DOU 05/03/2025 - Diário Oficial da União - Brasil
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Nº 43, quarta-feira, 5 de março de 2025
ISSN 1677-7069
Seção 3
2.10. Processos de criação, autoria e temporalidades
2.11. Avaliação de processos de ensino e aprendizagem.
2.12. Estratégias e abordagens inclusivas
3. ENSINO DE ARTE NO BRASIL
3.1. Das experiências no ensino de arte no Brasil: desde o período colonial e Academia Imperial de Belas Artes até as abordagens modernas e contemporâneas.
3.2. Formação de professores em artes visuais no contexto da política de formação docente no Brasil atual.
3.3. Autoria Docente: professor/a artista e processos de invenção no ensino de artes visuais.
3.4. Convergências e divergências com as tendências estrangeiras no modernismo e no pós-modernismo.
3.5. Pesquisa, experimentação e currículos: aberturas e caminhos pedagógicos, políticos e estéticos.
4. HISTÓRIA DA ARTE
4.1. História da arte e ensino de artes visuais na formação de crianças e de jovens: campo de múltiplas abordagens transdisciplinares.
4.2. História da arte no Ocidente: questões da arte do Renascimento, do Barroco, do século XIX, das vanguardas artísticas do século XX, do segundo pós-guerra e da
contemporaneidade.
4.3. Artes visuais no Brasil: período colonial, século XIX, modernismo e tendências contemporâneas, arte popular.
4.4. Abordagens não hegemônicas na História da Arte: problematizações das narrativas eurocêntricas e as diversas categorizações da arte.
4.5 - História da Arte e Estudos contra-coloniais.
4.6 - Levantes e (des)institucionalização da arte.
4.7 - Arte é educação: práticas e pesquisas contemporâneas.
4.8 - Ecologias e as artes visuais.
4.9. Práticas de representações coletivas e de crenças: sistema cultural e simbólico.
5. ARTE E POLÍTICA EDUCACIONAL
5.1. A Lei de Diretrizes e Bases (LDB) da Educação, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o ensino de artes no Brasil.
5.2. Parâmetros curriculares nacionais e o ensino de arte na escola.
5.3. Fundamentos políticos, culturais, estéticos e artísticos do ensino escolar de artes visuais.
5.4. Seleção de conteúdos e de abordagens no ensino escolar de artes visuais.
5.5. Avaliação de processos de ensino e de aprendizagem em artes visuais na escola.
5.6. Educação Antirracista e ensino de artes visuais.
5.7. Abordagens críticas, poéticas e estéticas das relações étnico-raciais, das lutas minoritárias, da inclusão da pessoa com deficiência, do meio ambiente e dos povos
originários.
5.8. As leis 10.639/2003 e 11.645/2008 e o ensino de artes no Brasil.
DESENHO GEOMÉTRICO
I. DESENHO GEOMÉTRICO
I.1 Lugares Geométricos
I.1.1 O conceito de Lugar Geométrico.
I.1.2 Geometrografia e o método de trabalho com os lugares geométricos.
I.1. 3 Propriedades dos lugares geométricos.
I.1.4 Resolução gráfica de problemas envolvendo construções geométricas.
I.2 Ângulos do círculo
I.2.1. Definição, características e classificação.
I.2.2 Relações métricas entre os ângulos do círculo.
I.3 Polígonos regulares
I.3.1 Definição, elementos, características e classificação.
I. 3. 2 Processos gerais de construção.
I.4 Triângulos
I.4.1 Condição de existência, elementos e classificação.
I. 4. 2 Linhas e pontos notáveis.
I. 4. 3 Resolução gráfica de problemas envolvendo a construção de triângulos.
I.5 Quadriláteros
I.5.1 Definição, elementos e características.
I.5. 2 Classificação e construção.
I.6 Transformações pontuais
I.6.1 Conceito, tipos/modalidades (simetrias, rotações e homotetias) e suas respectivas características.
I.6. 2 Resolução gráfica de problemas por meio de transformações pontuais.
I.7 Tangência e Concordância
I.7.1 Conceito.
I.7. 2 Tangência entre retas e circunferências; análise de casos e resolução gráfica de problemas envolvendo tangência entre retas e circunferências
I. 7. 3 Tangência entre circunferências; análise de casos e resolução gráfica de problemas envolvendo tangência entre circunferências.
I.7. 4 Conceito de concordância e resolução gráfica de problemas envolvendo concordância entre dois ou mais arcos e entre segmentos de reta e arcos.
I.8 Divisão proporcional de segmentos
I.8.1 Processo gráfico de divisão de um segmento em partes iguais ou proporcionais.
I.8. 2 Quarta e terceira proporcionais; conceito e processo de obtenção gráfica.
I. 8. 3 Média proporcional; conceito e processo de obtenção gráfica.
I.8. 4 Média e extrema razão; conceito, processo de obtenção gráfica e aplicações práticas.
I.9 Processos gráficos de retificação da circunferência
I. 9.1. Conceito e processos gráficos de obtenção.
I. 10 Equivalência de áreas
I. 10.1 Conceito e processos gráficos de obtenção/ verificação.
I. 10.2 Conservação de área em polígonos transformados.
I. 10. 3 Polígonos de classes distintas com áreas equivalentes.
I. 10. 4 Equivalência de área, por aproximação, entre círculos e polígonos.
I. 10. 5 Resolução gráfica de problemas envolvendo equivalência de áreas.
II. GEOMETRIA DESCRITIVA
II.1 Métodos Descritivos
II.1.1 Conceito.
II.1. 2 Rebatimento e Alçamento.
II.1. 3 Rotação: eixo vertical; eixo de topo.
II.1. 4. Mudança de Plano. Planos vertical e horizontal.
II. 2 Estudo dos sólidos geométricos
II. 2.1. Poliedros: Princípios de geração, características, elementos e classificação. Representação em épura, identificação de arestas visíveis e ocultas.
II. 2. 1. 1 Poliedros Irregulares: prismas (retos e oblíquos) e pirâmides.
II. 2. 1. 2 Poliedros Regulares: Tetraedro, Hexaedro, Octaedro, Dodecaedro e Icosaedro.
II. 2. 2. Sólidos de revolução. Princípios de geração, características, elementos e representação em épura de cilindros, cones e esferas.
II. 3 Seções planas.
II. 3.1 Conceito.
II. 3. 2 Seções produzidas por planos projetantes sobre poliedros e sólidos de revolução.
II. 3. 3 Determinação da verdadeira grandeza das seções obtidas.
II. 3.4. Curvas cônicas: obtenção, características, elementos e propriedades de círculos, elipses, parábolas e hipérboles.
II. 4 Perspectivas Cavaleira e Isométrica.
II. 4.1 Conceito e características.
II. 4. 2 Coeficientes de redução.
II. 4. 3 Representação de objetos em perspectiva cavaleira e perspectiva isométrica.
II. 5 Noções de Desenho Técnico
II. 5.1 Vistas ortográficas: Conceito e obtenção.
II. 5. 2 Cotagem.
II. 5. 3 Cortes.
III. POLÍTICAS EDUCACIONAIS E ENSINO DE DESENHO
III.1 Ensino de Desenho na Educação Básica
III.1.1 O Desenho enquanto linguagem e suas modalidades.
III.1.2 Habilidades e competências desenvolvidas por meio do estudo do Desenho, com ênfase em suas modalidades de matriz geométrica (Sistemas Geométricos de
Representação).
III.1.3 Formação de professores de Desenho/ Expressão Gráfica e o papel desempenhado nesse processo pelos colégios de aplicação.
III. 2 Marcos legais e o histórico do ensino de Desenho nas escolas brasileiras
III. 2.1 As Leis de Diretrizes e Bases (LDB) da Educação e o ensino de Desenho no Brasil.
III. 2.2 Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e os conteúdos relacionados ao ensino de Desenho/ Expressão Gráfica.
III. 2.3 Fundamentos políticos, culturais, estéticos e artísticos do ensino escolar de Desenho no Brasil.
III. 2.4 Seleção de conteúdos e de abordagens no ensino escolar de Desenho / Expressão Gráfica.
III. 2.5 Avaliação e inclusão nos processos de ensino e aprendizagem de Desenho/ Expressão Gráfica na escola.
EDUCAÇÃO ESPECIAL
1. Concepções teóricas de desenvolvimento humano, do ensino e da aprendizagem na educação básica considerando a perspectiva inclusiva;
2. Currículo, acessibilidade, práticas pedagógicas colaborativas: pensando a diferença, as culturas e as políticas de inclusão na escola;
3. Relações entre as tecnologias e o processo de ensino e de aprendizagem: Tecnologias Assistivas na educação inclusiva;
4. Atendimento Educacional Especializado e o Ensino Colaborativo: o planejamento da atividade docente;
5. Vivências colaborativas entre escola e famílias de estudantes público da Educação Especial e com necessidades educacionais específicas;
6. Políticas públicas em Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva e o direito à educação;
7. Formas de registros diários como construção da memória, reflexão sobre a prática pedagógica e a organização do trabalho docente;
8. Práticas inclusivas na escola: tessituras entre o Atendimento Educacional Especializado e o contexto da classe comum.
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