DOU 19/02/2025 - Diário Oficial da União - Brasil

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72
Nº 35, quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025
ISSN 1677-7042
Seção 1
259. As tabelas seguintes apresentam os volumes, valores e preços CIF das importações totais de pneus para bicicleta no período de investigação de probabilidade de
continuação ou retomada do dano à indústria doméstica.
Importações Totais (em kg)
[ R ES T R I T O ]
.
.P1
.P2
.P3
.P4
.P5
P1 - P5
.China
.100,0
.163,4
.144,2
.145,5
.208,1
[ R ES T . ]
.Índia
. -
. -
.100,0
. -
. -
[ R ES T . ]
.Vietnã
.100,0
. -
.0,3
.0,8
. -
[ R ES T . ]
.Total (sob análise)
.100,0
.163,0
.144,2
.145,2
.207,6
[ R ES T . ]
.Variação
. -
.63,0%
.(11,6%)
.0,7%
.43,0%
+ 107,6%
.Sri Lanka
.100,0
.148,7
.136,3
.115,8
.154,1
[ R ES T . ]
.Indonésia
.100,0
.133,6
.96,8
.109,3
.79,5
[ R ES T . ]
.Paquistão
.100,0
.202,3
.200,9
.249,9
.291,0
[ R ES T . ]
.Tailândia
.100,0
.88,3
.115,1
.70,7
.58,6
[ R ES T . ]
.Taiwan
.100,0
.26,5
.53,6
.67,8
.44,0
[ R ES T . ]
.Bangladesh
.0,0
.0,0
.0,0
.0,0
.100,0
[ R ES T . ]
.Demais Países/Territórios(*)
.100,0
.16,6
.0,2
.8,7
.2,6
[ R ES T . ]
.Total (exceto sob análise)
.100,0
.132,2
.117,3
.113,7
.112,3
[ R ES T . ]
.Variação
. -
.32,2%
.(11,2%)
.(3,1%)
.(1,3%)
+ 12,3%
.Total Geral
.100,0
.141,0
.125,0
.122,8
.139,7
[ R ES T . ]
.Variação
. -
.41,0%
.(11,3%)
.(1,8%)
.13,8%
+ 39,7%
260. Observou-se que o indicador de volume das importações brasileiras das origens sob revisão cresceu 63,0% de P1 para P2 e reduziu 11,6% de P2 para P3. Nos períodos
subsequentes, o indicador permaneceu praticamente estável, tendo registrado aumento de 0,7% de P3 para P4, e, considerando o intervalo de P4 para P5, houve crescimento de 43,0%.
Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de volume das importações brasileiras das origens sob revisão cresceu 107,6% em P5, comparativamente a P1. Vale notar que
após a aplicação do direito antidumping, dentre as origens sob revisão, prevaleceram as importações de origem chinesa.
261. Com relação à variação de volume das importações brasileiras do produto de outras origens ao longo do período em análise, houve aumento de 32,2% de P1 para P2,
seguido por sucessivas reduções: 11,2% de P2 para P3, 3,1% de P3 para P4 e 1,3% de P4 para P5. Ao se considerar toda a série analisada, o volume das importações brasileiras de pneus
para bicicleta das demais origens apresentou aumento de 12,3%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
262. Avaliando a variação de importações brasileiras totais no período analisado, de P1 a P2 verificou-se aumento de 41,0%. Nos períodos seguintes, houve retrações de 11,3%
de P2 para P3 e de 1,8% de P3 para P4. De P4 para P5, as importações totais registraram aumento de 13,8%. Analisando-se todo o período, a totalidade das importações brasileiras de
pneus para bicicleta apresentou aumento da ordem de 39,7%, considerado P5 em relação a P1.
Valor das Importações Totais (em CIF USD x1.000)
[ R ES T R I T O ]
.
.P1
.P2
.P3
.P4
.P5
P1 - P5
.China
.100,0
.204,0
.203,8
.164,3
.202,5
[ R ES T . ]
.Índia
.0,0
.0,0
.100,0
.0,0
.0,0
[ R ES T . ]
.Vietnã
.100,0
.0,0
.0,9
.1,9
.0,0
[ R ES T . ]
.Total (sob análise)
.100,0
.203,5
.203,9
.163,9
.201,9
[ R ES T . ]
.Variação
. -
.103,5%
.0,2%
.(19,6%)
.23,2%
+ 101,9%
.Sri Lanka
.100,0
.154,7
.176,2
.158,7
.168,7
[ R ES T . ]
.Indonésia
.100,0
.133,8
.120,4
.134,2
.79,7
[ R ES T . ]
.Paquistão
.100,0
.206,2
.250,6
.317,6
.326,5
[ R ES T . ]
.Tailândia
.100,0
.97,4
.173,1
.99,3
.69,2
[ R ES T . ]
.Taiwan
.100,0
.28,3
.72,2
.112,9
.96,1
[ R ES T . ]
.Bangladesh
.0,0
.0,0
.0,0
.0,0
.100,0
[ R ES T . ]
.Demais Países/Territórios(*)
.100,0
.20,1
.2,1
.21,9
.11,9
[ R ES T . ]
.Total (exceto sob análise)
.100,0
.129,7
.146,8
.140,7
.113,0
[ R ES T . ]
.Variação
. -
.29,7%
.13,1%
.(4,2%)
.(19,7%)
+ 13,0%
.Total Geral
.100,0
.151,1
.163,3
.147,4
.138,7
[ R ES T . ]
.Variação
. -
.51,1%
.8,1%
.(9,7%)
.(5,9%)
+ 38,7%
Preço das Importações Totais (em CIF USD / kg)
[ R ES T R I T O ]
.
.P1
.P2
.P3
.P4
.P5
P1 - P5
.China
.100,0
.124,9
.141,4
.112,9
.97,3
[ R ES T . ]
.Índia
.0,0
.0,0
.100,0
.0,0
.0,0
[ R ES T . ]
.Vietnã
.100,0
.0,0
.329,0
.246,1
.0,0
[ R ES T . ]
.Total (sob análise)
.100,0
.124,8
.141,4
.112,9
.97,3
[ R ES T . ]
.Variação
. -
.24,8%
.13,3%
.(20,2%)
.(13,8%)
(2,8%)
.Sri Lanka
.100,0
.104,0
.129,3
.137,0
.109,5
[ R ES T . ]
.Indonésia
.100,0
.100,1
.124,4
.122,8
.100,2
[ R ES T . ]
.Paquistão
.100,0
.102,0
.124,8
.127,1
.112,2
[ R ES T . ]
.Tailândia
.100,0
.110,3
.150,4
.140,4
.118,1
[ R ES T . ]
.Taiwan
.100,0
.106,9
.134,6
.166,5
.218,6
[ R ES T . ]
.Bangladesh
.0,0
.0,0
.0,0
.0,0
.100,0
[ R ES T . ]
.Demais Países/Territórios(*)
.100,0
.120,9
.1035,9
.252,5
.466,2
[ R ES T . ]
.Total (exceto sob análise)
.100,0
.98,1
.125,1
.123,7
.100,6
[ R ES T . ]
.Variação
. -
.(1,9%)
.27,5%
.(1,1%)
.(18,7%)
+ 0,6%
.Total Geral
.100,0
.107,1
.130,6
.120,1
.99,3
[ R ES T . ]
.Variação
. -
.7,1%
.21,9%
.(8,1%)
.(17,3%)
(0,7%)
(*) Demais Países/Territórios: Canadá, Itália, Suíça, Hong Kong, Alemanha, Países Baixos (Holanda), Malásia, Espanha, Áustria, Estados Unidos, França, Japão, Portugal, Romênia, Sérvia, Tchéquia (República Tcheca).
263. Observou-se que o indicador de valor CIF (mil US$) das importações brasileiras das origens sob análise cresceu 103,5% de P1 para P2, tendo permanecido praticamente
estável, com aumento de 0,2% de P2 para P3. No período subsequente, houve redução de 19,6% de P3 a P4, e, considerando o intervalo de P4 a P5, houve crescimento de 23,2%. Ao
se considerar todo o período de análise, o valor CIF (mil US$) das importações brasileiras das origens sob análise aumentou 101,9% em P5, comparativamente a P1.
264. Com relação à variação de valor CIF (mil US$) das importações brasileiras de pneus para bicicleta das outras origens ao longo do período em análise, houve aumentos
de 29,7% e de 13,1% de P1 para P2 e de P2 para P3, respectivamente. Em seguida, verificaram-se retrações de 4,2% e de 19,7% de P3 para P4 e de P4 para P5, respectivamente. Ao
se considerar toda a série analisada, o valor CIF (mil US$) das importações brasileiras de pneus para bicicleta das outras origens apresentou expansão de 13,0%, considerado P5 em relação
ao início do período avaliado (P1).
265. Avaliando a variação de valor CIF (mil US$) das importações totais brasileiras no período analisado, de P1 a P2 verificou-se aumento de 51,1% e, de P2 para P3, aumento
de 8,1%. Em seguida, foram registradas quedas de 9,7% de P3 para P4 e de 5,9% de P4 para P5. Analisando-se todo o período, o valor CIF (mil US$) total das importações brasileiras
apresentou expansão da ordem de 38,7%, considerado P5 em relação a P1.
266. Observou-se que o indicador de preço médio (CIF US$/t) das importações brasileiras das origens sob revisão aumentou 24,8% de P1 para P2 e 13,3% de P2 para P3. Nos
períodos subsequentes, houve redução de 20,2% de P3 para P4, e, considerando o intervalo de P4 a P5, houve contração de 13,8%. Ao se considerar todo o período de análise, o preço
médio (CIF US$/t) das importações brasileiras das origens investigadas revelou variação negativa de 2,8% em P5, comparativamente a P1.
267. Com relação à variação de preço médio (CIF US$/t) das importações brasileiras das outras origens ao longo do período em análise, houve queda de 1,9% de P1 a P2,
seguida de aumento de 27,5% de P2 para P3. De P3 para P4 e de P4 para P5, registraram-se contrações de 1,1% e de 18,7%, respectivamente. Ao se considerar toda a série analisada,
o preço médio (CIF US$/t) das importações brasileiras das outras origens apresentou aumento de 0,6%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
268. Avaliando a variação do preço médio das importações brasileiras totais de pneus para bicicleta, de P1 para P2 e de P2 para P3 verificaram-se aumentos de 7,1% e de
21,9%. Em seguida, de P3 para P4 e de P4 para P5, houve seguidas quedas, de 8,1% e de 17,3%, respectivamente. Analisando-se todo o período, o preço médio das importações brasileiras
totais apresentou contração da ordem de 0,7%, considerado P5 em relação a P1.
6.2. Do mercado brasileiro e da evolução das importações
269. Para dimensionar o mercado brasileiro de pneus para bicicleta foram consideradas as quantidades vendidas no mercado interno pela indústria doméstica, reportadas pela
peticionária, bem como as quantidades importadas apuradas com base nos dados de importação fornecidos pela RFB, apresentadas no item anterior.
270. Registre-se que o consumo nacional aparente (CNA) equivaleu ao mercado brasileiro no período.
Do Mercado Brasileiro, do Consumo Nacional Aparente e da Evolução das Importações (em kg)
[ R ES T R I T O ]
.
.P1
.P2
.P3
.P4
.P5
P1 - P5
Mercado Brasileiro
.Mercado Brasileiro {A+C}
.100,0
.142,8
.121,4
.103,1
.117,2
[ R ES T . ]
.Variação
. -
.42,8%
.(15,0%)
.(15,1%)
.13,6%
+ 17,2%
.A. Vendas Internas - Indústria Doméstica
.100,0
.145,2
.116,2
.75,4
.85,5
[ R ES T . ]
.Variação
. -
.45,2%
.(20,0%)
.(35,1%)
.13,4%
(14,5%)
.C. Importações Totais
.100,0
.141,0
.125,0
.122,8
.139,7
[ R ES T . ]
.C1. Importações - Origens sob Análise
.100,0
.163,0
.144,2
.145,2
.207,6
[ R ES T . ]
.Variação
. -
.63,0%
.(11,6%)
.0,7%
.43,0%
+ 107,6%
.C2. Importações - Outras Origens
.100,0
.132,2
.117,3
.113,7
.112,3
[ R ES T . ]
.Variação
. -
.32,2%
.(11,2%)
.(3,1%)
.(1,3%)
+ 12,3%

                            

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