DOU 18/11/2025 - Diário Oficial da União - Brasil

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Nº 220, terça-feira, 18 de novembro de 2025
ISSN 1677-7069
Seção 3
Aparelhos de telefonia celular, suas partes peças e assessórios e demais produtos
eletrônicos, Instrumentos musicais de qualquer natureza, Madeiras e seus derivados,
moveis, objetos e obra de arte, obras raridades ou coleções, Papel moeda, Rolamentos em
geral, sementes também em geral, biscoitos e chocolates e alimentos de qualquer
natureza, devidamente embalados, paletizados ou em contêiner, estará aberto de segunda
a sexta-feira, das 07:30 (sete horas e trinta minutos) horas às 12:00 (doze) horas e das
13:00 (treze) horas às 17:30 (dezessete horas e trinta minutos) horas. Art. 3º. - O armazém
estará aberto todos os dias úteis, segunda a sexta-feira, das 07:30 (sete horas e trinta
minutos) horas às 12:00 (doze) horas e das 13:00 (treze) horas às 17:30 (dezessete horas
e trinta minutos) horas. Art. 4º. - Pretendente a qualquer depósito deverá apresentar
proposta assinada na sociedade, de acordo com o modelo que lhe será fornecido pela
depositante, declarando o nome do depositário, residência, quantidade e natureza das
mercadorias, seus respectivos valores, a ordem de quem as mesmas ficam depositadas,
marca, peso, estado dos envoltórios, prazo do depósito e os serviços que desejar que
sejam feitos pela sociedade. Parágrafo Único - Sendo aceito o pedido, o gerente da
sociedade visará à proposta, servindo a mesma para guia de entrada e conferência da
mercadoria no armazém. Art. 5º. - Após a entrada e conferência da mercadoria, o Fiel do
Armazém passará-. recibo na mesma proposta, pela qual será emitido o recibo de depósito
simples, ou conhecimento de depósito Warrant, documento este assinado pelo Fiel do
armazém e pelo Administrador da sociedade. Art. 6º. - As mercadorias serão depositadas
em lotes, constantes dos recibos de depósito, ou títulos emitidos com os números ou
marcas e respectivas quantidade. Art. 7º - O Fiel Depositário do armazém tem o direito de
exigir a abertura dos invólucros para verificar a exatidão das declarações sobre o conteúdo
dos mesmos, essa verificação, porém, será feita na presença do interessado ou de quem
legitimamente o represente, designando-se para essa providência local e hora. Parágrafo
Único - Se o interessado não comparecer, o Fiel Depositário do Armazém fará a vistoria na
presença de 2 (duas) testemunhas e a sociedade lavrará termo em livro especial. Art. 8º.
- No caso de ser verificada falsidade nas declarações do depositante, a sociedade
promoverá as diligências indispensáveis para tornar efetiva a responsabilidade dos donos
da mercadoria. Art. 9º. - Toda e qualquer mercadoria quando depositada contra o
conhecimento de depósito e warrant será sempre pesada ou medida; no caso de simples
recibo de depósito, se o depositante o exigir. Art. 10º. - À medida que for sendo retirada
a mercadoria depositada com simples recibo de depósito, será no verso do mesmo, dada
a respectiva baixa, devolvendo em seguida o recibo ao depositante, que por sua vez o
restituirá a sociedade, quando esteja devidamente liquidado. Art. 11º. - Só poderão ser
facultadas as retiradas das mercadorias depositadas, contra a entrega dos títulos ou
recibos correspondentes e depois de pagas às despesas a que estiverem sujeitas. Art. 12º.
- Se o depositante houver transferido a outrem, por qualquer título, a mercadoria em
depósito, ou parte dela, poderá requisitar por escrito, a substituição do recibo, com as
devidas modificações. CAPÍTULO II - DO PRAZO DE DEPÓSITO, PAGA-MENTO DE TAXAS E
RETENÇÃO DAS MERCADORIAS. Art. 13º. - O prazo para cobrança de depósito inicial é de
05 (cinco) dias, ainda que a mercadoria seja retirada antes de terminado o mês, vendido
o primeiro, as armazenagens serão calculadas de acordo com as tarifas da sociedade. Art.
14º. - As armazenagens e demais despesas, inclusive as de impostos legais incidentes
federais, estaduais e municipais, a que estiverem sujeitas as mercadorias serão cobradas
normalmente, de acordo com as condições da tarifa oficial. Parágrafo Único - No caso de
atraso o depositante pagará além dos preços das tarifas, mais os juros de 0,33% ao dia
sobre os pagamentos em atraso. Art. 15º. - De conformidade com o Decreto nº. 1.102 de
21/11/1903 em seu artigo 14, "A sociedade assiste o direito de retenção da mercadoria
depositada, para garantia do pagamento dos armazéns, das despesas com a conservação,
benefícios ou quaisquer serviços prestados a pedido do depositante e ainda dos
adiantamentos para fretes, seguros, comissões, juros, etc." Art. 16º. - Vencido o prazo de
depósito, sem que a mercadoria tenha sido retirada e caso não tenha sido proposto e
aceite novo prazo, reputar-se-á a mercadoria abandonada e a sociedade expedirá aviso ao
depositante para que este providencie, no prazo máximo de 8 (oito) dias, a sua retirada,
prazo este que será contado da data que houver sido feito o aviso. Parágrafo Único - Findo
este prazo, e não tendo o depositante tomado qualquer providência, será a mercadoria
vendida em leilão, anunciado com antecedência mínima de 3 (três) dias nos termos e com
as formalidades da Lei. Art. 17º. - O produto da venda, deduzidos os créditos preferenciais
se não for procurado por quem de direito dentro do prazo de 8 (oito) dias, será
depositado judicialmente por conta de quem pertencer. Art. 18º. - Caso a mercadoria não
tenha sido retirada depois de vencido o prazo, por motivo de extravio dos respectivos
recibos, conhecimentos de depósitos de warrant e, de não estarem ainda terminadas as
formalidades legais para justificação do extravio, a sociedade poderá prorrogar o prazo do
depósito a pedido do interessado desde que sejam pagas as despesas a quem a
mercadoria estiver sujeita a liquidação do warrant se houver. Parágrafo Único - Se os
interessados preferirem a venda imediata em leilão, ou não providenciarem depois de
avisado pela sociedade, esta fará a venda informando o juízo por onde correr o processo
de justificação, do produto líquido que ficará a ordem do mesmo juízo. CAPÍTULO III - DA
RESPONSABILIDADE DA SOCIEDADE. Art. 19º. - Além das responsabilidades especialmente
estabelecidas em lei a sociedade responde: a) Pela guarda, conservação, pronta e fiel
entrega das mercadorias que tiver recebido em depósito; pelos seguros das mesmas. b)
Pela culpa, fraude ou dolo de seus empregados e prepostos e pelos furtos acontecidos em
mercadorias sob sua guarda. Parágrafo Primeiro - A indenização em todas as hipóteses,
devida pela sociedade nos casos previstos nas alíneas "a" e "b" não poderá exceder ao
preço da mercadoria em bom estado no lugar e no dia que deveria ser entregue.
Parágrafo Segundo - O direito a indenização prescreve em 3 (três) meses contados do dia
em que a mercadoria foi ou deveria ser entregue. Art. 20º. - Cessa a responsabilidade da
sociedade: a) Nos casos de avaria, vícios, quebra de peso, derrame ou extravasamento; b)
Alteração de qualidade provocada pela natureza da mercadoria ou do acondicionamento
defeituoso; c) Pela insolvabilidade da companhia segurada das mercadorias; d) Por causas
inevitáveis ou de previsão impossível; e) Em casos fortuitos e/ou de força maior; Parágrafo
Único - São consideradas causas inevitáveis ou de previsão impossível: incêndio,
inundação, terremoto, guerra civil ou externa, alteração da ordem pública, greves ou
outras causas naturais que afetem as mercadorias ou os serviços do armazém. Art. 21º. -
A sociedade não se encarregará da venda de mercadorias por conta própria, nem fará por
sua conta alheia qualquer negociação sobre títulos e recibos de depósitos que emitir.
Parágrafo Único - A sociedade poderá entregar a um corretor oficial a venda de qualquer
mercadoria depositada em seu armazém por ordem expressa do depositante, quando esse
não faça diretamente a terceiros. Art. 22º. - A sociedade não estabelecerá qualquer
preferência entre os depositantes a respeito de qualquer serviço e poderá fazer
abatimento nos preços afixados em suas tarifas. Art. 23º. - A sociedade reserva-se o
direito de recusar o depósito de mercadorias nos seguintes casos: a) Quando a mercadoria
que se desejar armazenar não for tolerada por este regulamento; b) Quando as
mercadorias danificarem as que já estiverem em depósito ou se forem de fácil
deterioração; c) Quando não estiverem bem acondicionadas. CAPÍ-TULO IV - DOS
CONHECIMENTOS DE DEPÓSITOS E WARRANTS. Art. 24º - A sociedade emitirá quando
requisitada pelo depositante da mercadoria, dois títulos unidos, mais separáveis,
denominados: conhecimento de depósito e warrant. Parágrafo Único - Tais documentos
serão extraídos conforme se acha estabelecido no capítulo II, do Decreto 1.102 de
21/11/1903. Art. 25º. - As mercadorias sobre as quais forem emitidos conhecimentos de
depósitos e warrant, serão seguradas contra riscos de incêndio, em valor razoável
designado pelo depositante. Art. 26º. - Os conhecimentos de depósitos e warrant, podem
ser transferidos, por endosso, unidos ou separados. Parágrafo Primeiro - O endosso pode
ser em branco, neste caso, confere ao portador do título os direitos de cessionário.
Parágrafo Segundo - O endosso dos títulos unidos confere ao cessionário o direito de livre
disposição da mercadoria depositada; o do warrant separado do conhecimento de
depósito o direito do penhor sobre a mesma mercadoria, e o conhecimento de depósito
a faculdade de dispor da mercadoria, salvo os direitos do credor portador do warrant. Art.
27º. - O primeiro endosso do warrant, declarará a importância do crédito garantido pelo
penhor da mercadoria à taxa de juros e a data do vencimento. Essas declarações serão
transcritas no conhecimento de depósito e assinadas pelos endossatários do warrant. Art.
28º. - O portador dos dois títulos tem direito de pedir a divisão da mercadoria em tantos
lotes quantos lhe convenha e a entrega de conhecimento de depósitos e warrant
correspondente a cada um dos lotes, sendo restituído e ficando anulados os títulos
anteriormente emitidos. Essa divisão somente será facultada, se a mercadoria continuar a
garantir os créditos preferenciais. Parágrafo Único - É permitido ao portador dos dois
títulos pedir emissão de novos títulos a sua ordem ou de terceiros que indicar em
substituição dos primitivos, que serão restituídos à sociedade e anulados. Art. 29º. - O
portador do warrant que no dia do vencimento não for pago e que não achar consignada
na sociedade importância de seu crédito e juros, deverá interpor o respectivo protesto na
forma da lei. Parágrafo Primeiro - Dentro de dez dias, a contar da data do instrumento de
protesto, o portador do warrant mandará vender em leilão ou por corretor de sua escolha,
as mercadorias especificadas no título, independente de quaisquer formalidades judiciais,
anunciando a venda com quatro dias de antecedência. Parágrafo Segundo - Igual direito de
venda cabe ao endossador que pagar a dívida do warrant, sem que seja necessário
constituir em mora os endossadores do conhecimento de depósito. Parágrafo Terceiro - A
perda ou extravio do conhecimento de depósito, a falência, os meios previstos de suas
declarações e a morte do devedor interrompem a venda anunciada. Parágrafo Quarto - O
devedor poderá evitar a venda até o momento de ser a mercadoria adjudicada, pagando
imediatamente a dívida do warrant, os impostos fiscais, despesas e taxas devidas à
sociedade e todas as outras a que a execução deu lugar, inclusive de protestos, comissões
do corretor ou leiloeiro e juros de mora. Art. 30º. - O portador do warrant que, em tempo
útil não interpuser o protesto por falta de pagamento ou que, dentro de 10 (dez) dias
contados da data do instrumento de protesto, não promover a venda da mercadoria,
conservará tão somente ação contra o primeiro endossador do warrant e contra os
endossadores do conhecimento de depósito. Art. 31º - Do produto líquido da venda, far-
se-á dedução dos créditos preferenciais e do respectivo saldo será paga a importância do
warrant ao seu portador, acrescida dos juros de mora a razão de 14% ao ano, contra
recibo de quitação. Art. 32º - Se a importância do saldo for insuficiente para cobrir a
totalidade do débito, far-se-á pagamento parcial, do que se fará menção no próprio
warrant, continuando este em poder do portador, para agir pelo restante, contra os
endossadores, solidariamente, observadas as disposições da Lei em vigor. Art. 33º - Na
liquidação que a sociedade tenha que fazer com os depositantes ou portadores de títulos,
serão respeitados os créditos preferenciais, na seguinte ordem: a) As fazendas Federal,
Estadual e Municipal; b) O corretor ou leiloeiro, pelas comissões que tiverem direito e
quaisquer despesas devidamente justificadas; c) A sociedade, pelas despesas e taxas que
lhe forem devidas. Art. 34º. - Em caso de extravio de qualquer título emitido pela
sociedade será observado o disposto no artigo 27 e seus parágrafos do decreto 1.102 de
21/11/1903. CAPÍTULO V - DO PESSOAL E SUAS OBRIGAÇÕES: Art. 35º. - A administração
da sociedade terá nos seus armazéns um fiel e os ajudantes necessários. Art. 36º. - O fiel
dos armazéns, fará inscrever o seu título de nomeação na Junta Comercial do estado o
que for designado ou estabelecido no Armazém. Art. 37º. - Aos empregados em geral será
obrigatória a integral observância aos horários de serviço assim como substituição e
serviços em hora fora do regimental, quando exigirem os interesses da sociedade, ou a
boa ordem do seu serviço, a juízo do gerente ou de quem o represente. Art. 38º. - Pelas
faltas cometidas, todo e qualquer empregado da sociedade ficará sujeito as penas
impostas pelo gerente ou por quem o represente. Art. 39º. - Os casos omissos ao presente
regulamento, serão resolvidos de acordo com as disposições do Decreto nº. 1.102 de
21/11/1903, e pela legislação em vigor na parte que lhe for aplicável. Art. 40º. - Qualquer
dúvida que seja suscitada entre a sociedade e os depositantes, tanto no que respeita a
interpretação de quaisquer deste regulamento como na aplicação das tabelas e tarifas,
será dirimida no foro da cidade do Rio de Janeiro-RJ. Art. 41º. - Quaisquer alterações que
sejam julgadas indispensáveis ao presente Regulamento, as tarifas ou tabelas a ela anexa,
serão feitas e só vigorarão depois de publicadas e averbadas na Junta Comercial do Estado
do Rio de Janeiro e de preenchidas as formalidades da lei. Rio de Janeiro - RJ, 14/10/2025.
Intalog Logistica Transportes Ltda. - Joanecleia Catureba Lanzellotte - Administradora. Fiel
Depositário - Janaina Torres El Osta. Memorial descritivo das Instalações da INTALOG
ARMAZENS GERAIS.
Armazém Geral para Operações do Setor de produtos, a que se propõe a
armazenar. INTALOG LOGISTICA TRANSPORTES LTDA., sociedade empresária com capital
integralizado no valor de R$1.000.000,00, (um milhão de reais), com sede na cidade do Rio
de Janeiro-RJ, na Rua do Alho, nº255, lote 2, PAL 23632, Quadra BA, Penha Circular, CEP
21.011-000, devidamente registrada nesta JUCE-JA sob o NIRE nº 33.2.0897880-9, CNPJ/MF
sob o nº 13.727.103/0001-01, neste ato representada por seus ADMINISTRA-DORA Srª.
JOANECLEIA CATUREBA LANZELLOTTI, brasileira, casada sob o regime de comunal parcial de
bens, empresária, nascida em 09/02/1991, portador da Carteira de Identidade nº
24XXXX61, expedida pelo DIC/RJ, com CPF nº 138.XXX.XXX-96, residente e domiciliado na
Rua Santos Titara, nº 123, Bloco 02, apto 602, Todos os Santos - Rio de Janeiro/RJ, CEP
20.735-240, e por sua Fiel Depositária Srª JANAINA TORRES EL OSTA, brasileira, casada,
empresária, portadora da carteira de Habilitação nº 290xxxxx19, expedida pelo DETRAN/RJ,
CPF/MF sob o nº 058.xxx.xxx-74, residente e domiciliada na Estrada dos Bandeirantes,
14797 - Casa 23, Barra Olímpica, Rio de Janeiro - RJ, CEP 22783-113, para a sua filial 03,
INTALOG LOGISTICA TRANSPORTES LTDA portadora do NIRE 33.9.0198582-9, e CNPJ nº.
13.725.103/0005-94, situada no endereço Rua Embaú, nº 2601, Parque Columbia, Rio de
Janeiro, CEP 21535-125. LOCALIZAÇÃO. O Armazém está estrategicamente localizado na
situada no endereço Rua Embaú, nº 2601, Parque Columbia, Rio de Janeiro, CEP 21535-
125, da GB Armazéns, próximo a Rodovias BR 116 (Rio São Paulo, sentido do Rio de
Janeiro), ocupando uma área total de aproximadamente 1.253,98 m2 de área para
armazenamento dos produtos a que se dispõe a armazenar, tais como Polietileno,
Maquinários, Partes e Peças, Produtos têxtil, Peças automotivas, Eletrodomésticos,
Empilhadeiras,
Retroescavadeiras,
Motoniveladoras, 
Minicarregadeiras 
e 
Pás,
Equipamentos, Fechaduras e Ferragens em geral, Ferramentas manuais ou elétricas, Fios
ou Cabos Elétricos e de telefonia, Fraudas descartáveis, Granitos e Mármores, Lâmpadas,
reatores luminárias e periféricos, latão e folhas de flandres, livros e revista em geral,
materiais elétricos, Metais, Óleos Comestíveis, óleos Lubrificante, Papeis e Celulose, Pilhas
e Baterias, Polímeros e seus derivados, Produtos alimentícios imatura ou industrializados,
inclusive alimentos congelados de qualquer natureza, Produtos óticos em geral, Produtos
siderúrgicos, TDI (Tolueno de isocianato), dióxido de titânio, tolueno refinado, silício
metálico, Tinta e vernizes, corantes e similares, tratores e implementos agrícolas em geral,
inclusive partes e peças, tubos e conexões de PVC, resinas de PVC, Vidro em geral,
Aparelhos de telefonia celular, suas partes peças e assessórios e demais produtos
eletrônicos, Instrumentos musicais de qualquer natureza, Madeiras e seus derivados,
moveis, objetos e obra de arte, obras raridades ou coleções, Papel moeda, Rolamentos em
geral, sementes também em geral, biscoitos e chocolates e alimentos de qualquer
natureza, conforme descritos no regulamento interno. O Armazém encontra se instalado
no endereço da Rua Embaú, nº 2601, Parque Columbia, Rio de Janeiro, CEP 21.535-125,
ocupando dois galpões os de números 96 a 101 de outro lado de nº 19 a 25, e mais as
áreas no entorno, perfazendo área total de 1.253,98 m2. Vindo para o Rio de Jan e i r o / R J,
o armazém possui fácil acesso rodoviário pela BR 116 - Rodovia Rio São Paulo, via Dutra,
até próxima ao Bairro da Pavuna, dentro do condomínio de galpões da GB Armazém, com
vista para a BR 116 e a Policia Rodoviária Federal da Dultra. ÁREAS DE ARMAZENAGEM. As
instalações do Armazém Geral possui área total de 1.253,98 m2, aproximadamente, nas
áreas de circulação e instalações de armazenagem pertencente ao condomínio de galpão
logísticos da GB Armazém. As áreas de circulação são constituídas de asfalto, bem como
portaria do condomínio logístico com seguranças armados. Todo o perímetro é cercado
por sistema de combate a incêndio com hidrantes e mangueiras, além de extintores de
incêndio e sprikler instalado dentro do galpão. Sistemas de sirene e sinalizadores de
emergência com botoeiras de fácil acesso também são dispostos ao longo das áreas e
edificações. 
O 
condomínio 
também 
possui 
brigada 
de 
combate 
a 
incêndio.
EQUIPAMENTOS. Para carga e descarga dos veículos e para movimentação das cargas nas
instalações de armazenagem, o terminal dispões dos seguintes equipamentos
e
dispositivos: 1 - Empilhadeira Elétrica ETV de 2 toneladas, com elevação de até 11 metros.
2 - Empilhadeira elétrica patolada, com operador em pé andando, para 1,6 toneladas. 3 -
Transpaleteira elétrica para movimentação interna de carga. 4 - Paleteiras manuais para
2,5 toneladas. 5 - Carrinho manual para troca de baterias das empilhadeiras. 6 - Docas
com plataformas elétricas reguláveis para 3 toneladas de carga e descarga de caminhões
ou conteiners. 7 - Empilhadeira GLP c/ catalizador para 4 toneladas. 8 - Máquina de filme
strech. 9 - Máquina de limpeza de chão. 10 - Empilhadeira elétrica p/ 2 Ton c/ torre baixa.
SEGURANÇA PA-TRIMONIAL. Quanto a segurança patrimonial, cabe relatar que toda a área
que divisa com as vias públicas e com áreas de terceiros são devidamente cercadas com
telas e a altura de pelo menos 2 metros aproximadamente, em toda a sua extensão e
eletrificada, sendo monitorada por câmeras de vigilância, além da guarda patrimonial do
condomínio especializada, com ronda 24 horas e guaritas, o que atende a segurança do

                            

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