilhamento de carros nos quais os aluguéis são medidos por hora e normalmente incluem taxas
de assinatura. As locadoras de carros operam em aeroportos, que atendem viajantes a negócios e lazer, e em localidades vizinhas, que oferecem principalmente oficinas e alugueis de final
de semana. O setor é concentrado, com vários agentes dominantes no mercado que operam globalmente utilizando um modelo de franquia. O crescimento dos serviços de transporte público
e de compartilhamento de viagens nas principais áreas metropolitanas pode representar uma ameaça à rentabilidade de longo prazo do setor de Aluguel e Arrendamento de Carros se os
clientes optarem por pedir caronas ou utilizar transportes públicos em vez de alugar veículos.
Tópicos e Métricas de Divulgação de Sustentabilidade
Tabela 1. Tópicos e Métricas de Divulgação de Sustentabilidade
. .T Ó P I CO
.MÉTRICA
.C AT EG O R I A
.UNIDADE DE MEDIDA
.CÓ D I G O
. Economia e Utilização de
Combustível de Frota
.Economia média de combustível de frota de aluguel ponderada por
dia de aluguel, por região
.Quantitativo
.Mpg,
L/km,
gCO2/km,
km/L
.TR-CR-410a.1
. .
.Taxa de utilização da frota
.Quantitativo
.Índice
.TR-CR-410a.2
Tabela 2. Métricas de Atividade
. .MÉTRICA DE ATIVIDADE
.C AT EG O R I A
.UNIDADE DE MEDIDA
.CÓ D I G O
. .Idade média do veículo
.Quantitativo
.Meses
.TR-CR-000.A
. .Total de dias de aluguel disponíveis (115)
.Quantitativo
.Dias
.TR-CR-000.B
. .Tamanho médio da frota de aluguel (116)
.Quantitativo
.Número de veículos
.TR-CR-000.C
Economia e Utilização de Combustível de Frota
Resumo do Tópico
Ao fornecer veículos com eficiência de combustível e combustíveis alternativos, as entidades de aluguel e arrendamento de carro podem melhorar a sustentabilidade ambiental
de suas operações, ao mesmo tempo que obtêm benefícios financeiros. A demanda dos consumidores por veículos mais eficientes está aumentando, motivada tanto pela gestão ambiental
como pela redução dos custos operacionais associados à eficiência de combustível. Além de fornecer frotas com eficiência de combustível e de baixas emissões, as entidades do setor estão
se adaptando às novas necessidades dos veículos, fornecendo serviços de compartilhamento de carros. Em ambientes urbanos, o compartilhamento de carros é uma alternativa atraente
à propriedade de veículos, que reduz o congestionamento e os impactos ambientais associados à propriedade privada de veículos. Ao maximizar as taxas de utilização de frotas por meio
do compartilhamento de carros, as entidades podem melhorar a eficiência operacional.
Métricas
TR-CR-410a.1. Economia média de combustível de frota de aluguel ponderada por dia de aluguel, por região
1 A entidade deverá divulgar a economia média de combustível de sua frota de aluguel de veículos de passageiros, ponderada pelos dias de aluguel de cada modelo de veículo
durante o período de relatório, por região geográfica.
1.1 A economia média de combustível deverá ser calculada como a média harmônica ponderada de eficiência de combustível do veículo por dia de aluguel.
1.1.1 A média harmônica é calculada como o inverso da média dos valores recíprocos.
1.1.2 A ponderação por dia de aluguel é realizada incorporando nos cálculos um fator para a fração do total de dias de aluguel por cada modelo de veículo considerado.
2 A entidade deverá divulgar a economia média de combustível de sua frota de aluguel de veículos de passageiros por região geográfica.
2.1 Regiões geográficas são definidas como as regiões para as quais a entidade conduz relatórios financeiros por segmento e que estão sujeitas a normas de economia de
combustível de frota, consumo de combustível ou emissões.
3 A divulgação poderá ser fornecida em diferentes unidades para cada região geográfica, que podem incluir:
3.1 Gramas de CO2 por quilômetro (gCO2/km) para (1) automóveis de passageiros e (2) veículos comerciais leves na União Europeia
3.2 Litros de gasolina por quilômetro (L/km) para veículos de passageiros no Japão
3.3 Milhas por galão (mpg) para (1) automóveis de passageiros nacionais, (2) automóveis de passageiros importados e (3) caminhões leves nos EUA sujeitos às normas da
Corporate Average Fuel Economy (CAFE), sendo que essas categorias de veículos são definidas em US 49 CFR Parte 523
3.4 Quilômetros por litro (km/L) para veículos de passageiros na Nova Zelândia
4 O escopo da divulgação deverá incluir todos os veículos sujeitos às normas nacionais para veículos de passageiros em termos de economia de combustível de frota, consumo
de combustível ou emissões.
5 A entidade poderá divulgar a economia de combustível de frota para outros segmentos de veículos, tais como:
5.1 Veículos de carga no Japão
5.2 Veículos pesados nos EUA
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