DOU 06/11/2024 - Diário Oficial da União - Brasil

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Nº 215, quarta-feira, 6 de novembro de 2024
ISSN 1677-7069
Seção 3
Participar de reuniões, formações internas, eventos e cursos de aperfeiçoamento; segundo o calendário de dias letivos aprovado pelo conselho da Unidade;
Registrar o conteúdo ministrado pelos professores no caderno do estudante PEE (Público da Educação Especial) sempre que necessitar, e/ou para apoiá-los na organização do
trabalho escolar;
Utilizar recursos de informática para contribuir com os estudantes PEE (Público da Educação Especial)na execução das atividades (Caso haja necessidade).
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1- A natureza do trabalho pedagógico
2- Acessibilidade curricular: Procedimentos e Metodologias para apoiar estudantes em sala de aula regular
3- Adaptação/Flexibilização e Diversificação de atividades para estudantes PEE (Público da Educação Especial)
4- As Políticas de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva
5- Concepção da Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva
6- Educação Básica -Didática e Metodologias de Ensino para Educação Infantil/Ensino Fundamental/ Educação Especial
7- Legislação da Educação Especial Lei 9394/96 - Lei 12.174/2012 - Lei 13.645/15, Decretos e Resoluções
8- Planejamento de ensino: concepções e práticas
9- Práticas avaliativas inclusivas com estudantes da Educação Especial
REFERÊNCIAS SUGERIDAS:
BEYER, Hugo Otto. Inclusão e avaliação na escola: de alunos com necessidades educacionais especiais. Porto Alegre: Mediação, 2005.
BRASIL. Ministério de Educação e Cultura. LDB - Lei nº 9394/96, de 20 de dezembro de 1996
_________Resolução CNE/CEB nº. 2 de 11 de setembro de 2001. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Brasília: MEC, 2001.
BRASIL/MEC/SEESP. Inclusão: revista da educação especial: Secretaria de Educação especial. Brasília (volumes 01, 02, 03, 04, 05 e 06).
BRASIL/MEC/SEESP. Experiências educacionais inclusivas: Programa Educação Inclusiva: direito à diversidade / Organizadora, Berenice Weissheimer Roth. - Brasília: Ministério da
Educação, Secretaria de Educação Especial, 2006
BRASIL. Decreto Federal n. 7611 de 17 de novembro de 2011
BROWNING, Nádia, SCHIRMER, Carolina R. Rita Bersch, Rosângela, Machado. Formação Continuada a Distância de Professores para o Atendimento Educacional Especializado:
Deficiência Física. SEESP / SEED / MEC Brasília/DF - 2007.
DAMÁZIO, Mirlene Ferreira Macedo. Formação Continuada a Distância de Professores para o Atendimento Educacional Especializado: pessoa com surdez. SEESP / SEED / MEC
Brasília/DF - 2007.
GOMES, Adriana L. Limaverde (et al). Formação Continuada a Distância de Professores para o Atendimento Educacional Especializado: Deficiência mental. SEESP / SEED /
MEC Brasília/DF - 2007.
GOMES, C. G. S.; SILVEIRA, A. D. Ensino de Habilidades Básicas para pessoas com autismo: manual para intervenção comportamental intensiva. 1 ed. Curitiba: Appris, 2016.
LOPES, Maura Corcini; FABRIS, Eli Henn; Inclusão e Educação. São Paulo: Autêntica, 2013.
SÁ, Elizabet Dias de. Formação Continuada a Distância de Professores para o Atendimento Educacional Especializado: Deficiência visual. SEESP / SEED / MEC Brasília/DF - 2007.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA, Projeto Político Pedagógico (PPP) Uberlândia: UFU, Escola de Educação Básica, 2019
ANEXO IV
CONTEÚDO DAS PROVAS PRÁTICAS
TÉCNICO DE LABORATÓRIO/FARMACOLOGIA
PONTUAÇÃO DA PROVA PRÁTICA:
A prova prática tem caráter eliminatório, totalizando 100 (cem) pontos. Serão considerados reprovados os candidatos que obtiverem nota menor que o percentual mínimo de60%
(sessenta por cento).
M E T O D O LO G I A :
A prova prática terá a finalidade de aferir o conhecimento, as habilidades e a capacidade prática do candidato em situações de rotina na área de farmacologia.
Serão apresentadas ao(s) candidato(s) situações problema referentes aos temas listados abaixo. O(s) candidatos deverão resolvê-las e registrar por escrito ou por meio de arguição
oral suas respostas.
Lista de temas para a Prova Prática:
1. Identificação e manuseio correto de vidrarias de laboratório.
2. Utilização e manuseio corretos de equipamentos de laboratório.
3. Calibração de equipamentos de laboratório.
4. Preparo de soluções.
5. Ajuste de pH.
6. Utilização de câmara de Neubauer.
7. Resolução de problemas e interpretação de resultados.
8. Manuseio correto de amostras biológicas.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
.
.CRITÉRIOS
.D ES C R I Ç ÃO
.PONTUAÇÃO MÁXIMA (PONTOS)
.
.Linguagem
.I. Expressão oral e o respeito aos padrões da língua culta e da linguagem técnica.
.5,0
.
.Procedimentos práticos
.I. Capacidade e coerência na escolha da metodologia empregada para a resolução do(s) problema(s) apresentado(s) (20);
II. Domínio da execução técnica do procedimento (20);
III. Habilidade manual (10);
IV. Capacidade de manipulação do material utilizado (10);
V. Uso adequado dos instrumentos e equipamentos (10);
VI. Capacidade de interpretação dos resultados (10).
.80,0
.
.Fundamentos teóricos
.I. Conceitos (7);
II. Conteúdo técnico e informações atualizadas relevantes aos procedimentos executados na prova (8).
.15,0
.
.Total
.100,0
O B S E R V AÇÕ ES :
A prova prática será gravada em áudio e vídeo, para fins de registro, avaliação e recurso, sem cortes ou interrupções de gravação. O conteúdo das gravações não poderá ser
consultado por terceiros estranhos ao concurso, salvo autorização expressa do candidato detentor do direito de imagem, de acordo com o que dispõe a Lei nº 12.527/2013.
ARQUITETO E URBANISTA
O foco principal da prova será o projeto arquitetônico de edificação. A prova será elaborada à mão, utilizando croquis, desenhos esquemáticos e perspectivas para representar o
conceito e a ideia do projeto. O objetivo é avaliar a capacidade do candidato em expressar suas ideias de forma criativa e prática.
A prova deverá incluir a elaboração de uma proposta a nível esquemático, que possa abranger um estudo de fluxos, setorização e uma proposta conceitual. A ideia é permitir que
o candidato desenvolva uma solução dentro do prazo permitido para a execução da prova, utilizando apenas desenhos à mão, sem a necessidade de um nível avançado de detalhamento.
.
.Itens a serem avaliados
.Pontuação
.
.1
.Noção Espacial e Criatividade
.25
.
.2
.Soluções Eficientes
.25
.
.3
.Escolha de Materiais e Custo-Benefício
.25
.
.4
.Qualidade Estética e Funcionalidade
.25
.
.Total
.100
Detalhamento dos itens:
1. Noção Espacial e Criatividade
O candidato será avaliado por sua capacidade de compreender e organizar o espaço de forma eficiente, funcional e inovador. Ele dever demonstrar uma exploração criativa dos
ambientes, oferecendo soluções que não apenas atendem aos requisitos práticos, mas que também trazem originalidade e qualidade estética ao projeto.
Critérios a serem avaliados:
¸Compreensão de escalas e proporções de espaço;
¸Capacidade de criar ambientes bem distribuídos, evitando o desperdício ou subutilização de áreas.
¸Originalidade nas soluções propostas para o aproveitamento do espaço.
¸Integração criativa de formas volumes e circulação interna.
2. Soluções Eficientes
Comprovarão a habilidade do candidato em desenvolver propostas práticas e bem fundamentadas, que consideram o uso racional dos espaços e a eficiência do projeto como
um todo. A avaliação incluirá aspectos como a fluidez dos fluxos internos, a divisão de áreas (setorização) de forma coerente e a funcionalidade do conjunto. O candidato deve demonstrar
que suas soluções são práticas, resolvendo as demandas do projeto com clareza.
Critérios a serem avaliados:
¸Definição adequada dos fluxos de circulação, garantindo acessibilidade e funcionalidade.
¸Organização coerente dos setores no projeto.
¸Concepção global do projeto, demonstrando que as partes funcionam de maneira integrada.
¸Soluções técnicas racionais para os desafios específicos do programa de necessidades.
3. Escolha de materiais e Custo-Benefício
Avalia a capacidade do candidato em selecionar materiais adequados para o projeto, levando em conta critérios de sustentabilidade, durabilidade e custo-benefício. O candidato
deverá demonstrar um bom entendimento das características dos materiais escolhidos e suas aplicações, garantindo que a escolha reflita um equilíbrio entre qualidade, estética e previsões
econômicas.
Critérios a serem avaliados:
¸Conhecimento sobre os materiais propostos a suas respectivas aplicações no projeto.
¸Capacidade de priorizar soluções que proporcionem durabilidade e manutenção simplificada.
¸Consideração de fatores de sustentabilidade, como o uso de materiais ecológicos ou recicláveis.
¸Busca pelo melhor custo-benefício, equilibrando qualidade dos materiais e controle orçamentário.
4. Qualidade Estéticos e Funcionalidade
Avaliado pelo equilíbrio entre eficiência funcional e apelo estético. O projeto precisa maximizar o uso do espaço, garantindo que seja tão agradável visualmente quanto eficiente
em termos de funcionalidade. A integração harmoniosa dos elementos projetuais e a adequação ao programa solicitado serão aspectos fundamentais para a avaliação.
Critérios a serem avaliados:
¸Equilíbrio entre as necessidades funcionais do projeto e a qualidade estética da proposta.
¸Coerência na composição visual, incluindo formas, texturas e núcleos.
¸Integração harmoniosa dos elementos atualizados e projetuais.
¸Capacidade de criar um ambiente atraente e ao mesmo tempo prático para o uso diário.

                            

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