DOU 03/02/2025 - Diário Oficial da União - Brasil
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120
Nº 23, segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025
ISSN 1677-7042
Seção 1
Legenda:
1) T1 indica a amostra de trava-queda deslizante guiado em linha rígida de número 1;
2) L1 indica a amostra de linha rígida de ancoragem de número 1; e
3) (*) indica ensaio crítico. Quando houver reprovação num ensaio crítico, na amostragem
de prova, todos os ensaios críticos devem ser refeitos na amostragem utilizada para a
contraprova e, quando aplicável, para a testemunha. Para ensaio não crítico, o reensaio se
dará somente sobre ele.
4) Ensaios opcionais:
i. Quando o fabricante declarar massa máxima de usuário acima de 100 kg, os ensaios
opcionais previstos em 4.3.2.1 e 4.3.3.1 devem ser realizados.
ii. Quando o fabricante declarar que é permitido o uso por mais de um trabalhador
simultaneamente, os ensaios previstos em 4.3.2.2.1, 4.3.2.2.2 e 4.3.2.2.3 devem ser
realizados.
iii. Quando o fabricante declarar que é permitida a instalação de linha de vida com um
ângulo inclinado frontal de mais de 1° da vertical, os ensaios previstos em 4.3.3.6 devem
ser realizados com o ângulo inclinado máximo especificado pelo fabricante.
5) O ensaio previsto em 4.2.3 deve ser realizado anteriormente ao previsto em 4.2.2.
Tabela 3 - Ensaios e verificações a serem realizadas de acordo com a ABNT NBR 14628 -
Trava-queda retrátil
. .Item da norma / Tipos de ensaio
.Todos
(exceto
opcionais)
.Todos (inclusive opcionais)
. .Total de amostras de trava queda
retrátil
.4 (T1 a
T4)
.6 (T1 a T6)
. .4.2 Materiais
e construção
.4.2.1 Generalidades
.1 (T1)
.1 (T1)
. .4.3
Travamento
.(*) 4.3.1
Travamento
depois
do
condicionamento,
quando aplicável
.1 (T1)
.1 (T1)
. .
.(*) 4.3.2
Travamento
depois
do
condicionamento,
quando aplicável
.Não
aplicável
.1 (T2)
. .(*) 4.4 Resistência estática
.1 (T2)
.1 (T3)
. .(*) (**) 4.5 Comportamento dinâmico
.1 (T3)
.1 (T4)
. .(*) 4.6 Requisito referente à fadiga,
quando aplicável.
.Não
aplicável
.1 (T5)
. .4.7 Resistência à corrosão
.1 (T4)
.1 (T6)
. .4.8 Marcação,
instruções de
uso
e
embalagem
.Devem
atender
as
seções 6, 7 e 8 da
norma.
.1 (T1)
.1 (T1)
Legenda:
1) T1 indica a amostra de trava queda retrátil de número 1;
2) (*) indica ensaio crítico. Quando houver reprovação num ensaio crítico, na
amostragem de prova, todos os ensaios críticos devem ser refeitos na amostragem
utilizada para a contraprova e, quando aplicável, para a testemunha. Para ensaio não
crítico, o reensaio se dará somente sobre ele. Se o trava-queda apresentar mais de um
ponto de ancoragem, cada ponto deve ser submetido a esses ensaios; e
3) (**) para trava-quedas retráteis que possuam a mesma estrutura, porém
com comprimentos de linha diferentes, o ensaio dinâmico deve ser realizado com o menor
e o maior comprimento.
Tabela 4 - Ensaios e verificações a serem realizadas de acordo com a ABNT NBR
15834 - Talabarte de Segurança
. .Item da norma / Tipos de ensaios
.Talabarte de segurança
. .Total de amostras
.3 (T1 a T3)
. .4.2 Materiais e
construção
.4.2.1 Generalidades
.1 (T1)
. .(*) 4.3 Pré-carga estática
.1 (T1)
. .(*) 4.4 Resistência estática
.1 (T1)
. .(*) 4.5 Resistência dinâmica
.1 (T2)
. .4.6 Resistência à corrosão
.1 (T3)
. .4.7
Marcação,
instruções de uso e
embalagem
.Devem atender
as
seções 6, 7 e 8 da
norma
.1 (T1)
Legenda:
1) T1 indica a amostra de talabarte de número 1;
2) (*) indica ensaio crítico. Quando houver reprovação num ensaio crítico, na
amostragem de prova, todos os ensaios críticos devem ser refeitos na amostragem
utilizada para a contraprova e, quando aplicável, para a testemunha. Para ensaio não
crítico, o reensaio se dará somente sobre ele; e
3) um talabarte de retenção de queda pode possuir em suas extremidades
várias configurações de tipos de conectores. Porém, deve ser utilizada como amostra de
ensaio a versão com o conector de maior tamanho longitudinal.
Tabela 5 - Ensaios e verificações a serem realizadas de acordo com a ABNT NBR
15835 - Cinturão de segurança tipo abdominal e talabarte para posicionamento e
restrição
. .Item
da
norma
/
Tipos
de
ensaios
.Cinturão
abdominal
e
talabarte
de
posicionamento
em peça única
.Cinturão
abdominal
separável
com
pontos de
conexão
iguais
.Cinturão
abdominal
separável
com
pontos de
conexão
diferentes
.Talabarte
de
segurança
para
posicionamento
e
restrição separável
. .Total de amostras
.3 (C1 a C3)
.3 (C1 a
C3)
.5 (C1 a
C5)
.3 (T1 a T3)
. .
4.1 Desenho
e
construção
.4.1.1 Cinturão
de
Segurança
tipo abdominal
.
1 (C1)
.
1 (C1)
.
1 (C1)
.
-
. .
.4.1.2 Talabarte
de
posicionamento
.1 (C1)
.-
.-
.1 (T1)
. . 4.2.1
Desempenho
Resistência
estática
.
(*)
4.2.1.1
Cinto
.
-
.
1 (C1)
.
2 (C1-C2)
.-
. .
.(*)
4.2.1.2
Cinto
com
talabarte
incorporado
.
1 (C1)
.
-
.
-
.
-
. .
.(*)
4.2.1.3
Talabarte
de
segurança para
posicionamento
e
restrição
dotado
de
elemento
regulador
de
comprimento
.
-
.
-
.
-
.
1 (T1)
. .
.(*)
4.2.1.4
Talabarte
de
segurança para
posicionamento
e restrição de
comprimento
fixo
.
-
.
-
.
-
.
1 (T1)
. .(*)
4.2.2
Resistência
dinâmica
.1 (C2)
.1 (C2)
.2
(C3-
C4)
.1 (T2)
. .4.2.3 Resistência à corrosão .1 (C3)
.1 (C3)
.1 (C5)
.1 (T3)
. .4.3
Marcação,
instruções
de
uso
e
embalagem
.Devem atender
a seções 6,7 e
8 da norma
.1 (C1)
.1 (C1)
.1 (C1)
.1 (T1)
Legenda:
1) C1 indica a amostra do cinto abdominal de número 1;
2) T1 indica a amostra do talabarte de número 1;
3) (*) indica ensaio crítico. Quando houver reprovação num ensaio crítico,
na amostragem de prova, todos os ensaios críticos devem ser refeitos na amostragem
utilizada para a contraprova e, quando aplicável, para a testemunha. Para ensaio não
crítico, o reensaio se dará somente sobre ele;
4) quando existir mais de 2 pontos de conexão diferentes no cinturão
abdominal, deve ser enviada 1 amostra adicional para ensaio de cada item crítico
identificado na tabela de ensaios com (*).
Observação: Se os elementos de engate não forem iguais quanto ao seu
desempenho ou sua forma de conexão ao Cinturão de Segurança tipo abdominal, deve-
se repetir o ensaio para cada tipo de acoplamento. É necessário utilizar um Cinturão
de Segurança tipo abdominal novo em cada ensaio.
Tabela 6 - Ensaios e verificações a serem realizadas de acordo com a ABNT
NBR 15836 - Cinturão de segurança tipo paraquedista
. .
Item da norma / Tipos de
ensaios
.
(**)
Cinto
paraquedista
com 1 ponto de
conexão
de
queda
.Cinto
paraquedista
1
ponto
de
conexão
de
queda
e
extensor
dorsal
(fixo
ou removível)
.
(**)
Cinto
paraquedista
com 2 pontos
de conexão de
queda
.
Cinto
paraquedista
com 2 pontos de
conexão de
queda
e extensor
dorsal
(fixo ou removível)
. .Total de amostras
.3 (C1 a C3)
.5 (C1 a C5) .5 (C1 a C5)
.7 (C1 a C7)
. .4.2
Materiais
e
construção
.1 (C1)
.1 (C1)
.1 (C1)
.1 (C1)
. .(*) 4.3 Resistência estática
- ponto 1
.1 (C1)
.2 (C1 - C2)
.1 (C1)
.2 (C1 - C2)
. .(*) 4.3 Resistência estática
- ponto 2
.-
.-
.1 (C2)
.1 (C3)
. .(*)
4.4
Resistência
dinâmica - ponto 1
.1 (C2)
.2 (C3 - C4)
.1 (C3)
.2 (C4 E C5)
. .(*)
4.4
Resistência
dinâmica - ponto 2
.-
.-
.1 (C4)
.1 (C6)
. .4.5 Resistência à corrosão
por
exposição
à
névoa
salina
.
1 (C3)
.
1 (C5)
.
1 (C5)
.
1 (C7)
. .4.6 Elementos adicionais
.Seguir tabela de ensaios NBR 15835
. .4.7 Marcação,
instrução
de
uso
e
embalagem
.Devem
atender a
seções 6,7
e
8
da
norma
.1 (C1)
.1 (C1)
.1 (C1)
.1 (C1)
Legenda:
1) C1 indica a amostra do cinto paraquedista de número 1;
2) (*) indica ensaio crítico. Quando houver reprovação num ensaio crítico,
na amostragem de prova, todos os ensaios críticos devem ser refeitos na amostragem
utilizada para a contraprova e, quando aplicável, para a testemunha. Para ensaio não
crítico, o reensaio se dará somente sobre ele; e
3) (**) quando o cinturão paraquedista não possuir outro elemento de
engate dorsal além do extensor fixo (extensor integrado ao cinturão paraquedista como
peça única), seguir esta tabela.
Modelo de certificação 1b
5.1.3.2.3 Para definição da amostragem para realização dos ensaios de
certificação por lote, deve ser utilizado o plano de amostragem simples - normal, para
o nível de inspeção geral I e nível de qualidade aceitável - NQA 1,00 constante da
ABNT NBR 5426, conforme Tabela 7 deste Anexo.
5.1.3.2.4 O valor amostral descrito na Tabela 7 corresponde ao valor a ser
multiplicado pelo número total de amostras definidas nas Tabelas de 1 a 6 deste
Anexo,
devendo
a
distribuição
das
amostras
para
cada
ensaio
manter
a
proporcionalidade a essas tabelas.
Tabela 7 - Plano de amostragem simples - normal - nível geral I - NQA 1,00
- ABNT NBR 5426
. .Tamanho
do
lote
.Letra
código
.Valor
amostral
.NQA 1,00
. .
.
.
.AC
.RE
. .2 - 8
.A
13
0
1
. .9 - 15
.A
. .16 - 25
.B
. .26 - 50
.C
. .51 - 90
.C
. .91 - 150
.D
. .151 - 280
.E
. .281 - 500
.F
.
.
.
. .501 - 1.200
.G
50
1
2
Fechar